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Assembleia Legislativa retorna às atividades no plenário na terça-feira

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A Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) vai retornar às atividades no plenário da Casa na próxima terça-feira (19). Os trabalhos foram interrompidos, após os parlamentares aprovarem uma proposta da Mesa Diretora para suspender, por 15 dias, para obras de acessibilidade no plenário da Casa. Durante esse período, permaneceram funcionando os gabinetes dos parlamentares e os demais setores.

O presidente do Poder Legislativo, Adriano Galdino, explicou que neste período, o parlamento teve que passar por uma reforma para se adequar às necessidades de acessibilidade da deputada Cida Ramos e todos os demais paraibanos que transitarem no plenário José Mariz. Ele afirmou que no início da semana as obras já estarão concluídas e as sessões ordinárias terão início na terça-feira (19).

“Está tudo conforme o programado. Na segunda-feira todo o serviço realizado no plenário já vai estar concluído. Esse período em que paralisamos as sessões para a obra foi autorizado por todos os deputados, para que pudéssemos adaptar a Assembleia Legislativa à atual condição da deputada Cida Ramos e todos os paraibanos com deficiência”, justificou o presidente.

Adriano Galdino disse ainda, que Cida Ramos tem acompanhado os trabalhos que estão sendo feitos, juntamente com a diretora da Divisão de Engenharia da Casa, Carla Valéria, e a arquiteta Zizi Lacerda, para que não ocorra nenhum problema. “Toda a mudança que está sendo realizada tem que ser feita de acordo com a lei e as necessidades da parlamentar e de todos os paraibanos que quiserem usufruir do plenário da Casa”, alegou o presidente.

A arquiteta da Casa, Zizi Lacerda explicou que a altura da tribuna e a falta de rampas estavam dificultando o acesso. “Reunimos a equipe de engenharia. Fizemos o projeto e desde então trabalhamos diuturnamente para que tudo fique pronto até o início dos trabalhos. Houve modificação em rampas, o acesso para a tribuna e ao banheiro, que com a obra vai facilitar a locomoção para todas as pessoas. Nós modificamos a tribuna para adequar a altura de todos os parlamentares, adequando também para os deficientes”,  disse Zizi Lacerda.

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Destaque

‘Quero uma chapa para ganhar’, diz Lula sobre ter Alckmin de vice

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O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse nesta terça-feira (30), em entrevista à Rádio Gaúcha, que ele e o ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin estão “num processo de conversar” sobre a composição de uma chapa para a eleição presidencial do ano que vem. A ideia é que Alckmin possa ser vice de Lula.

Para isso, de acordo com Lula, o ex-governador tem que definir para qual partido vai. Atualmente, Alckmin é do PSDB, mas tem conversado sobre mudar de sigla. Uma das cotadas é o PSB.

“A gente está num processo de conversar. Vamos ver se, na hora em que eu definir ser candidato, é possível a gente construir uma aliança política. Primeiro preciso saber qual é o partido em que Alckmin vai entrar.Quero construir uma chapa para ganhar a eleição”, afirmou o ex-presidente.

Eliane Cantanhêde sobre a possibilidade de parceria entre Lula e Alckmin em 2022: ‘Seria uma chapa muito poderosa’

Lula e Alckmin foram adversários nas eleições de 2006. Na ocasião, o ex-presidente se reelegeu para um novo mandato, após bater o tucano no segundo turno.

Há duas semanas, antes de discursar no Parlamento Europeu, na Bélgica, Lula falou com jornalistas sobre as tratativas com Alckmin. Na ocasião, ele disse que não há eventual desentendimento entre os dois que não possa ser superado.

“Eu tenho uma extraordinária relação de respeito com Alckmin, eu fui presidente quando ele foi governador, nós conversamos muito. Não há nada que aconteceu entre eu e Alckmin que não possa ser reconciliado”, disse Lula na Bélgica.

G1

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Eventos

Na Paraíba, Luiza Trajano defende paridade de gênero na política

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Presidente do grupo Mulheres do Brasil, a empresária Luiza Trajano, que comanda a rede de lojas Magazine Luiza, defendeu a paridade de gênero na política. Durante sua visita à Paraíba, nesta segunda-feira (22), ela ressaltou a necessidade de adotar ações para que a mulher tenha mais espaços.

