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Politica

Bolsonaro volta a dizer que vacina contra covid-19 não será obrigatória

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O presidente Jair Bolsonaro voltou a dizer nesta segunda-feira, 19, que uma possível vacina contra a covid-19 não será obrigatória. O chefe do Executivo citou que o próprio ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, disse que a imunização não será compulsória, apesar de ser oferecida gratuitamente pelo governo.

“A lei é bem clara e quem define isso é o Ministério da Saúde. O meu ministro da Saúde já disse que não será obrigatória essa vacina e ponto final”, disse o mandatário a apoiadores nesta manhã na saída do Palácio da Alvorada.
Na última sexta-feira, 16, Bolsonaro já havia sinalizado que o governo não iria obrigar a população a se vacinar. A declaração via redes sociais ocorreu no mesmo dia em que o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), disse que a imunização seria obrigatória no Estado. “Outra coisa, tem um governador que está se intitulando o médico do Brasil dizendo que ela (vacina) será obrigatória, e não será”, destacou o presidente nesta segunda, sem citar Doria diretamente.

“Da nossa parte, quando estiver em condições, depois de aprovada pelo Ministério da Saúde, com comprovação científica e validada pela Anvisa, aí ofereceremos ao Brasil de forma gratuita. Mas repito, não será obrigatória”, acrescentou. O chefe do Executivo opinou ainda que uma vacina estrangeira deve primeiro ser aplicada em massa no seu País de origem para depois ser oferecida a demais nações.

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Por Davi Carrero

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Politica

Com recorde de abstenções, eleições de 2020 impõem derrotas a Bolsonaro e ao PT

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Concluídas nesse domingo (29), as eleições municipais de 2020 foram marcadas pelo enfraquecimento de forças políticas que rivalizaram a disputa presidencial de 2018: o PT e o presidente Jair Bolsonaro.

Os resultados da votação deste ano mostram que o partido, cuja maior liderança é o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, perdeu influência e não comandará nenhuma capital brasileira pelos próximos quatro anos. Neste 2º turno, o PT assistiu à derrota de seus candidatos em duas capitais: Recife, onde Marília Arraes perdeu para João Campos (PSB); e em Vitória, onde Delegado Pazolini (Republicanos) venceu João Coser.

As novas derrotas do PT nas eleições de 2020 confirmam um processo de desgaste que a sigla vem sofrendo há, pelo menos, 6 anos. As denúncias de corrupção envolvendo o partido reveladas pela Operação Lava Jato, o impeachment de Dilma Rousseff e a prisão do ex-presidente de Lula, em 2017, contribuíram para o aumento do antipetismo em praticamente todas as regiões brasileiras.

Ao mesmo tempo, a maioria dos candidatos apoiados por Bolsonaro foi derrotada nas urnas, a exemplo de Marcelo Crivella, no Rio, e de Celso Russomanno, em São Paulo – ambos do Republicanos. Apesar das derrotas em capitais importantes, a força política de Bolsonaro ainda existe e está sustentada na vitória de alguns partidos aliados, como PSC, Republicanos, Podemos e Patriota. O Republicanos, por exemplo, venceu em Vitória, com Delegado Pazzolini. O Podemos conquistou a prefeitura de São Luis, com Eduardo Braide.

Outro fator marcante nas eleições de 2020 foi o desempenho do PSDB. Com a vitória de Bruno Covas em São Paulo, cidade mais populosa do país, a legenda passa a ser a que que tem o maior número de governador, com 16,6 milhões de pessoas sob sua gestão em todo o Brasil.

A vitória do PSDB em São Paulo, maior colégio eleitoral do Brasil, é estratégica para o partido, que pretende lançar a candidatura do hoje governador João Doria à Presidência da República em 2022.

As eleições de 2020 também ficaram marcadas pelo recorde do índice de brasileiros que não foram votar. Mais de 11 milhões de brasileiros se ausentaram, o que corresponde a 29,47%, segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Trata-se da maior taxa de abstenções dos últimos 20 anos.

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Politica

Paraíba registra 9 mil justificativas de votos

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O estado da Paraíba registrou 8.882 justificativas de votos pelo aplicativo e-título no 2º turno das eleições municipais 2020. Esse número equivale a 1,36% da quantidade de pessoas que não compareceram às urnas.

No segundo turno das eleições municipais, foram 121.917 eleitores em abstenção.Outros 400.352 compareceram às urnas, sendo 15.164 eleitores que votaram branco e 37.103 pessoas votaram nulo.

Cícero Lucena foi eleito com 53,16% dos votos (185.055 votos). Nilvan Ferreira 46,84% dos votos (163.030 votos).

 

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Destaque

Candidatura de Prefeito eleito em Dona Inês é indeferida pelo TRE-PB

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TRE-PB publica acórdão que indeferiu o Registro de Candidatura de Antonio Justino, determinando a realização de novas eleições para o município de Dona Inês.

 

A candidatura de Antônio Justino (PSD), prefeito eleito do município de Dona Inês, foi indeferida pelo Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TER-PB) nesta segunda-feira, 23. Por 4X3 o TRE foi favorável ao parecer da Procuradoria Regional Eleitoral (PRE) que considerou o candidato inelegível com base na condenação do próprio TRE-PB, pela prática de abuso de poder político com viés econômico. Pela decisão do TRE-PB, Justino está impedido de concorrer a qualquer cargo público pelo prazo de 8 anos, a contar das eleições de 2016.

Com a decisão, o município pode ter novas eleições.

CONFIRA O ACÓRDÃO:

Acórdão

 

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