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Polícia encerra festa após flagrar participantes com armas, drogas e pendências na Justiça em João Pessoa

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A Polícia Militar da Paraíba encerrou uma festa que aconteceu durante a madrugada deste sábado (26), em uma casa de eventos, no Portal do Sol, em João Pessoa, onde foram apreendidas duas armas de fogo, alguns frascos de loló e uma pequena quantidade de maconha e cocaína. No evento, 412 pessoas foram revistadas e identificadas, das quais 45 já tinham passagens pela polícia. Mais de 20 suspeitos foram conduzidos até a delegacia, pois estavam respondendo a crimes em liberdade condicional e não poderiam estar no local.

Um deles era o organizador do evento, de 24 anos, que foi flagrado com uma pistola na cintura. Ele respondia em liberdade condicional por vários crimes, entre eles, por ação contra caixa eletrônico. No local, também foi preso outro envolvido em ação contra instituições financeiras, um homem de 29 anos, também respondendo ao crime – praticado em abril de 2015 – em liberdade condicional.

O objetivo da festa, que trouxe artistas de funk do Rio de Janeiro e de outros estados, ainda deve ser investigado. A PM atuou com vários grupos operacionais, com apoio do Corpo de Bombeiros Militar, Polícia Civil e da Secretaria de Estado da Administração Penitenciária. O local da festa foi multado em R$ 25 mil por poluição sonora.

O material apreendido e todos os suspeitos foram encaminhados para a Central de Polícia Civil, no Geisel.

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Preso há dois anos, cantor é solto depois de provar inocência

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Acusado em 2019 por invadir granjas no litoral sul da Paraíba, Heverton Felipe ficou detido por dois anos no presídio do Róger, em João Pessoa.

Preso há dois anos, cantor é solto depois de provar inocência

(Imagem: Reprodução / TV Tambaú)

O cantor Heverton Felipe, conhecido como Felupe, de 26 anos, foi solto na manhã desta quarta-feira (21) após passar dois anos preso na Penitenciária Desembargador Flósculo da Nóbrega, no bairro do Róger, em João Pessoa.

O artista foi preso preventivamente em 2019 por ser acusado de associação criminosa e invasão de granjas no litoral sul da Paraíba. Nesta quarta, os advogados do cantor conseguiram provar a inocência.

“Não tem justiça. A justiça foi feita por Deus e não pelo homem. É uma sensação de injustiça porque enquanto eu estava preso uma pessoa que cometeu o crime ficou solta e eu perdi dois anos da minha vida longe do meu filho, da minha família. Agora é reconstruir a minha vida e sair daqui de cabeça erguida”, lamentou.

O advogado Roberto Nascimento provou à Justiça que o artista estava em outro local no momento do crime. “Ele estava em uma festa de aniversário com alguns colegas enquanto o crime estava ocorrendo. O nosso escritório e a equipe jurídica conseguiram demonstrar isso no processo e agora o juiz reconhecidamente acertou a decisão e declarou a inocência do acusado Heverton”, disse.

Além do cantor, outras três pessoas acusadas no processo foram absolvidas.

portalt5

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Distribuidora de gás é invadida três vezes no mesmo dia, em Pombal, na PB

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Distribuidora de gás é invadida três vezes no mesmo dia, em Pombal, Sertão da PB

Uma distribuidora de gás foi furtada três vezes durante o último domingo (18), em Pombal, Alto Sertão da Paraíba. De acordo com o proprietário do local, o circuito de segurança registrou duas invasões.

O estabelecimento estava fechado. Segundo o dono do local, o primeiro furto aconteceu por volta das 5h40. A segunda invasão foi por volta das 13h do mesmo dia. Acredita-se que ele entrou uma terceira vez, pois o estoque não estava compatível com o que tinha no sábado e o que foi visto pelas imagens sendo furtado no domingo.

O homem ainda relatou que esta não foi a primeira vez que o estabelecimento foi invadido e furtado, e que a sensação é de impotência por não saber mais o que fazer para ter mais segurança.

A vítima dos furtos não informou qual foi o prejuízo total do local, mas o furto foi apenas de botijões de gás. O suspeito não levou nenhuma quantia em dinheiro.

G1

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Caso Geffesson Moura: policiais sergipanos mataram advogado na Paraíba e adulteraram cena do crime, conclui inquérito

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O relatório final já foi enviado ao Ministério Público, que acatou a conclusão da Polícia Civil e ofereceu denúncia à Justiça contra os policiais que foram presos provisoriamente até a conclusão do inquérito.