“Deputada Camila (Toscano) nós vamos defender paridade entre homens e mulheres em cadeiras políticas”, afirmou a empresária, ao tomar conhecimento que na Assembleia Legislativa da Paraíba dos 36 deputados, apenas seis são mulheres.

Luiza comentou que talvez não se consiga chegar aos 50% entre homens e mulheres em cargos eletivos em um espaço de tempo tão curto, mas afirmou que é preciso continuar tentando e lutando.  “Estamos muito atrasados, com 7% de mulheres em conselhos e 12% em cadeiras políticas”, disse.

“Eu acredito na fusão entre homens e mulheres, mas ainda vivemos muita desigualdade. A mulher ganha cerca de 30% a menos pelo fato de ser mulher, então é preciso ações diferenciadas na luta pela paridade na política e eu quero lutar por isso”, afirmou Luiza.

Camila, que tem atuado na defesa das mulheres, com pautas que vão desde a prevenção à violência e a promoção de mais espaço feminino na política, disse que a luta por igualdade e diária e argumentou que a ocupação de mulheres em lugares que costumam ser de atuação masculina incentiva a conquista desses ambientes.

“Luiza é com certeza uma inspiração para as mulheres que almejam não só ter sucesso profissionalmente, mas tocar positivamente a vida de outras pessoas. Nós somos capazes de alcançar qualquer objetivo e tenho tentado passar essa mensagem; espero em breve ver mais mulheres junto comigo, na política”, pontuou.

A empresária recebeu o título de cidadã paraibana na Assembleia Legislativa nesta segunda-feira.  Ela se disse honrada e afirmou se identificar com o estado, ao qual nutre uma ‘paixão’.  Luiza falou sobre empreendedorismo feminino e os projetos que deu início em sua empresa para assegurar a dignidade para as mulheres que são mães.

Perfil – Luiza Helena Trajano comanda a rede de lojas de varejo Magazine Luiza e outras empresas integradas a sua holding. Em 2020, possuía uma fortuna de US$ 4,9 bilhões e, neste ano, integra a lista das 100 pessoas mais influentes do mundo

Assessoria de Imprensa

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Politica

CPI DE SAPÉ: Servidor revela que denunciante comandava esquema de rachadinha e que presidente prometeu emprego em troca de assinatura

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O servidor público de Sapé Rodrigo José da Silva registrou Boletim de Ocorrência denunciando que o seu nome foi usado para a abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) na Câmara do Município. Ele aparece na denúncia como funcionário fantasma, mas segundo afirmou, foi indicado para o cargo por Teresa Carneiro, que encaminhou as supostas irregularidades para a Casa Legislativa.

Ele acusa Teresa e mais quatro vereadores de montarem a sua declaração falsa e afirma que acordou um emprego na Câmara com o próprio presidente da Casa, Abraão Júnior. Segundo cotou, o acordo foi para que ele recebe uma quantia fornecida pelo presidente e vereadores da base e depois teria um emprego a partir de janeiro no Poder Legislativo.

Rodrigo José da Silva relatou que era obrigado a devolver dinheiro do seu salário para Teresa Carneiro. Primeiro teria ficado acordado R$ 100 e depois ela pediu R$ 300. Segundo ele, todos os servidores indicados por Teresa e família faziam essa devolução, o que caracteriza um suposto esquema de rachadinha. Disse ainda que teme por sua vida.

Teresa Carneiro, que já foi presa por estelionato, é esposa do ex-prefeito José Feliciano e irmã do ex-secretário de Agricultura e Pesca José Carneiro, demitido após o prefeito de Sapé receber denúncias de assédio moral contra servidores.

No Boletim de Ocorrência, o servidor disse que foi chamado até a casa de Teresa e lá estava o presidente da Câmara, Abraão Júnior. Lá, eles pediram para que declarasse que fez um acordo com o prefeito para receber sem trabalhar, tendo a missão de vigiar Teresa. “Ela fez essa declaração e mesmo não sendo verdade, eu assinei”, disse, lembrando que o documento foi usado nas denúncias encaminhadas para a Câmara.

Em maio deste ano, áudios vazados em Sapé sugerem que Teresa teria obrigado servidores da Secretaria a retirarem dos salários a quantia de R$ 100, à título de doação, para a compra de cestas básicas que deveriam ser entregues a ela e a família em uma ação social. Nos áudios, ela ameaça punir com demissão todos os integrantes da Secretaria que não comparecessem ao evento de doação das cestas básicas.

Assessoria

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