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“Estou cultivando um bigode”, diz Vitória Falcão, da dupla Anavitória

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Se depilar ou não ainda é uma discussão entre muitas mulheres, mas muitas já abriram mão da cera  e das lâminas há tempos em prol da liberdade feminina. As cantoras da dupla Anavitória, por exemplo, estão entre as que afirmaram não querer ocupar o espaço que a sociedade impôs para o feminino e Vitória Falcão, inclusive, afirmou que está deixando o bigode crescer.

Enquanto Ana Caetano conta que parou de fazer as sobrancelhas e que sai de cabelo bagunçado quando bem entende, Vitória Falcão , por sua vez, avisa que não quer mais fazer o buço. “Cansei de ouvir coisas como ‘olha essa olheira’ e ‘depila’. Tanto que estou cultivando um bigode ”, avisa em entrevista ao jornal O Globo  .

“E se acordar amanhã e quiser depilar o corpo todo, está tudo bem também. Passamos a ter coragem de assumir novos lugares, não queremos mais estar onde nos colocaram. Não podemos deixar que nos editem, que deixemos de fazer a nossa vontade por causa de um padrão inventado”, completa, reforçando a liberdade femina .

Pequenos passos para ser uma mulher livre de rótulos

As duas querem ter um papel ativo para a igualdade e justiça, mesmo que isso comece com “passos de bebê”, como parar de depilar o buço e crescer um bigode . “É o caminho para um mundo melhor. Pode começar pequeno, fazendo uma mudançazinha, mas isso já tem um impacto positivo. Ter consciência do que causamos já é um primeiro passo”, finaliza Vitória.

(fonte: ig delas/ foto: instagram)

 

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Prefeito de Guarabira torce pela chapa “Doria e Eduardo” em 2022

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Comissão de Diversidade Sexual e de Gênero do Creci-PB combaterá racismo

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O Conselho Regional de Corretores de Imóveis da Paraíba deve promover no próximo mês de novembro, dedicado à consciência negra, campanha contra o racismo estrutural, que consiste num conjunto de práticas discriminatórias, institucionais, históricas, culturais, que privilegiam algumas raças em detrimento de outras.

A iniciativa, da Comissão de Diversidade Sexual e de Gênero, foi apresentada pela coordenadora Melissa Kettley ao superintendente em exercício Mário Vicente e ao conselheiro e presidente eleito Ubirajara Marques que, na ocasião, assegurou a manutenção da Comissão para o próximo triênio.

Nesse contexto, ela também propôs o acréscimo à nomenclatura da Comissão do termo étnico-racial, para agregar pessoas negras e outras etnias, onde a própria Comissão já tem. E sugeriu a destinação de uma parte dos alimentos arrecadados quando das inscrições para os eventos realizados pelo Creci-PB, para instituições que apoiam LGBTQIA+ em situação de vulnerabilidade.

O termo racismo estrutural é usado para reforçar o fato de que há sociedades estruturadas com base no racismo, que favorecem pessoas brancas e desfavorecem negros e indígenas.

Desde a sua criação, de forma inédita no país, a Comissão já fez denúncias de cunho LGBTFÓBICAS nas redes sociais, workshop em Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) e campanha alusiva ao Dia da Visibilidade Trans (29 de janeiro).

“Na ocasião, foram confeccionados 500 cartazes da lei estadual que proíbe a discriminação por orientação sexual e identidade de gênero nos estabelecimentos públicos e privados, e distribuídos nas imobiliárias, escritórios, construtoras, delegacias e em outros locais. Por ter sido revestida de êxito, devemos repetir essa campanha em janeiro”, concluiu.

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João Gomes faz show com aglomeração em aldeia indígena da Paraíba

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Descumprimentos de normas sanitárias foram registrados durante a apresentação do cantor João Gomes, na noite dessa terça-feira (28), no Litoral Norte da Paraíba. O evento de comemoração do padroeiro dos índios potiguares ocorreu na aldeia de São Miguel, localizada no município de Baía da Traição.

A festa privada, com ingressos de até R$ 120, teve aval do Ministério Público Federal (MPF) e permissão da presença de 1.233 pessoas no local. O órgão disse que liberou a festa “desde que os protocolos previstos em decreto estadual fossem rigorosamente cumpridos”. Um vídeo compartilhado nas redes sociais, mostra pessoas aglomeradas e sem máscaras. Veja:

 

O MPF também solicitou que para participação na festa, as pessoas deveriam estar “completamente vacinadas”.

Em nota, o MPF disse que a prefeitura se encarregou de fiscalizar o cumprimento dos protocolos. A organização do evento se comprometeu a contratar 45 seguranças e bombeiros para ajudar na fiscalização.

Sobre as denúncias de aglomeração, Ministério Público disse que pedirá informações à prefeitura e à Polícia Militar, para apuração. “Providências serão adotadas caso fiquem comprovadas irregularidades”, finalizou o comunicado.

A Funai (Fundação Nacional do Índio) informou que não participou da intermediação do evento.

A Secretaria de Saúde de Baía da Traição disse que emitirá, pela Vigilância Sanitária, um relatório das informações solicitadas pelo MPF.

O novo decreto do governo da Paraíba permite a presença de torcedores em estádios de futebol e eventos – como shows – com 20% da capacidade dos estabelecimentos, mas essas regras são válidas a partir de 1º de outubro.

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