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5 substitutos de lubrificante que você nunca deveria usar

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Ah, lubrificante. Essa ferramenta escorregadia é incrível quando você quer elevar o orgasmo ou quando você está uma situação seca lá embaixo e precisa de uma solução rápida. Por isso, é natural que às vezes você acabe buscando por substitutos quando percebe que o produto não está à mão na hora H.

Contudo, alguns especialistas garantem que você deveria pensar duas vezes antes de usar qualquer opção diferente ao lubrificante. “Mesmo substâncias escorregadias aparentemente inofensivas podem conter alérgenos, deteriorar sua pele ou interferir com a eficácia dos preservativos”, diz Maureen Whelihan, ginecologista e obstetra do Center for Sexual Health and Education (EUA).

Abaixo você confere uma lista detalhada de substitutos de lubrificante “naturais” que você deve evitar.

1. Óleo de bebê
“Não só pode anular a eficácia de um preservativo, mas usar óleo de bebê em sua vagina pode aumentar o risco de desenvolver uma infecção por fungos”, aponta Streicher. Um estudo publicado na revista Obstetrics and Gynecology, inclusive, descobriu uma ligação entre o uso intravaginal de óleo de bebê e a colonização de espécies de Candida, o que pode levar a uma infecção por fungos.
2. Gordura vegetal
Uma vez que este produto de cozinha é à base de óleo, ele não é compatível com preservativo. “Além disso, é um lubrificante terrível”, diz Lauren Streicher, professora associada de obstetrícia clínica e ginecologia da Northwestern University Feinberg School of Medicine (EUA). “Não é tão escorregadio assim. Para a maioria das mulheres não é eficaz”, diz ela. E como não foi especificamente formulado para uso vaginal, há sempre uma chance de irritar sua vagina.
3. Saliva
Está lá e está molhada, então faz sentido que você considere usá-la como lubrificante. Contudo, Streicher explica que ela não é escorregadia o suficiente para ser um lubrificante eficaz. Então você está apenas perdendo seu tempo (e saliva).
“Além disso, o cuspe facilita a transmissão de DSTs e pode introduzir uma infecção em sua vagina, assim como o sexo oral desprotegido”, ressalta Jason James, diretor médico do FemCare Ob-Gyn, de Miami (EUA).
4. Vaselina
“Parece lubrificante, mas produtos à base de petróleo podem levar à infecção”, diz Whelihan. Um estudo publicado na revista Obstetrics and Gynecology descobriu que mulheres que usaram vaselina como lubrificante tinham duas vezes mais chances de ter vaginose bacteriana do que as não usuárias. E, como outros lubrificantes à base de óleo, pode estourar preservativos.
5. Loções cosméticas
“Há muitos irritantes potenciais em loções – como perfumes, por exemplo – que podem causar inchaço, inchaço e irritação geral lá embaixo”, justifica Whelihan.
womenshealthbrasil

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Prefeito de Guarabira torce pela chapa “Doria e Eduardo” em 2022

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Comissão de Diversidade Sexual e de Gênero do Creci-PB combaterá racismo

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O Conselho Regional de Corretores de Imóveis da Paraíba deve promover no próximo mês de novembro, dedicado à consciência negra, campanha contra o racismo estrutural, que consiste num conjunto de práticas discriminatórias, institucionais, históricas, culturais, que privilegiam algumas raças em detrimento de outras.

A iniciativa, da Comissão de Diversidade Sexual e de Gênero, foi apresentada pela coordenadora Melissa Kettley ao superintendente em exercício Mário Vicente e ao conselheiro e presidente eleito Ubirajara Marques que, na ocasião, assegurou a manutenção da Comissão para o próximo triênio.

Nesse contexto, ela também propôs o acréscimo à nomenclatura da Comissão do termo étnico-racial, para agregar pessoas negras e outras etnias, onde a própria Comissão já tem. E sugeriu a destinação de uma parte dos alimentos arrecadados quando das inscrições para os eventos realizados pelo Creci-PB, para instituições que apoiam LGBTQIA+ em situação de vulnerabilidade.

O termo racismo estrutural é usado para reforçar o fato de que há sociedades estruturadas com base no racismo, que favorecem pessoas brancas e desfavorecem negros e indígenas.

Desde a sua criação, de forma inédita no país, a Comissão já fez denúncias de cunho LGBTFÓBICAS nas redes sociais, workshop em Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) e campanha alusiva ao Dia da Visibilidade Trans (29 de janeiro).

“Na ocasião, foram confeccionados 500 cartazes da lei estadual que proíbe a discriminação por orientação sexual e identidade de gênero nos estabelecimentos públicos e privados, e distribuídos nas imobiliárias, escritórios, construtoras, delegacias e em outros locais. Por ter sido revestida de êxito, devemos repetir essa campanha em janeiro”, concluiu.

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João Gomes faz show com aglomeração em aldeia indígena da Paraíba

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Descumprimentos de normas sanitárias foram registrados durante a apresentação do cantor João Gomes, na noite dessa terça-feira (28), no Litoral Norte da Paraíba. O evento de comemoração do padroeiro dos índios potiguares ocorreu na aldeia de São Miguel, localizada no município de Baía da Traição.

A festa privada, com ingressos de até R$ 120, teve aval do Ministério Público Federal (MPF) e permissão da presença de 1.233 pessoas no local. O órgão disse que liberou a festa “desde que os protocolos previstos em decreto estadual fossem rigorosamente cumpridos”. Um vídeo compartilhado nas redes sociais, mostra pessoas aglomeradas e sem máscaras. Veja:

 

O MPF também solicitou que para participação na festa, as pessoas deveriam estar “completamente vacinadas”.

Em nota, o MPF disse que a prefeitura se encarregou de fiscalizar o cumprimento dos protocolos. A organização do evento se comprometeu a contratar 45 seguranças e bombeiros para ajudar na fiscalização.

Sobre as denúncias de aglomeração, Ministério Público disse que pedirá informações à prefeitura e à Polícia Militar, para apuração. “Providências serão adotadas caso fiquem comprovadas irregularidades”, finalizou o comunicado.

A Funai (Fundação Nacional do Índio) informou que não participou da intermediação do evento.

A Secretaria de Saúde de Baía da Traição disse que emitirá, pela Vigilância Sanitária, um relatório das informações solicitadas pelo MPF.

O novo decreto do governo da Paraíba permite a presença de torcedores em estádios de futebol e eventos – como shows – com 20% da capacidade dos estabelecimentos, mas essas regras são válidas a partir de 1º de outubro.

Portal T5

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