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Polícia prende homens envolvidos em morte de vereador de Natuba

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Dois homens foram presos nesta quinta-feira (1) pela Polícia Civil da Paraíba, suspeitos de envolvimento na morte do vereador da cidade de Natuba (PB), Antônio de Souza Araújo, de 55 anos. Ele foi assassinado a tiros no dia 3 de maiodeste ano, quando saía da Câmara de Vereadores do município. A vítima foi abordada por dois homens que chegaram ao local a bordo de uma moto. Os disparos foram feitos pelo homem que estava na garupa. As prisões fizeram parte da operação “Vindicta”, deflagrada pela Polícia Civil da região de Queimadas.

José Vamberto da Silva, mais conhecido como “Beto”, de 52 anos; e Glaucemir Pedro da Silva, de 48 anos, tiveram as prisões temporárias decretadas pela Justiça, após investigações policiais apontarem indícios de envolvimento deles no crime. Beto é morador da cidade de Salgado de São Félix, enquanto que Glaucemir reside em Natuba, local onde ocorreu o crime. Além das prisões, a Justiça determinou buscas nas residências dos dois alvos da operação.

As investigações foram conduzidas pelo delegado João Joaldo, chefe do Núcleo de Homicídios e do Grupo Tático Especial (GTE) da Delegacia Seccional de Queimadas. Durante entrevista coletiva concedida à imprensa na manhã desta quinta-feira (1), o delegado João Joaldo afirmou que há duas linhas de investigação para identificar a motivação do crime.

Segundo ele, o vereador pode ter sido morto por questões políticas ou por uma vingança, em virtude de um crime ocorrido no passado e não revelado pela polícia. “Ele (vereador) era muito atuante na política, sempre buscava o direito de quem o procurava. Ele chegou a criar um sindicato para atender trabalhadores rurais de Natuba. Já existe um sindicato com a mesma finalidade na região e as pessoas estariam migrando de um sindicato para o outro. Isso pode ter gerado o crime por motivação política. Mas há também a possibilidade dele ter sido vítima de uma vingança em virtude de um crime ocorrido no passado”, afirmou.

Ainda de acordo com o delegado, Glaucemir é apontado pelas investigações como um dos mandantes do crime e Beto atuou como piloto da moto que conduziu o atirador. As investigações estão em andamento para identificar os outros envolvidos no crime. Imagens obtidas pela polícia comprovam a participação de mais pessoas no delito.

“Imagens mostram quando Glaucemir saiu em um carro modelo Prisma vermelho e estacionou em um canteiro central de Natuba. Logo em seguida, se aproxima outro carro de modelo Gol e há uma conversa entre os ocupantes”, revela o delegado.
“Em seguida, outras imagens mostram que o carro Gol se afasta e desembarca dele o pistoleiro que sobe em uma moto e, minutos depois, ocorre o assassinato do vereador. Temos gravadas toda a fuga e dinâmica do crime”, acrescenta.

Os dois mandados de prisão terão duração de 30 dias, podendo ser prorrogados por igual período ou transformados em prisões preventivas, quando não há prazo determinado. O delegado Yasley Almeida, da Seccional de Queimadas, destacou que a Polícia vem investigando o fato de forma ininterrupta desde o dia do crime.

“A Polícia age com objetividade e imparcialidade em busca da verdade para identificar quem participou o crime, independentemente de quem seja a vítima ou acusados”, declarou.

Os dois homens foram recolhidos à carceragem da Central de Polícia Civil de Campina Grande e serão apresentados à Justiça

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Operação prende foragido em JP e cumpre mandados de prisão no interior da PB

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A Operação Alvorada prendeu, nas primeiras horas desta sexta-feira (30), um acusado de 26 anos que era procurado pela Justiça por tráfico de drogas, na Capital. Ele foi preso através de mandado de prisão, que foi cumprido pelas equipes da Polícia Militar, no bairro do Cristo Redentor.
A operação tem o objetivo de ocupar pontos estratégicos dos bairros para evitar assaltos e outros crimes, bem como prender procurados da Justiça. São mais de 500 policiais e 183 viaturas atuando na Alvorada, em várias cidades.
No interior, a Polícia Militar cumpriu dez mandados de prisão nas cidades de Campina Grande, Lagoa Seca e Queimadas. Os presos eram procurados por crimes de homicídio, roubo, furto, lesão corporal, porte ilegal de arma, estupro de vulnerável e ameaça.
Em Campina Grande, os alvos foram localizados em endereços dos bairros Monte Castelo, Serrotão, José Pinheiro, Vila Cabral e Cidades; em Lagoa Seca, foram dois presos no bairro São José. Já em Queimadas, os mandados foram cumpridos no bairro do Ligeiro.
Fonte: Paraíba Já

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Polícia procura último foragido suspeito de participar da morte de cabo da PM no Sertão da Paraíba

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De acordo com o coronel Campos, que coordenou a operação, as diligências continuam para localizar o homem e ajudar nas investigações para elucidar a motivação do crime.

