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8 mentiras do dia a dia que sinalizam problemas na relação

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Não costuma ser fácil admitir que um relacionamento está em maus lençóis. Há situações, inclusive, em que o cenário não é nem claro para as pessoas envolvidas, que não conseguem perceber a conexão se desfazendo.

Mas alguns sinais podem ser alertas de problemas na vida a dois. É o caso das mentiras contadas dia após dia, revelando indícios de que algo não está bem. Confira, a seguir, 8 delas:

Encobrir verdades

Dizer que adorou a comida que o outro fez ou que amou o novo corte de cabelo só para não magoar pode parecer um jeito simpático de contornar contrariedades. Mas a sinceridade e o diálogo são essenciais em uma relação. Mais do que isso, ocultar uma opinião por medo da reação do parceiro pode se transformar numa situação muito mais constrangedora ou dramática caso a verdade venha à tona.

Assegurar que está ouvindo

Quando alguém está falando é porque quer ser ouvido. Se o outro não dá atenção, apesar de dizer que está acompanhando a fala, acaba magoando o parceiro. Ouvir é uma forma de demonstrar carinho, gentileza e respeito. Não se dispor a escutar revela comportamento totalmente contrário.

Esconder contas e gastos

Se um dos dois cuida das contas e prefere mentir sobre o cenário financeiro para evitar desperdícios ou gastos extras, é sinal de que não confia no outro. Ainda tira a chance de o parceiro assumir a responsabilidade conjunta em relação à grana. Da mesma forma, quem prefere negar em vez de assumir que fez comprinhas demonstra falta de sintonia com os objetivos monetários do casal.

Dizer que vai trabalhar até mais tarde

Podem existir inúmeros motivos por trás dessa mentira: vontade de sair com os amigos (sem cobranças), necessidade de um tempo sozinho ou mesmo encontrar uma pessoa que o parceiro não curta. Causas à parte, esconder situações com desculpa diferente da realidade mostra que a pessoa não é capaz de verbalizar suas necessidades pessoais –o que é importante manter numa relação, vale ressaltar. Isso sem contar que não está sendo honesto com o par.

Garantir que está tudo bem

Dizer que está tudo bem quando não está revela medo de discutir a questão, de não ser compreendido e ouvido ou, ainda, falta de confiança no outro. Quando um –ou mesmo os dois– não quer falar abertamente sobre algum ponto delicado, a relação começa a rachar, afastando o casal.

Falar que está com dor de cabeça

Recorrer ao incômodo para escapar de um papo sério ou mesmo evitar sexo é sinal de que falta sinceridade na relação. Conversar sem brigas e com respeito, apresentando a realidade por trás dos fatos, é a melhor maneira de manter o relacionamento saudável. A sessão DR costuma ser a melhor solução para resolver questões de maneira adulta e madura.

Inventar sobre a personalidade

Costuma acontecer mais em inícios de relacionamentos, mas fingir é não ter capacidade de assumir quem realmente é. E quando a verdade aparece, o relacionamento acaba desmoronando, porque foi construído em cima de uma mentira.

Repetir “eu te amo!”

É claro que todo o mundo gosta de se sentir amado, mas a partir do momento que a frase é banalizada pode acabar soando falsa. Sentimentos, para serem sinceros, precisam ser sentidos. Não dá para falar eu te amo com uma semana de relacionamento. A mesma coisa vale para a resposta automática.

Fonte: UOL

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Prefeito de Guarabira torce pela chapa “Doria e Eduardo” em 2022

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Comissão de Diversidade Sexual e de Gênero do Creci-PB combaterá racismo

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O Conselho Regional de Corretores de Imóveis da Paraíba deve promover no próximo mês de novembro, dedicado à consciência negra, campanha contra o racismo estrutural, que consiste num conjunto de práticas discriminatórias, institucionais, históricas, culturais, que privilegiam algumas raças em detrimento de outras.

A iniciativa, da Comissão de Diversidade Sexual e de Gênero, foi apresentada pela coordenadora Melissa Kettley ao superintendente em exercício Mário Vicente e ao conselheiro e presidente eleito Ubirajara Marques que, na ocasião, assegurou a manutenção da Comissão para o próximo triênio.

Nesse contexto, ela também propôs o acréscimo à nomenclatura da Comissão do termo étnico-racial, para agregar pessoas negras e outras etnias, onde a própria Comissão já tem. E sugeriu a destinação de uma parte dos alimentos arrecadados quando das inscrições para os eventos realizados pelo Creci-PB, para instituições que apoiam LGBTQIA+ em situação de vulnerabilidade.

O termo racismo estrutural é usado para reforçar o fato de que há sociedades estruturadas com base no racismo, que favorecem pessoas brancas e desfavorecem negros e indígenas.

Desde a sua criação, de forma inédita no país, a Comissão já fez denúncias de cunho LGBTFÓBICAS nas redes sociais, workshop em Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) e campanha alusiva ao Dia da Visibilidade Trans (29 de janeiro).

“Na ocasião, foram confeccionados 500 cartazes da lei estadual que proíbe a discriminação por orientação sexual e identidade de gênero nos estabelecimentos públicos e privados, e distribuídos nas imobiliárias, escritórios, construtoras, delegacias e em outros locais. Por ter sido revestida de êxito, devemos repetir essa campanha em janeiro”, concluiu.

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João Gomes faz show com aglomeração em aldeia indígena da Paraíba

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Descumprimentos de normas sanitárias foram registrados durante a apresentação do cantor João Gomes, na noite dessa terça-feira (28), no Litoral Norte da Paraíba. O evento de comemoração do padroeiro dos índios potiguares ocorreu na aldeia de São Miguel, localizada no município de Baía da Traição.

A festa privada, com ingressos de até R$ 120, teve aval do Ministério Público Federal (MPF) e permissão da presença de 1.233 pessoas no local. O órgão disse que liberou a festa “desde que os protocolos previstos em decreto estadual fossem rigorosamente cumpridos”. Um vídeo compartilhado nas redes sociais, mostra pessoas aglomeradas e sem máscaras. Veja:

 

O MPF também solicitou que para participação na festa, as pessoas deveriam estar “completamente vacinadas”.

Em nota, o MPF disse que a prefeitura se encarregou de fiscalizar o cumprimento dos protocolos. A organização do evento se comprometeu a contratar 45 seguranças e bombeiros para ajudar na fiscalização.

Sobre as denúncias de aglomeração, Ministério Público disse que pedirá informações à prefeitura e à Polícia Militar, para apuração. “Providências serão adotadas caso fiquem comprovadas irregularidades”, finalizou o comunicado.

A Funai (Fundação Nacional do Índio) informou que não participou da intermediação do evento.

A Secretaria de Saúde de Baía da Traição disse que emitirá, pela Vigilância Sanitária, um relatório das informações solicitadas pelo MPF.

O novo decreto do governo da Paraíba permite a presença de torcedores em estádios de futebol e eventos – como shows – com 20% da capacidade dos estabelecimentos, mas essas regras são válidas a partir de 1º de outubro.

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