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40% dos homens já ficaram tristes ou choraram depois do sexo

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Sexo é prazeroso, logo, depois do sexo, todo mundo fica feliz. Certo? Nem sempre. As emoções e a forma de experimentar a sexualidade não são tão simples nem únicas, e muita gente fica triste depois do sexo. Alguns até mesmo choram ou se sentem irritados após uma relação sexual, mesmo que ela seja consensual e tenha levado ao orgasmo. De tão comum essa queixa, os médicos deram nome para o quadro: disforia pós-coito.

Como as queixas que chegam aos consultórios, na maioria das vezes, vêm de mulheres, a ciência até agora se preocupou mais em estudar o fenômeno entre elas. Um novo estudo, porém, publicado recentemente na revista especializada Journal of Sex & Marital Therapy, mostra que a sensação desagradável é bastante comum também entre homens.

O levantamento, feito por uma equipe da Escola de Psicologia da Queensland University of Technology, na Austrália, entrevistou 1.208 homens de diversos países, que responderam perguntas sobre suas vidas sexuais por meio de um questionário on-line. O resultado mostrou que o fato de os homens não tocarem muito no assunto não significa que eles não experimentem a disforia pós-coito.

Muito pelo contrário. Cerca de 40% dos entrevistados disseram que já se sentiram tristes ou choraram depois de transar em algum momento da vida. O índice dos que disseram ter reagido da mesma forma nas quatro semanas anteriores ao estudo foi de 20%. E os dados mostraram que os sintomas são muito comuns para 4% dos entrevistados, porcentagem semelhante à encontrada nas mulheres em estudos anteriores.

Nos questionários aplicados pela internet, os participantes que disseram experimentar a disforia pós-coito podiam descrevê-la em suas próprias palavras. Os pesquisadores contam que havia frases como “Eu não quero ser tocado e quero ficar sozinho”, “Eu me sinto insatisfeito, chateado e muito agitado. Tudo que quero é sair e esquecer de tudo” e “Eu me sinto sem emoção e vazio”.

Para os responsáveis pelo estudo, os resultados mostram que a sexualidade masculina é muito mais complexa do que alguns imaginam e que ainda há muito a ser estudado sobre os efeitos das relações sexuais nas pessoas. “As primeiras três fases do ciclo de resposta sexual humano — excitação, platô e orgasmo — foram foco da maioria dos estudos até hoje. A experiência da fase de resolução (que vem é o que se sente após o orgasmo) ainda é um pouco misteriosa e, por isso, ainda mal compreendida”, afirma Robert Schweitzer, um dos autores da pesquisa, em comunicado emitido pela universidade.

O especialista acrescenta que os resultados também contradizem a crença, muito comum em sociedades ocidentais, de que os homens sempre querem e experimentam o sexo como algo prazeroso. “A experiência da disforia pós-coito contradiz essa suposição”, diz.

Por que alguém fica triste depois do sexo?
O professor Schweitzer diz que a resposta para essa pergunta ainda não foi dada. “Nós acreditamos que as razões sejam multifatoriais, incluindo fatores tanto biológicos quanto psicológicos”, afirma. Investigar mais o tema é importante para ajudar as pessoas a terem relacionamentos mais satisfatórios, ele acrescenta, uma vez que casais que, após o sexo, se abraçam, continuam trocando carícias e conversam se dizem mais felizes.
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Prefeito de Guarabira torce pela chapa “Doria e Eduardo” em 2022

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Comissão de Diversidade Sexual e de Gênero do Creci-PB combaterá racismo

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O Conselho Regional de Corretores de Imóveis da Paraíba deve promover no próximo mês de novembro, dedicado à consciência negra, campanha contra o racismo estrutural, que consiste num conjunto de práticas discriminatórias, institucionais, históricas, culturais, que privilegiam algumas raças em detrimento de outras.

A iniciativa, da Comissão de Diversidade Sexual e de Gênero, foi apresentada pela coordenadora Melissa Kettley ao superintendente em exercício Mário Vicente e ao conselheiro e presidente eleito Ubirajara Marques que, na ocasião, assegurou a manutenção da Comissão para o próximo triênio.

Nesse contexto, ela também propôs o acréscimo à nomenclatura da Comissão do termo étnico-racial, para agregar pessoas negras e outras etnias, onde a própria Comissão já tem. E sugeriu a destinação de uma parte dos alimentos arrecadados quando das inscrições para os eventos realizados pelo Creci-PB, para instituições que apoiam LGBTQIA+ em situação de vulnerabilidade.

O termo racismo estrutural é usado para reforçar o fato de que há sociedades estruturadas com base no racismo, que favorecem pessoas brancas e desfavorecem negros e indígenas.

Desde a sua criação, de forma inédita no país, a Comissão já fez denúncias de cunho LGBTFÓBICAS nas redes sociais, workshop em Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) e campanha alusiva ao Dia da Visibilidade Trans (29 de janeiro).

“Na ocasião, foram confeccionados 500 cartazes da lei estadual que proíbe a discriminação por orientação sexual e identidade de gênero nos estabelecimentos públicos e privados, e distribuídos nas imobiliárias, escritórios, construtoras, delegacias e em outros locais. Por ter sido revestida de êxito, devemos repetir essa campanha em janeiro”, concluiu.

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João Gomes faz show com aglomeração em aldeia indígena da Paraíba

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Descumprimentos de normas sanitárias foram registrados durante a apresentação do cantor João Gomes, na noite dessa terça-feira (28), no Litoral Norte da Paraíba. O evento de comemoração do padroeiro dos índios potiguares ocorreu na aldeia de São Miguel, localizada no município de Baía da Traição.

A festa privada, com ingressos de até R$ 120, teve aval do Ministério Público Federal (MPF) e permissão da presença de 1.233 pessoas no local. O órgão disse que liberou a festa “desde que os protocolos previstos em decreto estadual fossem rigorosamente cumpridos”. Um vídeo compartilhado nas redes sociais, mostra pessoas aglomeradas e sem máscaras. Veja:

 

O MPF também solicitou que para participação na festa, as pessoas deveriam estar “completamente vacinadas”.

Em nota, o MPF disse que a prefeitura se encarregou de fiscalizar o cumprimento dos protocolos. A organização do evento se comprometeu a contratar 45 seguranças e bombeiros para ajudar na fiscalização.

Sobre as denúncias de aglomeração, Ministério Público disse que pedirá informações à prefeitura e à Polícia Militar, para apuração. “Providências serão adotadas caso fiquem comprovadas irregularidades”, finalizou o comunicado.

A Funai (Fundação Nacional do Índio) informou que não participou da intermediação do evento.

A Secretaria de Saúde de Baía da Traição disse que emitirá, pela Vigilância Sanitária, um relatório das informações solicitadas pelo MPF.

O novo decreto do governo da Paraíba permite a presença de torcedores em estádios de futebol e eventos – como shows – com 20% da capacidade dos estabelecimentos, mas essas regras são válidas a partir de 1º de outubro.

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