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Fusão e extinção não põem fim às atribuições dos órgãos da Administração Indireta

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A fusão e extinção de órgãos da Administração Indireta do Estado vão gerar uma economia de aproximadamente R$ 26 milhões por ano aos cofres públicos, que serão investidos em obras e políticas públicas. Isso, no entanto, não põe fim às atribuições desses órgãos, cujos serviços ofertados à população deverão ser mais qualificados.

Uma dessas medidas, a de número 277, funde a Emater, a Interpa e a Emepa e institui a Empresa Paraibana de Pesquisa, Extensão Rural e Regularização Fundiária (Empaer), vinculada à Secretaria do Desenvolvimento da Agropecuária e da Pesca. A fusão permitirá ao Estado uma economia de R$ 20 milhões por ano, com a redução de 500 para 74 cargos comissionados.

“A nova empresa criada pelo Governo do Estado, com a junção da Emepa, Emater e Interpa, teve como objetivo o enxugamento e modernização administrativa, com a preservação de todos os serviços da pesquisa, extensão e regularização fundiária. Nada mudará em relação às atividades de pesquisa e extensão. Ao contrário, haverá maior agilidade e desburocratização dos serviços prestados à sociedade paraibana, com qualidade e menor custo. Portanto, todo o patrimônio das empresas será preservado, tanto o científico, quanto material e intelectual”, ressaltou o diretor de Pesquisa Agropecuária Empaer, Manoel Duré,.

O presidente da Empaer, Nivaldo Magalhães, reforçou a declaração do diretor de Pesquisa Agropecuária, citando como exemplo as estações de pesquisa da antiga Emepa. “Nenhuma estação de pesquisa foi fechada com a fusão das empresas. Pelo contrário, elas estarão mais fortalecidas, os projetos de pesquisas estão tendo continuidade para continuar oferecendo aos criadores a genética bovina, caprina e ovina que todos conhecem”, explicou.

De acordo com a Medida Provisória, a Empaer terá como objetivo básico programar, executar e fiscalizar a política estadual de assistência técnica, extensão rural, pesquisa e regularização fundiária, com vistas ao desenvolvimento da agropecuária e da pesca. Compete também: colaborar com os órgãos competentes da Secretaria da Agricultura e Abastecimento e do Ministério da Agricultura na formulação e execução das políticas de assistência Técnica e extensão no Estado; planejar, coordenar e executar programas de assistência técnica e extensão rural, visando à difusão de conhecimentos de natureza técnica, econômica e social para aumento da produção  e produtividade agrícola e a melhoria das condições de vida no meio rural do Estado da Paraíba, de acordo com a política de ação dos Governos Federal e Estadual; promover a pesquisa para o desenvolvimento científico e tecnológico aplicado à agropecuária do Estado da Paraíba; promover o desenvolvimento rural, a colonização e o planejamento agrícola e agrário, bem como a legalização das terras públicas para o assentamento de rurícolas observadas as disposições da legislação federal pertinente.

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Politica

Vereadora Jussara Maria propõe um minuto de silêncio em memória do primeiro óbito cardíaco

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Na tarde de ontem (19) a representante legislativa eleita pelos guarabirenses propôs um minuto de silêncio a fim de mandar um recado à Secretária Municipal de Saúde: “que ela possa sentir no silêncio o quanto dói perder um ente querido”.

Para que o leitor entenda melhor o caso: no dia 29/08 marcou-se a angioplastia da Sra. Maria das Graças; no dia 29/09 agendou-se o cateterismo a interesse da referida senhora. Ambos os exames deixaram de ser realizados pela Secretaria Municipal de Saúde de Guarabira e, como consequência, a paciente faleceu ontem pela madrugada no Hospital Metropolitano, administrado pelo Governo do Estado, sem jamais ter feito qualquer exame mediante atendimento na Rede Pública Municipal de Saúde.

Na tribuna a vereadora Jussara ainda trouxe à tona o caso por ela presenciado no qual o médico Antônio Soares teria deixado de atender aos apelos da Sra. Jaciele Batista Trajano quando a paciente aos gritos pedia atendimento no Hospital Regional. Inclusive a Sra. Jaciele está grávida. Devido a esse episódio, na sua fala a parlamentar pediu providências ao Diretor do Hospital Regional quanto ao caso ocorrido na noite de sábado, 16/10 nas dependências daquela Unidade de Saúde.

Em ambas as situações a vereadora tem militado em favor das pessoas que, por necessidade, recorrem aos serviços da saúde pública disponibilizado universalmente pelo SUS através do governo do Estado e do governo municipal.

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Politica

Votação de projeto de suplementação orçamentária gera confusão entre prefeito e vereadores em Sapé

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O gestor da cidade, major Sidnei quer que os vereadores aprovem o projeto de suplementação orçamentária que viabiliza recursos para o município. No entanto, os vereadores são contrários ao projeto.

Em suas redes sociais, o gestor postou um vídeo em que aparece junto ao povo, e critica a sessão na Câmara dos Vereadores. “É nula. Não vamos nos render a chantagens. A Câmara deve trabalhar a favor da população, em harmonia com os poderes, sem interesses 

A votação de projeto de suplementação orçamentária, na Câmara dos Vereadores, em Sapé, gerou confusão entre prefeito e vereadores, nesta quinta-feira (16). O gestor da cidade, major Sidnei quer que os vereadores aprovem o projeto de suplementação orçamentária que viabiliza recursos para o município. Sem a aprovação desse projeto, pode haver problemas com a folha de pagamento dos fornecedores e servidores.

Em suas redes sociais, o gestor postou um vídeo em que aparece junto ao povo, e critica a sessão na Câmara dos Vereadores. “É nula. Não vamos nos render a chantagens. A Câmara deve trabalhar a favor da população, em harmonia com os poderes, sem interesses próprios”, diz. 

Segundo ele, houve a quebrar do regimento no processo, “desrespeitar o regulamento e reprimir quem pensa diferente é ferir a democracia e tentar calar a voz do povo. Tenho energia e força para fazer o que precisa ser feito”, relatou.

Segue o documento com o projeto:    

clickpb

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Depois de oferecer R$ 10 mil por informações sobre motorista, Julian Lemos recebe cobrança de débito de campanha: “Devia pagar a quem deve”

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O deputado federal Julian Lemos, presidente estadual do PSL, ganhou ampla repercussão, no final de semana, por oferecer R$ 10 mil por informações que levassem a prisão do motorista que causou a morte de um motoboy no Retão de Manaíra, em João Pessoa. Depois da postagem do Política&etc registrando a iniciativa do parlamentar, o blog recebeu um questionamento: porque o deputado não paga a quem deve.

“O deputado federal Julian Lemos deveria pagar a quem deve. O diretório estadual do PSL foi condenado pela justiça a pagar dívidas de campanha com a empresa a Lupa Comunicação, de propriedade do jornalista Marcos Cavalcanti”, disse o jornalista em contato com o Política&etc.

O PSL deve pagar a empresa R$ 17 mil, conforme decisão judicial no link abaixo.

PS200805653-36-1

Com informações do Politica&etc

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