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Farra do frango: município da Paraíba gasta R$ 12,5 mil para abastecer residência oficial de prefeita

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Município da Paraíba gasta R$ 12,5 mil para abastecer residência oficial de prefeita

 

Engana-se quem pensa que as prefeituras mais cobiçadas da Paraíba são João Pessoa e Campina Grande, por serem as duas maiores cidades do Estado. Em termos de ‘benesses’, o município de Alagoinha, com pouco mais de 14 mil habitantes, parece ser bem mais vantajoso. Lá o prefeito tem direito à residência oficial e alimentação custeada pelos cofres públicos, além de um salário de R$ 15 mil mensais.

A prefeita Maria Rodrigues de Almeida Farias, do PSDB, conhecida como Maria de Zé Roberto, conseguiu ir além. Somente nos três primeiros meses deste ano, a residência oficial da prefeitura, onde ela reside, consumiu R$ 12.586,00 com frango ‘in natura’. Os dados estão no Sagres, do Tribunal de Contas do Estado.

Foto: reprodução

 

A empresa que forneceu o produto, Maria Sandra Silva dos Santos Marculino, é a mesma que fornece frango para a merenda escolar e outros serviços do município.

O detalhe é que em março, por exemplo, a empresa forneceu R$ 3.685,90 em frango para ser usado na merenda da creche e de escolas públicas da cidade. No mesmo mês, a residência oficial da prefeita consumiu R$ 3.596,00 do mesmo produto. Um total descompasso entre os gastos e a importância das demandas.

Confira os empenhos pagos, extraídos do Sagres:

Foto: reprodução

Outro lado

Ao blog, a prefeita Maria de Zé Roberto explicou que a existência da residência oficial (imóvel da prefeitura onde moram os prefeitos) é antiga.

“Nossa cidade há anos tem a casa oficial, onde os prefeitos moram. Já passou por várias reformas, cada prefeito que vai morar faz suas adaptações”, disse, acrescentando que se for reeleita não pretende acabar com a ‘casa oficial’.

Quanto aos frangos comprados, ela disse que eles são usados na alimentação que é distribuída para funcionários da prefeitura, através de marmitas. “Moro na casa e consumo também. Mas há pessoas que trabalham e também consomem”, argumentou.

Pela quantidade de frango comprado com dinheiro público, conforme o Sagres, o consumo tem sido grande. Haja marmita na prefeitura de Alagoinha!

VÍDEO:

 

Fonte: blogs.jornaldaparaiba.com

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CONFIRA VÍDEO: Câmera escondida flagra momento em que delegada e escrivão recebem dinheiro de extorsão na Paraíba

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“Você vai mostrar que a delegada apontou pelo arquivamento. E já está tudo pronto para ser arquivado. Agora é com você”, orientou delegada ao receber R$ 2,5 mil para ajudar denunciado.

Uma câmera escondida flagrou o momento em que a delegada Maria Solidade e um escrivão receberam R$ 2.500 de extorsão para amenizar a situação de um policial rodoviário federal em um inquérito da Polícia Civil da Paraíba. A delegada e o escrivão foram presos, por força de mandado de prisão, nesta quinta-feira (22), em ação conjunta do Núcleo de Controle Externo da Atividade Policial (NCAP) e Gaeco (Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado), ambos do Ministério Público da Paraíba.

Em um dos vídeos a delegada orienta o policial sobre como vai proceder com o parecer que ela deu em troca do dinheiro. “Você vai mostrar que a delegada apontou pelo arquivamento. Entendeu? E já está tudo pronto para ser arquivado. Agora é com você.”

O policial responde: “Nessas agonias eu já…”, ao dizer que já providenciou o dinheiro. “Aí é com Alexandre”, completa a delegada, orientando o homem a entregar o dinheiro ao escrivão. O profissional foi abordado pela equipe da operação que desmascarou o fato e contou o dinheiro em sua presença.

A delegada e o escrivão da Polícia Civil da Paraíba são acusados da prática do crime de concussão, que consiste na exigência de vantagens indevidas pelo agente público. Conforme informações a delegada alvo do mandado de prisão foi Maria Solidade de Sousa. Segundo a investigação, a delegada estava tentando extorquir um agente da Polícia Rodoviária Federal.

No ano de 2016, a mesma delegada já havia sido alvo de investigações. Naquela época, Maria Solidade de Sousa foi acusada de desviar valores provenientes do pagamento de fianças.

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