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Ex-Palmeiras acerta com novo clube e deixa de trabalhar como gari

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O atacante Jorge Preá vai voltar a fazer o que mais gosta: jogador futebol. O atleta acertou um contrato de dois anos com o Arapongas, do Paraná, na terça-feira (22), e deixará de trabalhar com limpeza de bueiros na cidade de São Paulo.

De acordo com o UOL, Preá se apresentará ao novo clube no começo de fevereiro. Antes dos treinamentos com bola, ele se dedicará ao trabalho de fisioterapia e preparação física, uma vez que não entra em campo desde o ano passado.

“Meus amigos do trabalho ficaram muito felizes, muitos me ligaram me dando parabéns. Farei uma despedida antes de ir”, disse o atacante ao UOL, se referindo aos colegas do trabalho de limpeza urbana.

Em 2008, Jorge Preá chegou a defender o Palmeiras, onde chegou a receber um salário de R$ 35 mil por mês. A decisão de trabalhar em outra função ocorreu depois que ele levou calotes de outros clubes.

https://www.instagram.com/p/BozLiLHHe80/

 

 

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Prefeito de Guarabira torce pela chapa “Doria e Eduardo” em 2022

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Comissão de Diversidade Sexual e de Gênero do Creci-PB combaterá racismo

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O Conselho Regional de Corretores de Imóveis da Paraíba deve promover no próximo mês de novembro, dedicado à consciência negra, campanha contra o racismo estrutural, que consiste num conjunto de práticas discriminatórias, institucionais, históricas, culturais, que privilegiam algumas raças em detrimento de outras.

A iniciativa, da Comissão de Diversidade Sexual e de Gênero, foi apresentada pela coordenadora Melissa Kettley ao superintendente em exercício Mário Vicente e ao conselheiro e presidente eleito Ubirajara Marques que, na ocasião, assegurou a manutenção da Comissão para o próximo triênio.

Nesse contexto, ela também propôs o acréscimo à nomenclatura da Comissão do termo étnico-racial, para agregar pessoas negras e outras etnias, onde a própria Comissão já tem. E sugeriu a destinação de uma parte dos alimentos arrecadados quando das inscrições para os eventos realizados pelo Creci-PB, para instituições que apoiam LGBTQIA+ em situação de vulnerabilidade.

O termo racismo estrutural é usado para reforçar o fato de que há sociedades estruturadas com base no racismo, que favorecem pessoas brancas e desfavorecem negros e indígenas.

Desde a sua criação, de forma inédita no país, a Comissão já fez denúncias de cunho LGBTFÓBICAS nas redes sociais, workshop em Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) e campanha alusiva ao Dia da Visibilidade Trans (29 de janeiro).

“Na ocasião, foram confeccionados 500 cartazes da lei estadual que proíbe a discriminação por orientação sexual e identidade de gênero nos estabelecimentos públicos e privados, e distribuídos nas imobiliárias, escritórios, construtoras, delegacias e em outros locais. Por ter sido revestida de êxito, devemos repetir essa campanha em janeiro”, concluiu.

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João Gomes faz show com aglomeração em aldeia indígena da Paraíba

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Descumprimentos de normas sanitárias foram registrados durante a apresentação do cantor João Gomes, na noite dessa terça-feira (28), no Litoral Norte da Paraíba. O evento de comemoração do padroeiro dos índios potiguares ocorreu na aldeia de São Miguel, localizada no município de Baía da Traição.

A festa privada, com ingressos de até R$ 120, teve aval do Ministério Público Federal (MPF) e permissão da presença de 1.233 pessoas no local. O órgão disse que liberou a festa “desde que os protocolos previstos em decreto estadual fossem rigorosamente cumpridos”. Um vídeo compartilhado nas redes sociais, mostra pessoas aglomeradas e sem máscaras. Veja:

 

O MPF também solicitou que para participação na festa, as pessoas deveriam estar “completamente vacinadas”.

Em nota, o MPF disse que a prefeitura se encarregou de fiscalizar o cumprimento dos protocolos. A organização do evento se comprometeu a contratar 45 seguranças e bombeiros para ajudar na fiscalização.

Sobre as denúncias de aglomeração, Ministério Público disse que pedirá informações à prefeitura e à Polícia Militar, para apuração. “Providências serão adotadas caso fiquem comprovadas irregularidades”, finalizou o comunicado.

A Funai (Fundação Nacional do Índio) informou que não participou da intermediação do evento.

A Secretaria de Saúde de Baía da Traição disse que emitirá, pela Vigilância Sanitária, um relatório das informações solicitadas pelo MPF.

O novo decreto do governo da Paraíba permite a presença de torcedores em estádios de futebol e eventos – como shows – com 20% da capacidade dos estabelecimentos, mas essas regras são válidas a partir de 1º de outubro.

Portal T5

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