CONECTE-SE CONOSCO

Sem categoria

Sexo casual: mulheres que tomam a iniciativa se arrependem menos

Publicado há

em

Estudos que buscam analisar como as pessoas lidam com a sexualidade indicam que, em geral, as mulheres se arrependem mais do que os homens após um encontro de sexo casual. Agora, uma nova pesquisa, feita por psicólogos da Noruega, dos Estados Unidos e da Austrália, parece ter descoberto um fator que reduz consideravelmente as chances de uma mulher se lamentar após uma transa descompromissada: ela tomar a iniciativa.

O estudo é baseado nas experiências de 547 estudantes norueguesas e 216 americanas. As voluntárias responderam um questionaram no qual contaram se haviam tido sexo casual recentemente, de quem havia sido a iniciativa, se elas tinham sentido prazer e se haviam, de alguma forma, se sentido pressionadas a transar, entre outras perguntas.

Segundo os autores, as diferenças culturais pouco influenciaram nos resultados, sendo que o detalhe que mais se correlacionava com o arrependimento depois do sexo casual era mesmo se as participantes tinham ou não tomado a iniciativa.

Para os cientistas, há dois motivos principais para isso. “Mulheres que iniciam o sexo são propensas a ter, ao menos, duas qualidades distintas. Primeiro, elas tendem a ter uma psicologia sexual saudável, sentindo-se confortáveis com a própria sexualidade. Depois, elas têm a chance máxima de escolher precisamente com quem elas terão sexo. Consequentemente, elas têm menos razões de se sentirem arrependidas, uma vez que elas fizeram a própria escolha”, afirma Davis Buss, professor da Universidade do Texas e um dos autores do artigo.

Para Joy Wyckoff, doutoranda da Universidade do Texas e coautora do estudo, o resultado é uma lembrança da importância de as mulheres serem capazes de tomar decisões livremente sobre suas vidas sexuais. “O arrependimento é uma emoção muito desprazerosa e nossas conclusões sugerem que ter o controle sobre com quem ter sexo protege a mulher dessa experiência”, afirma.

A qualidade do sexo causal é importante
Embora com menor importância, outros dois fatores influenciam consideravelmente as mulheres a sentir arrependimento depois do sexo casual, segundo o estudo: o parceiro ser pouco habilidoso e ela não ter ficado satisfeita. Em outras palavras, o sexo ter sido ruim. Curiosamente, sexo ruim não causa arrependimento nos homens com a mesma frequência, dizem os autores, baseados em resultados de estudos feitos anteriormente.

Outro ponto interessante da pesquisa diz relação à sensação de nojo após um sexo casual. Segundo os autores, esse sentimento também é mais comum nas mulheres, mas, quando experimentado, faz tanto homens quanto mulheres se arrependerem da transa.

Segundo os especialistas, a sensação de repugnância pode ser resultado de questões morais, mas também está ligada à percepção de que o ato não foi saudável ou higiênico, o que pode indicar uma defesa evolutiva da espécie. “Repugnância sexual é uma emoção adaptativa importante”, analisa Buss. “Ela ajuda as pessoas a evitarem, mais tarde, parceiros que, por exemplo, representam um risco de contrair uma doença sexualmente transmissível.”

BLOG DAQUILO

Comente com seu Facebook

Clique para comentar

Escreva sua Resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Sem categoria

Prefeito de Guarabira torce pela chapa “Doria e Eduardo” em 2022

Publicado há

em

Comente com seu Facebook

CONTINUE LENDO

Sem categoria

Comissão de Diversidade Sexual e de Gênero do Creci-PB combaterá racismo

Publicado há

em

O Conselho Regional de Corretores de Imóveis da Paraíba deve promover no próximo mês de novembro, dedicado à consciência negra, campanha contra o racismo estrutural, que consiste num conjunto de práticas discriminatórias, institucionais, históricas, culturais, que privilegiam algumas raças em detrimento de outras.

A iniciativa, da Comissão de Diversidade Sexual e de Gênero, foi apresentada pela coordenadora Melissa Kettley ao superintendente em exercício Mário Vicente e ao conselheiro e presidente eleito Ubirajara Marques que, na ocasião, assegurou a manutenção da Comissão para o próximo triênio.

Nesse contexto, ela também propôs o acréscimo à nomenclatura da Comissão do termo étnico-racial, para agregar pessoas negras e outras etnias, onde a própria Comissão já tem. E sugeriu a destinação de uma parte dos alimentos arrecadados quando das inscrições para os eventos realizados pelo Creci-PB, para instituições que apoiam LGBTQIA+ em situação de vulnerabilidade.

O termo racismo estrutural é usado para reforçar o fato de que há sociedades estruturadas com base no racismo, que favorecem pessoas brancas e desfavorecem negros e indígenas.

Desde a sua criação, de forma inédita no país, a Comissão já fez denúncias de cunho LGBTFÓBICAS nas redes sociais, workshop em Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) e campanha alusiva ao Dia da Visibilidade Trans (29 de janeiro).

“Na ocasião, foram confeccionados 500 cartazes da lei estadual que proíbe a discriminação por orientação sexual e identidade de gênero nos estabelecimentos públicos e privados, e distribuídos nas imobiliárias, escritórios, construtoras, delegacias e em outros locais. Por ter sido revestida de êxito, devemos repetir essa campanha em janeiro”, concluiu.

Comente com seu Facebook

CONTINUE LENDO

Sem categoria

João Gomes faz show com aglomeração em aldeia indígena da Paraíba

Publicado há

em

Descumprimentos de normas sanitárias foram registrados durante a apresentação do cantor João Gomes, na noite dessa terça-feira (28), no Litoral Norte da Paraíba. O evento de comemoração do padroeiro dos índios potiguares ocorreu na aldeia de São Miguel, localizada no município de Baía da Traição.

A festa privada, com ingressos de até R$ 120, teve aval do Ministério Público Federal (MPF) e permissão da presença de 1.233 pessoas no local. O órgão disse que liberou a festa “desde que os protocolos previstos em decreto estadual fossem rigorosamente cumpridos”. Um vídeo compartilhado nas redes sociais, mostra pessoas aglomeradas e sem máscaras. Veja:

 

O MPF também solicitou que para participação na festa, as pessoas deveriam estar “completamente vacinadas”.

Em nota, o MPF disse que a prefeitura se encarregou de fiscalizar o cumprimento dos protocolos. A organização do evento se comprometeu a contratar 45 seguranças e bombeiros para ajudar na fiscalização.

Sobre as denúncias de aglomeração, Ministério Público disse que pedirá informações à prefeitura e à Polícia Militar, para apuração. “Providências serão adotadas caso fiquem comprovadas irregularidades”, finalizou o comunicado.

A Funai (Fundação Nacional do Índio) informou que não participou da intermediação do evento.

A Secretaria de Saúde de Baía da Traição disse que emitirá, pela Vigilância Sanitária, um relatório das informações solicitadas pelo MPF.

O novo decreto do governo da Paraíba permite a presença de torcedores em estádios de futebol e eventos – como shows – com 20% da capacidade dos estabelecimentos, mas essas regras são válidas a partir de 1º de outubro.

Portal T5

Comente com seu Facebook

CONTINUE LENDO

⚡EM ALTA

Copyright © 2021 Portal Mídia Orgulhosamente criado com ❤️ por FNX CORPORATION.