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Policial

Juiz condena quatro adolescentes acusados de estupro em colégio

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O juiz da 2ª Vara da Infância e Juventude, Luiz Augusto Souto Cantalice, condenou à pena de internação quatro adolescentes acusados de participação em casos de estupros que teriam ocorrido no Colégio GEO, em João Pessoa. A condenação dos réus, cuja sentença foi proferida na noite desta quarta-feira (24), foi por ato infracional análogo ao crime de estupro de vulnerável.

Segundo o advogado de defesa de dois dos quatro adolescentes, Aécio Farias, em virtude do fato de que os réus são menores de idade, o juiz não estipulou um tempo de cumprimento de pena, mas avaliações periódicas devem ocorrer a cada seis meses, no máximo.

Ainda de acordo com o advogado, por se tratar de segredo de justiça, a íntegra da sentença não será tornada pública.

Farias considera a sentença como um erro judicial. “Não havia qualquer prova para condenação. Vamos recorrer”, declarou.

 

 

 

 

 

 

PortalCorreio

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Policial

Dupla de criminosos assaltam o posto Bom Todo, do grupo Guaraves.

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Uma dupla de assaltantes em uma motocicleta, assaltou o posto de combustíveis Bom Todo, que fica na saída de Guarabira para Cuitegi. O posto pertence ao grupo Guaraves.

A imagem de uma câmera de segurança instalada no posto mostra que a ação dos bandidos foi rápida.

A Polícia já está analisando as imagens e faz diligências para encontrar os elementos.

Não há informação do quanto foi levado pelos bandidos. O assalto aconteceu nas primeiras horas da tarde deste sábado (08).

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Policial

Tiroteio durante operação da Polícia deixa 15 mortos no Rio de Janeiro

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Segundo a corporação, um policial civil e 14 suspeitos morreram na ação.

Uma operação da Polícia Civil do RJ contra o tráfico de drogas no Jacarezinho, na Zona Norte do Rio, deixou 15 pessoas mortas (Foto: Reprodução)

Uma operação da Polícia Civil do RJ contra o tráfico de drogas no Jacarezinho, na Zona Norte do Rio, deixou 15 pessoas mortas e provocou um intenso tiroteio no início da manhã desta quinta-feira (6).

Segundo a corporação, um policial civil e 14 suspeitos morreram na ação. Dois passageiros do metrô foram baleados dentro de um vagão da linha 2, na altura da estação Triagem.

A Operação Exceptis investiga o aliciamento de crianças e adolescentes para ações criminosas, como assassinatos, roubos e até sequestros de trens da Supervia. A polícia afirma que o tráfico da região adota táticas de guerrilha, com armas pesadas e “soldados fardados”.

Até a última atualização desta reportagem, a polícia havia dado informações sobre cinco das vítimas, incluindo o policial morto e mais quatro pessoas feridas:

  • André Frias, policial civil, morto após ser baleado na cabeça; ele era da Delegacia de Combate às Drogas (Dcod);
  • Outros dois policiais feridos, um da Dcod e um da Coordenadoria de Operações Especiais (Core) — não havia informações sobre o quadro de saúde deles;
  • Dois passageiros dentro de um vagão da Linha 2 do metrô, feridos após uma bala perdida estilhaçar uma janela — também não havia informações sobre o quadro de saúde deles.

O Jacarezinho é considerado uma base do Comando Vermelho, a maior facção do tráfico de drogas em atividade no Rio. A comunidade é predominantemente plana, repleta de ruelas e cercada de barricadas instaladas pelo crime — o que dificulta o acesso de blindados, por exemplo.

O Globocop flagrou às 6h45 policiais avançando pelos trilhos da Supervia e do metrô — que cortam o Jacarezinho na superfície — e se abrigando em postes (veja no vídeo que abre esta reportagem). Helicópteros da polícia, em apoio às equipes em terra, davam rasantes na comunidade.

Às 7h30, criminosos com fuzis foram vistos pulando de laje em laje, em fuga. Os homens passavam as armas de mão em mão pelos muros enquanto corriam pelos telhados das casas.

Não havia movimentação de moradores nas ruas e vielas do Jacarezinho.

A troca de tiros afetou a circulação da Linha 2 do metrô e dos ramais de Saracuruna e de Belford Roxo da Supervia — trens da Central não partiam para esses destinos.

Escutas identificaram 21 criminosos

Com a quebra dos dados telemáticos autorizada pela Justiça, foram identificados 21 integrantes do grupo criminoso, todos responsáveis por garantir o domínio territorial da região com utilização de armas de fogo.

A polícia identificou uma estrutura típica de guerra provida de centenas de “soldados” munidos com fuzis, pistolas, granadas, coletes balísticos, roupas camufladas e todo tipo de acessórios militares.

G1

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Policial

PF desarticula quadrilha que comandava tráfico internacional de drogas

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A Polícia Federal prende o banqueiro Eduardo Plass em nova etapa da Operação Hashtag, desbodramento da Lava Jato no Rio de Janeiro.
© Tomaz Silva/Agência Brasil

Justiça determina a busca e apreensão de dez aeronaves

Policiais federais cumpriram nesta quinta-feira (6) 110 mandados judiciais – 38 de prisão e 72 de busca e apreensão – em Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Tocantins, Amazonas, Maranhão, Pará, Rio Grande do Sul, Paraná e São Paulo. A ação faz parte da Operação Grão Branco, cujo alvo é uma quadrilha responsável por tráfico internacional de drogas.

A 1ª Vara da Justiça Federal de Cáceres (MT) determinou ainda a busca e apreensão de dez aeronaves e o sequestro de todos os bens de 103 pessoas físicas e jurídicas investigadas. O valor total de bens sequestrado está sendo apurado.

Como foi o início da investigação

As investigações tiveram início em janeiro de 2019, quando a Polícia Federal (PF) e o Grupo Especial de Fronteira – Gefron, de Mato Grosso – apreenderam 495 kg de cocaína no município de Nova Lacerda (MT). Na operação, foram realizados mais de dez flagrantes com apreensão de aproximadamente quatro toneladas de cocaína, aeronaves e veículos utilizados no transporte e a prisão de mais de 20 pessoas envolvidas com o crime.

“O líder da organização criminosa, já condenado por tráfico de drogas,  encontrava-se foragido da Justiça brasileira e controlava toda a logística do transporte da droga a partir de uma mansão em um condomínio de luxo em Santa Cruz de La Sierra, na Bolívia, desde a saída da droga daquele país por meio de aeronaves, até o recebimento dela em pistas clandestinas no Brasil, o carregamento em carretas e a entrega em grandes centros do Brasil”, disse a PF, em nota.

Em 2020, por meio de uma cooperação internacional com a Polícia Boliviana (Cerian – Centro Regional de Inteligência Antinarcóticos), o líder foi expulso do país e entregue às autoridades brasileiras, iniciando o cumprimento da pena pelo crime. Ao mesmo tempo, seus familiares e outros integrantes da organização criminosa continuaram  comandando a logística de transporte da droga.

O nome do líder da organização criminosa não foi divulgado. O nome da Operação Grão Branco deve-se ao transporte de grãos (soja, milho) de Mato Grosso para São Paulo para justificar as viagens das carretas que transportavam a cocaína.

agenciabrasil

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