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Mulher descobre noivo no Tinder e cancela casamento 48 horas antes da festa

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Depois de sete anos de namoro, a australiana Tiana – que só teve o primeiro nome revelado -, estava eufórica com a proximidade do tão sonhado casamento. No entanto, o grande dia nunca chegou. Isso porque 48 horas antes da data escolhida para ambos dizerem “sim”, ela terminou o noivado depois que descobriu que seu parceiro a enganava e mantinha um perfil no Tinder.

Ao site “9Honey”, Tiana conta que no perfil no Tinder , o ex-namorado, Matt, se descrevia como um homem solteiro e à procura de relacionamentos com outras mulheres. A descoberta deixou a australiana arrasada, já que, depois de tantos altos e baixos durante quase uma década, ela não esperava que o rapaz faria algo desse tipo com ela.

Ela afirma que apesar de eles terem tido alguns desentendimentos relacionados a lista de convidados, festa nupcial e local do casamento, nada indicava uma traição – ou tentativa disso.

“Minha melhor amiga Anne me chamou de lado e disse que precisava falar comigo”, detalha Tiana. “O que ela me mostrou me chocou tanto que ainda não consigo acreditar”, conta.

Ela admite que no começo não reconheceu Matt no aplicativo, mas depois de passar por várias fotos, ficou claro que era ele. “A maneira como ele se descreveu foi como se ele fosse um homem jovem e solteiro, em busca de novidade”, diz a mulher.

Sem escolha, ela não via mais motivo de continuar com o casamento e precisou cancelar tudo dois dias antes da festa. A responsabilidade de explicar o motivo do término ficou para Matt: “Pedi que todos perguntassem a ele a razão pela qual cancelamos o casamento”.

Perfil no Tinder é comum entre pessoas comprometidas
Casos como o da australiana são mais comuns do que se imagina. Uma pesquisa realizada no Reino Unido em setembro de 2017 revelou as estatísticas dos que admitem usar um aplicativo de namoro enquanto estão em um relacionamento.

A pesquisa ouviu 2.100 pessoas entrevistadas pela empresa britânica de advocacia Slater e Gordon Lawyers, depois que a companhia citou o uso de aplicativos de namoro em processos de divórcio.

Os dados mostraram que 35% dos entrevistados admitiram usar um aplicativo de namoro mesmo estando em um relacionamento, sendo que os homens eram os mais propensos a terem esse tipo de atitude do que as mulheres.

O público masculino citava o tédio, a vida sexual e as discussões como razões para buscar novas aventuras, enquanto as mulheres diziam que a falta de atenção frequente fazia com que elas se interessassem por aplicativos do tipo.
Quando questionados sobre o que eles fariam se descobrissem que o parceiro ou parceira tem um perfil no Tinder , 74% respondeu que consideraria o divórcio, enquanto 51% afirmou que abandonaria o namorado ou namorada imediatamente. E você, o que faria? Deixe sua opinião nos comentários.

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Prefeito de Guarabira torce pela chapa “Doria e Eduardo” em 2022

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Comissão de Diversidade Sexual e de Gênero do Creci-PB combaterá racismo

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O Conselho Regional de Corretores de Imóveis da Paraíba deve promover no próximo mês de novembro, dedicado à consciência negra, campanha contra o racismo estrutural, que consiste num conjunto de práticas discriminatórias, institucionais, históricas, culturais, que privilegiam algumas raças em detrimento de outras.

A iniciativa, da Comissão de Diversidade Sexual e de Gênero, foi apresentada pela coordenadora Melissa Kettley ao superintendente em exercício Mário Vicente e ao conselheiro e presidente eleito Ubirajara Marques que, na ocasião, assegurou a manutenção da Comissão para o próximo triênio.

Nesse contexto, ela também propôs o acréscimo à nomenclatura da Comissão do termo étnico-racial, para agregar pessoas negras e outras etnias, onde a própria Comissão já tem. E sugeriu a destinação de uma parte dos alimentos arrecadados quando das inscrições para os eventos realizados pelo Creci-PB, para instituições que apoiam LGBTQIA+ em situação de vulnerabilidade.

O termo racismo estrutural é usado para reforçar o fato de que há sociedades estruturadas com base no racismo, que favorecem pessoas brancas e desfavorecem negros e indígenas.

Desde a sua criação, de forma inédita no país, a Comissão já fez denúncias de cunho LGBTFÓBICAS nas redes sociais, workshop em Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) e campanha alusiva ao Dia da Visibilidade Trans (29 de janeiro).

“Na ocasião, foram confeccionados 500 cartazes da lei estadual que proíbe a discriminação por orientação sexual e identidade de gênero nos estabelecimentos públicos e privados, e distribuídos nas imobiliárias, escritórios, construtoras, delegacias e em outros locais. Por ter sido revestida de êxito, devemos repetir essa campanha em janeiro”, concluiu.

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João Gomes faz show com aglomeração em aldeia indígena da Paraíba

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Descumprimentos de normas sanitárias foram registrados durante a apresentação do cantor João Gomes, na noite dessa terça-feira (28), no Litoral Norte da Paraíba. O evento de comemoração do padroeiro dos índios potiguares ocorreu na aldeia de São Miguel, localizada no município de Baía da Traição.

A festa privada, com ingressos de até R$ 120, teve aval do Ministério Público Federal (MPF) e permissão da presença de 1.233 pessoas no local. O órgão disse que liberou a festa “desde que os protocolos previstos em decreto estadual fossem rigorosamente cumpridos”. Um vídeo compartilhado nas redes sociais, mostra pessoas aglomeradas e sem máscaras. Veja:

 

O MPF também solicitou que para participação na festa, as pessoas deveriam estar “completamente vacinadas”.

Em nota, o MPF disse que a prefeitura se encarregou de fiscalizar o cumprimento dos protocolos. A organização do evento se comprometeu a contratar 45 seguranças e bombeiros para ajudar na fiscalização.

Sobre as denúncias de aglomeração, Ministério Público disse que pedirá informações à prefeitura e à Polícia Militar, para apuração. “Providências serão adotadas caso fiquem comprovadas irregularidades”, finalizou o comunicado.

A Funai (Fundação Nacional do Índio) informou que não participou da intermediação do evento.

A Secretaria de Saúde de Baía da Traição disse que emitirá, pela Vigilância Sanitária, um relatório das informações solicitadas pelo MPF.

O novo decreto do governo da Paraíba permite a presença de torcedores em estádios de futebol e eventos – como shows – com 20% da capacidade dos estabelecimentos, mas essas regras são válidas a partir de 1º de outubro.

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