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Cólica depois do orgasmo: por que isso acontece e como evitar

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Sobre orgasmos: eles deveriam ser bons, certo? (Ou, você sabe… apenas aceitáveis, mas essa é outra história). O ponto é: eles não deveriam doer. Nunca.

E, ainda assim, como o corpo humano é cheio de seus mistérios, às vezes orgasmos causam dor. Sim, estou falando daquelas cólicas horríveis que aparecem do nada após o sexo.

O que causa cólicas depois do orgasmo?
“O termo oficial é ‘desorgasmo’ e se refere à sensação de dor durante ou após o ápice”, diz Christine Greves, ginecologista e obstetra dos Estados Unidos.

Normalmente, para quem a dor ocorre depois, é logo ao terminar o ato e pode durar por horas após ele acabar. A dor vem na vagina ou no abdômen baixo.

A explicação: seu útero é um músculo e ele contrai quando você goza. “Assim como qualquer outro músculo, você pode ter desconforto após ‘treiná-lo’”, diz Christine. “Mas em alguns casos, uma condição ginecológica pode ser o problema, como doença inflamatória pélvica, endometriose, cisto ou fibrose”, completa.

Resumindo, a dor geralmente vem da fricção que acontece durante o sexo e, nos casos de condições agravantes, o ato piora o quadro.

Não precisa aguentar
Para começar, você não deve fazer sexo se isso te causa qualquer desconforto, se não está prazeroso para você. E, para terminar, você pode estar piorando uma condição.
Se o seu caso não é de nenhum quadro de saúde, seu médico pode recomendar posições mais confortáveis ou até mesmo remédios anti-inflamatórios — caso você realmente goste muito da posição de quatro, por exemplo.

Mas, de qualquer maneira, o erro é deixar passar e presumir que é normal ter cólicas após o sexo pelo resto da sua vida. “Se você sente qualquer desconforto no corpo, você deve procurar um profissional”, diz Christine. Com sexo não é diferente.

womenshealthbrasil

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Prefeito de Guarabira torce pela chapa “Doria e Eduardo” em 2022

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Comissão de Diversidade Sexual e de Gênero do Creci-PB combaterá racismo

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O Conselho Regional de Corretores de Imóveis da Paraíba deve promover no próximo mês de novembro, dedicado à consciência negra, campanha contra o racismo estrutural, que consiste num conjunto de práticas discriminatórias, institucionais, históricas, culturais, que privilegiam algumas raças em detrimento de outras.

A iniciativa, da Comissão de Diversidade Sexual e de Gênero, foi apresentada pela coordenadora Melissa Kettley ao superintendente em exercício Mário Vicente e ao conselheiro e presidente eleito Ubirajara Marques que, na ocasião, assegurou a manutenção da Comissão para o próximo triênio.

Nesse contexto, ela também propôs o acréscimo à nomenclatura da Comissão do termo étnico-racial, para agregar pessoas negras e outras etnias, onde a própria Comissão já tem. E sugeriu a destinação de uma parte dos alimentos arrecadados quando das inscrições para os eventos realizados pelo Creci-PB, para instituições que apoiam LGBTQIA+ em situação de vulnerabilidade.

O termo racismo estrutural é usado para reforçar o fato de que há sociedades estruturadas com base no racismo, que favorecem pessoas brancas e desfavorecem negros e indígenas.

Desde a sua criação, de forma inédita no país, a Comissão já fez denúncias de cunho LGBTFÓBICAS nas redes sociais, workshop em Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) e campanha alusiva ao Dia da Visibilidade Trans (29 de janeiro).

“Na ocasião, foram confeccionados 500 cartazes da lei estadual que proíbe a discriminação por orientação sexual e identidade de gênero nos estabelecimentos públicos e privados, e distribuídos nas imobiliárias, escritórios, construtoras, delegacias e em outros locais. Por ter sido revestida de êxito, devemos repetir essa campanha em janeiro”, concluiu.

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João Gomes faz show com aglomeração em aldeia indígena da Paraíba

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Descumprimentos de normas sanitárias foram registrados durante a apresentação do cantor João Gomes, na noite dessa terça-feira (28), no Litoral Norte da Paraíba. O evento de comemoração do padroeiro dos índios potiguares ocorreu na aldeia de São Miguel, localizada no município de Baía da Traição.

A festa privada, com ingressos de até R$ 120, teve aval do Ministério Público Federal (MPF) e permissão da presença de 1.233 pessoas no local. O órgão disse que liberou a festa “desde que os protocolos previstos em decreto estadual fossem rigorosamente cumpridos”. Um vídeo compartilhado nas redes sociais, mostra pessoas aglomeradas e sem máscaras. Veja:

 

O MPF também solicitou que para participação na festa, as pessoas deveriam estar “completamente vacinadas”.

Em nota, o MPF disse que a prefeitura se encarregou de fiscalizar o cumprimento dos protocolos. A organização do evento se comprometeu a contratar 45 seguranças e bombeiros para ajudar na fiscalização.

Sobre as denúncias de aglomeração, Ministério Público disse que pedirá informações à prefeitura e à Polícia Militar, para apuração. “Providências serão adotadas caso fiquem comprovadas irregularidades”, finalizou o comunicado.

A Funai (Fundação Nacional do Índio) informou que não participou da intermediação do evento.

A Secretaria de Saúde de Baía da Traição disse que emitirá, pela Vigilância Sanitária, um relatório das informações solicitadas pelo MPF.

O novo decreto do governo da Paraíba permite a presença de torcedores em estádios de futebol e eventos – como shows – com 20% da capacidade dos estabelecimentos, mas essas regras são válidas a partir de 1º de outubro.

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