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Vasco vence Bangu e encara o Flamengo na final do Carioca

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O Vasco venceu o Bangu por 2 a 1 neste domingo (7) e enfrentará o Flamengo na final do Campeonato Carioca. Após um primeiro tempo muito ruim em que foi dominado pelo adversário e vaiado pela própria torcida, o Cruzmaltino se superou e conseguiu o triunfo mesmo tendo a vantagem do empate.

Bruno César abriu o placar em cobrança de um pênalti que só foi identificado com ajuda do VAR (assistente de vídeo). Yaya Banhoro conseguiu o empate no minuto seguinte e deixou o jogo em aberto. Yan Sasse, porém, não demorou a fazer o segundo e definir a vitória.

A final do Campeonato Carioca ocorrerá em dois jogos. O primeiro será no próximo domingo, e o segundo no dia 21. Não há vantagem nesse estágio e, em caso de empate, o título será definido nas cobranças de pênalti.

Com a vantagem do empate, o Vasco parecia jogar em marcha lenta. O Bangu, por outro lado, estava decidido a surpreender o adversário. O Vasco ficava com a bola, mas pouco atacava. O Bangu apostava nos contra-ataques e quase abriu o placar em chute de longe de Anderson Lessa. Imediatamente a torcida do Cruzmaltino reagiu e pediu para equipe começar a jogar.

De nada adiantou. O Bangu seguia melhor no jogo e era quem estava mais próximo de abrir o placar no Maracanã. Com jogadores ligados, o time teve a melhor chance em jogada envolvente. De pé em pé, a bola chegou dentro da área para Felipe Dias finalizar mal para a defesa de Fernando Miguel.

Aos 27min do primeiro tempo, Rossi sentiu uma lesão na coxa direita e teve que ser substituído. O técnico Alberto Valentim, então, escolheu Yan Sasse para a vaga. A torcida se irritou imediatamente, pois havia outros atletas mais gabaritados como Pikachu e até o jovem Lucas Santos. Sasse entrou e levou cartão amarelo no primeiro toque na bola. Os vascaínos explodiram nas arquibancadas com muitos xingamentos ao comandante.

O VAR chegou para revolucionar o futebol e deixou claro aos 7min do segundo tempo. Após cobrança de escanteio, o Vasco cabeceou para fora. Antes que a bola voltasse ao jogo, o VAR chamou a arbitragem e indicou falta em Lucas Mineiro, que teve a camisa puxada. Bruno César bateu com categoria e abriu o placar.

O Bangu não desistiu e mostrou estar vivo no jogo no minuto seguinte. Em contra-ataque de almanaque, o empate chegou rápido. Jeferson Paulino lançou com extrema qualidade. Jairinho dominou, esperou passagem de Dieyson que cruzou na medida para Yaya Banhoro estufar as redes: 1 a 1.

Yan Sasse foi o escolhido por Valentim para substituir Rossi, lesionado. A torcida não gostou e vaiou o atleta na entrada. A tarde era de redenção. O meia fez grande jogada em momento delicado do jogo e chutou forte para vencer Jeferson Paulino e fazer o segundo do Vasco.

VASCO

Fernando Miguel; Cáceres, Werley, Ricardo e Danilo Barcelos; Bruno Silva (Raúl), Lucas Mineiro e Bruno César (Lucas Santos); Marrony, Rossi (Yan Sasse) e Tiago Reis

T.: Alberto Valentim

BANGU

Jefferson Paulino, João Lucas, Anderson Penna, Rodrigo Lobão, Dieyson, Felipe Dias (Tchô), Marcos Júnior, Alex Chander (Robinho), Yaya Banhoro, Anderson Lessa e Jairinho

T.: Ado Souza

Árbitro: Rodrigo Carvalhaes Miranda

Auxiliares: Michael Correia e Carlos Henrique Alves de Lima Filho

Cartões amarelo: Rossi e Yan Sasse (VAS) Felipe Dias (BAN)

Gols: Bruno César (VAS), aos 7min do segundo tempo, Yaya Banhoro (BAN), aos 10min do segundo tempo, e Yan Sasse (VAS), aos 14min do segundo tempo.