O último suspeito de participar do grupo que tirou a vida do cabo Manoel Messias Paulino, de 44 anos, morto quando estava em um bar bebendo​ com amigos continua foragido. (Foto: reprodução)

O último suspeito de participação na morte do cabo da Polícia Militar continua foragido. De acordo com o coronel Campos, que coordenou a operação, as diligências continuam para localizar o homem e ajudar nas investigações para elucidar a motivação do crime que tirou a vida do cabo Manoel Messias Paulino, de 44 anos, morto quando estava em um bar bebendo com amigos, na cidade de Malta, no Sertão da Paraíba.

Os presos, duas mulheres e outros dois homens, foram apresentados na Delegacia de Polícia, em Patos, nesta quinta-feira (29). Na operação para prender os acusados, o autor dos disparos que mataram a vítima chegou a atirar contra as equipes da PM e acabou morrendo no confronto. Duas armas foram apreendidas.

O suspeito que morreu tem 28 anos e respondia a três processos criminais. Além dele, foram localizadas duas mulheres e outros dois homens, que tiveram participação direta no crime, cujo motivo ainda será investigado.

A operação que deu resposta ao crime foi realizada na própria cidade de Malta e contou com o empenho de equipes de várias unidades operacionais do Sertão da Paraíba, que receberam informações e imagens que auxiliaram na identificação e localização de todos os envolvidos.

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Polícia Civil da Paraíba prende chefe de milícia citada pela revista Veja como possível mandante da morte de Marielle Franco

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A Polícia Civil da Paraíba prendeu nesta quarta-feira, 28, um homem apontado pelo Ministério Público do Rio de Janeiro como sendo um dos chefes de uma milícia do estado fluminense.

(Foto: Divulgação)

A Polícia Civil da Paraíba prendeu nesta quarta-feira, 28, um homem apontado pelo Ministério Público do Rio de Janeiro como sendo um dos chefes de uma milícia do estado fluminense. A organização criminosa foi citada em uma reportagem da revista Veja, em 17 de julho deste ano, pela viúva do capitão Adriano Magalhães da Nóbrega (morto na Bahia e investigado por chefiar milícias no Rio), ao falar sobre quem teria matado a vereadora Marielle Franco.

A prisão foi realizada por policiais da Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (DRACO), no município de Queimadas, interior da Paraíba. O alvo estava na companhia de outro homem, que também foi preso. A ação contou com o apoio da 2ª Superintendência de Polícia Civil.

O nome do alvo principal está no site www.disquedenuncia.org.br, do Rio de Janeiro. Ele já foi denunciado pelo Ministério Público do RJ, que pediu a condenação do investigado com base no assassinato de Eliezio Victor do Santos Lima, em outubro de 2018.

De acordo com o delegado Diego Beltrão, da Draco, as investigações descobriram que esse homem cometeu outro assassinado no Rio de Janeiro, no dia 3 de junho deste ano, o que pode ter sido o motivo para ele fugir para a Paraíba.

“Parte dos milicianos ligados ao homem capturado em Queimadas hoje foi presa em operações policiais naquele estado. Mas ele, que é um dos chefes desse grupo, conseguiu escapar dessas investidas. Trata-se de um criminoso muito perigoso, com indícios fortes de que estava traficando drogas e planejando ataques a instituições financeiras no nosso estado”, disse o delegado.

Autoridades policiais do Rio já tomaram conhecimento da prisão dele na Paraíba e confirmaram a periculosidade do criminoso. “É um dos chefes de milícia mais procurados aqui no Rio de Janeiro”, declarou o delegado Henrique Damaceno.

Veja

Em entrevista à revista Veja, a viúva do capitão Adriano disse à reportagem que seu então marido foi procurado por milicianos da Gardênia Azul para “traçarem um plano de matar Marielle”, porém o ex-oficial da PM teria se recusado a participar. A vereadora estaria causando prejuízos tanto à milícia da Gardência Azul – que tem como um dos chefes o homem preso pela Polícia Civil da Paraíba – quanto ao grupo miliciano de Adriano.

Denúncia do MP

No crime narrado pelo Ministério Público, o investigado mandou matar Eliezio depois que este teve um desentendimento com a esposa. Os milicianos da Gardência Azul não toleraram a briga da vítima com a companheira e estabeleceram o que chamam de “tribunal de rua”, executando a vítima com vários tiros.

“Os investigados mataram a vítima para reafirmarem o poder paralelo e o controle violento que exercem na localidade, dominada por uma milícia coliderada pelo denunciado”, diz a denúncia do MPRJ.

O homem capturado em Queimadas será levado sob escolta policial até o Rio de Janeiro, onde deverá responder pelos seus crimes.

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