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5 verdades sobre os aplicativos de relacionamentos

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Que os aplicativos de relacionamento e paquera estão cada vez mais populares, não podemos negar. Ano passado, o Happn, aplicativo de relacionamento baseado em encontros da vida real, em parceria com a YouGov empresa internacional de pesquisa de mercado, divulgou que 60% dos brasileiros usam os aplicativos para conhecer novas pessoas – sendo 52% dos respondentes mulheres e 48% homens.

Por estarem cada vez mais presentes, muitos acreditam que esse novo meio de paquera esteja alterando a natureza humana de como as pessoas se relacionam, deixando de lado o romance e o “friozinho na barriga” de conhecer alguém novo pelo acaso do destino.

Para acabar de vez com os mitos dos aplicativos, o happn responde algumas perguntas sobre a atualidade dos novos relacionamentos:

Os aplicativos estão acabando com o romance? Mito.

A verdade é que o romance está nas pessoas, na maneira que você irá tratar aquele que você deu o Crush, como você puxa o papo e continua a se relacionar com a pessoa. Os aplicativos apenas incentivam para que mais pessoas se conheçam, mas isso não significa que ele influência na maneira que uma pessoa se comporta. E o objetivo do happn é que as pessoas se encontrem na vida real, vivam suas emoções e façam o romance acontecer. Afinal, Crush diz tudo sobre como sentimentos imprevisíveis podem ser.

A paquera ao vivo mudou por causa dos aplicativos? Mito.

Talvez esteja mais fácil. A maioria das pessoas prefere encontrar o amor ao virar a esquina, mas isso acontece com mais freqüência nos filmes do que na vida real – antes esperava-se muito antes disso acontecer e, é por isso que qualquer ferramenta é útil quando se trata de encontrar o Crush. Usar um aplicativo de namoro pode definitivamente facilitar as coisas. E a vantagem é que se pode conhecer o pretendente antes de sair para o primeiro encontro, o que evita decepção e ajuda a entender a melhor pessoa para você.

Relacionamentos de aplicativos vão para frente? Fato.

Quem determina se um relacionamento vai para frente (ou não) é você e a outra pessoa, e não o local que os dois se conheceram. A prova disso? De acordo com as pessoas consultadas na pesquisa, 20% dos entrevistados encontraram o atual ou o último parceiro em redes sociais ou em aplicativos e sites de relacionamento, enquanto o exato mesmo número conheceu no trabalho ou na faculdade e 24% por meio de amigos. A sociedade evolui muito nos últimos anos, melhor se acostumar com a nova forma de construir um final feliz.

As pessoas que utilizam os aplicativos estão desesperadas? Mito.

Muito pelo contrário. Usar um aplicativo de relacionamento mostra que você está aberto a experiências, assim como sair para uma balada ou em um barzinho. A diferença é que os aplicativos de relacionamento aumentam as chances e ajudam a encontrar uma pessoa com as caraterísticas que o usuário procura, aquele alguém que deseja a mesma coisa que você. E como o happn é baseado em conexões da vida real, a timeline de cada usuário é única e reflete os encontros que acontecem no dia-a-dia de cada um.

Os aplicativos de paquera servem para todos os tipos de relacionamento? Fato.

Não importa a razão: aplicativos como o happn são úteis se você está afim do Crush da faculdade, do estranho bonitinho que entra no seu ônibus todos os dias, ou até mesmo para você que quer começar uma nova amizade com alguém – como indica a pesquisa encomendada pela YouGov – fazer amigos foi a motivação número um (71%) para assumir o risco no mundo online. A tecnologia nasceu para melhorar a vida das pessoas, o happn é uma ferramenta l para ajudar a agir na vida real. Só fazendo parte dessa experiência para dar aquele empurrão no destino e tentar conhecer o seu amor. Corre lá para viver essa experiência.

Não tenha medo de se jogar no mundo dos aplicativos! Seja você mesmo em todos os momentos e aproveite para conhecer e se relacionar novas pessoas. Quem sabe você não encontra aquele par ideal.

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Show do cantor João Gomes é cancelado no Piauí devido à pandemia da Covid-19

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O show que estava marcado para o dia 14 de dezembro, em comemoração ao aniversário da cidade foi cancelado por causa da pandemia da Covid-19.

O show de João Gomes foi cancelado no Piauí (Foto: Reprodução)

A Prefeitura de Bom Jesus, no Piauí, informou na manhã desta segunda-feira (29), que decidiu cancelar o show do cantor de forró João Gomes. O show que estava marcado para o dia 14 de dezembro, em comemoração ao aniversário da cidade foi cancelado por causa da pandemia da Covid-19. A informação foi divulgada por meio de redes sociais.

Ainda segundo a prefeitura, a decisão leva em consideração as recomendações do Conselho Regional de Medicina do Piauí (CMR-PI) para evitar festas de fim de ano e carnaval que possam gerar aglomeração de pessoas.

Além disso, um decreto estadual foi publicado nesse domingo (28) em função da nova onda de casos da doença .

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Prefeito de Guarabira torce pela chapa “Doria e Eduardo” em 2022

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Comissão de Diversidade Sexual e de Gênero do Creci-PB combaterá racismo

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O Conselho Regional de Corretores de Imóveis da Paraíba deve promover no próximo mês de novembro, dedicado à consciência negra, campanha contra o racismo estrutural, que consiste num conjunto de práticas discriminatórias, institucionais, históricas, culturais, que privilegiam algumas raças em detrimento de outras.

A iniciativa, da Comissão de Diversidade Sexual e de Gênero, foi apresentada pela coordenadora Melissa Kettley ao superintendente em exercício Mário Vicente e ao conselheiro e presidente eleito Ubirajara Marques que, na ocasião, assegurou a manutenção da Comissão para o próximo triênio.

Nesse contexto, ela também propôs o acréscimo à nomenclatura da Comissão do termo étnico-racial, para agregar pessoas negras e outras etnias, onde a própria Comissão já tem. E sugeriu a destinação de uma parte dos alimentos arrecadados quando das inscrições para os eventos realizados pelo Creci-PB, para instituições que apoiam LGBTQIA+ em situação de vulnerabilidade.

O termo racismo estrutural é usado para reforçar o fato de que há sociedades estruturadas com base no racismo, que favorecem pessoas brancas e desfavorecem negros e indígenas.

Desde a sua criação, de forma inédita no país, a Comissão já fez denúncias de cunho LGBTFÓBICAS nas redes sociais, workshop em Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) e campanha alusiva ao Dia da Visibilidade Trans (29 de janeiro).

“Na ocasião, foram confeccionados 500 cartazes da lei estadual que proíbe a discriminação por orientação sexual e identidade de gênero nos estabelecimentos públicos e privados, e distribuídos nas imobiliárias, escritórios, construtoras, delegacias e em outros locais. Por ter sido revestida de êxito, devemos repetir essa campanha em janeiro”, concluiu.

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