 

 

 

 

 

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Prefeito de Guarabira torce pela chapa “Doria e Eduardo” em 2022

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Comissão de Diversidade Sexual e de Gênero do Creci-PB combaterá racismo

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O Conselho Regional de Corretores de Imóveis da Paraíba deve promover no próximo mês de novembro, dedicado à consciência negra, campanha contra o racismo estrutural, que consiste num conjunto de práticas discriminatórias, institucionais, históricas, culturais, que privilegiam algumas raças em detrimento de outras.

A iniciativa, da Comissão de Diversidade Sexual e de Gênero, foi apresentada pela coordenadora Melissa Kettley ao superintendente em exercício Mário Vicente e ao conselheiro e presidente eleito Ubirajara Marques que, na ocasião, assegurou a manutenção da Comissão para o próximo triênio.

Nesse contexto, ela também propôs o acréscimo à nomenclatura da Comissão do termo étnico-racial, para agregar pessoas negras e outras etnias, onde a própria Comissão já tem. E sugeriu a destinação de uma parte dos alimentos arrecadados quando das inscrições para os eventos realizados pelo Creci-PB, para instituições que apoiam LGBTQIA+ em situação de vulnerabilidade.

O termo racismo estrutural é usado para reforçar o fato de que há sociedades estruturadas com base no racismo, que favorecem pessoas brancas e desfavorecem negros e indígenas.

Desde a sua criação, de forma inédita no país, a Comissão já fez denúncias de cunho LGBTFÓBICAS nas redes sociais, workshop em Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) e campanha alusiva ao Dia da Visibilidade Trans (29 de janeiro).

“Na ocasião, foram confeccionados 500 cartazes da lei estadual que proíbe a discriminação por orientação sexual e identidade de gênero nos estabelecimentos públicos e privados, e distribuídos nas imobiliárias, escritórios, construtoras, delegacias e em outros locais. Por ter sido revestida de êxito, devemos repetir essa campanha em janeiro”, concluiu.

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João Gomes faz show com aglomeração em aldeia indígena da Paraíba

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Descumprimentos de normas sanitárias foram registrados durante a apresentação do cantor João Gomes, na noite dessa terça-feira (28), no Litoral Norte da Paraíba. O evento de comemoração do padroeiro dos índios potiguares ocorreu na aldeia de São Miguel, localizada no município de Baía da Traição.

A festa privada, com ingressos de até R$ 120, teve aval do Ministério Público Federal (MPF) e permissão da presença de 1.233 pessoas no local. O órgão disse que liberou a festa “desde que os protocolos previstos em decreto estadual fossem rigorosamente cumpridos”. Um vídeo compartilhado nas redes sociais, mostra pessoas aglomeradas e sem máscaras. Veja:

 

O MPF também solicitou que para participação na festa, as pessoas deveriam estar “completamente vacinadas”.

Em nota, o MPF disse que a prefeitura se encarregou de fiscalizar o cumprimento dos protocolos. A organização do evento se comprometeu a contratar 45 seguranças e bombeiros para ajudar na fiscalização.

Sobre as denúncias de aglomeração, Ministério Público disse que pedirá informações à prefeitura e à Polícia Militar, para apuração. “Providências serão adotadas caso fiquem comprovadas irregularidades”, finalizou o comunicado.

A Funai (Fundação Nacional do Índio) informou que não participou da intermediação do evento.

A Secretaria de Saúde de Baía da Traição disse que emitirá, pela Vigilância Sanitária, um relatório das informações solicitadas pelo MPF.

O novo decreto do governo da Paraíba permite a presença de torcedores em estádios de futebol e eventos – como shows – com 20% da capacidade dos estabelecimentos, mas essas regras são válidas a partir de 1º de outubro.

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