 

O advogado Geffesson de Moura Gomes trafegava pela rodovia federal BR-230, à altura do município de Santa Luzia, sertão do estado, quando foi abordado em uma operação da Polícia de Sergipe. (Foto: Reprodução)

 

A Polícia Civil da Paraíba concluiu o inquérito que apurou a morte do advogado Geffesson de Moura Gomes, e representou pela prisão preventiva dos policiais do estado de Sergipe, Osvaldo Resende Neto, José Alonso de Santana e Gilvan Moraes de Oliveira (Sargento Gilvan), envolvidos no crime. Eles foram indiciados por cometerem os crimes de homicídio qualificado e fraude processual, pela adulteração da cena do crime.

O relatório final já foi enviado ao Ministério Público, que acatou a conclusão da Polícia Civil e ofereceu denúncia à Justiça contra os policiais que foram presos provisoriamente até a conclusão do inquérito.

O delegado Glauber Fontes, designado em caráter especial para apurar o caso, destacou alguns pontos que foram essenciais para a conclusão do inquérito e que justificam o pedido de prisão preventiva dos policiais sergipanos.

“Os policiais estavam ali não para prender, mas para executar, pois os disparos comprovam isso, sendo oito disparos à queima roupa. Além disso, para tentar ludibriar a investigação eles jogaram uma arma no carro da vítima e apresentaram essa arma apenas na Delegacia de Patos e não no local do crime, caracterizando o crime de fraude processual”, disse o delegado Glauber Fontes.

Outros agravantes foram encontrados durante a investigação da Polícia Civil da Paraíba, que revelou que o delegado da Polícia Civil de Sergipe, Osvaldo Resende, já tinha envolvimento em uma situação muito semelhante no ano de 2020 em Tamandaré, quando assassinou o tio de Luiz Henrique, que era o alvo que eles realmente queria, ou seja, já havia um problema familiar entre a equipe do delegado e o investigado Luiz Henrique, que era o alvo que eles procuravam”, destacou Glauber Fontes.

O que o relatório aponta é que o advogado Geffesson de Moura Gomes foi morto por engano, pois o alvo da equipe sergipana era o investigado Luiz Henrique Cunha Carvalho. Outro ponto é a questão da arma que foi atribuída a Geffesson. Segundo o delegado Glauber Fontes, a arma tinha sido revendida para um policial militar do estado de Sergipe que, inclusive, encontra-se preso.

O delegado Sylvio Rabelo, da 3ª Superintendência de Polícia Civil da Paraíba, que investiga os casos relacionados a várias cidades do Sertão, destacou que o relatório é preciso e com base em uma investigação minuciosa, não deixando dúvidas quanto as autorias do crime.

“No que tange à autoria, não remanescem dúvidas. O autor dos oito disparos de arma de fogo que ceifaram a vida da vítima foi o delegado da Polícia Civil do estado de Sergipe, Osvaldo Resende Neto. Os policiais José Alonso de Santana e Gilvan Morais de Oliveira deram o apoio necessário para a consumação do crime ao realizarem as abordagem com o propósito previamente definido: localizar e executar a vítima Luiz Henrique Cunha Carvalho. O que deu errado, no momento da consumação do crime, foi o fato de Geffesson ter sido confundido com Luiz Henrique”,  ressaltou delegado Sylvio Rabelo.

“O Ministério Público já ofereceu denúncia e concordou com a Polícia Civil quanto à prisão preventiva dos indiciados. Ficamos agora no aguardo da decisão judicial que deverá sair nas próximas horas”, concluiu o delegado Glauber Fontes.

ENTENDA O CASO

No dia 16 de março deste ano, por volta das 22h, uma equipe da Polícia Civil de Sergipe entrou em território paraibano para realizar diligências quando abordou o advogado Geffesson de Moura Gomes, que trafegava pela rodovia federal BR-230, à altura do município de Santa Luzia, sertão do estado,

O objetivo era prender um grupo criminoso que atua em roubos de cargas e outros crimes em Sergipe e que havia se escondido na Paraíba.  Os policiais de Sergipe estavam de posse de mandados de prisão expedidos pela Justiça para serem cumpridos durante a ação.

Os policiais sergipano, no entanto, não deram qualquer chance do advogado paraibano se explicar ou se apresentar, pois, ao confundí-lo com um dos procurados, já foram atirando e atingiram a vítima com oito disparos à queima-roupa.

Eles ainda levaram a vítima, já sem vida, e a deixaram na frente do hospital de Santa Luzia. Também apresentaram uma arma de fogo à Delegacia de Patos como se fosse do advogado e alegando tê-la encontrado no carro do mesmo.

A Polícia Civil da Paraíba instaurou inquérito e investigou o caso, pedindo, a princípio, a prisão temporária dos suspeitos, e agora com a conclusão do inquérito, representou e o Ministério Público acatou, oferecendo denúncia pela prisão preventiva dos policiais sergipanos.

 

clickpb

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