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Generais chamam Bolsonaro de ‘fanfarrão’e pedem que o presidente ‘pare de show’

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Os militares decidiram ir para o ataque em conjunto nas redes sociais contra o que chamam de “show” do presidente Jair Bolsonaro. Sem nominá-lo, os generais Santos Cruz e Paulo Chagas classificam Bolsonaro de “arrogante e “fanfarrão”.

Cansado de Show”, diz Santos Cruz. Segundo ele, “o Brasil não é um país de maricas. É tolerante demais com a desigualdade social, a corrupção, os privilégios”. Para ele, a população “votou por equilíbrio e união. Precisa, portanto, “de seriedade e não de show, espetáculo, embuste, fanfarronice e desrespeito”.
Paulo Chagas, por sua vez, afirma que há muito deixou “de dar atenção a pronunciamentos de fanfarrões, às suas ameaças absurdas e à exposição do seu despreparo e falta de maturidade”. No entender do general, “cabe-nos convidá-los a deixar a retórica dos discursos sem lógica e vir para o octógono da realidade provar o escopo da sua arrogância”.
As mensagens dos dois generais foram disparadas com diferença de pouco mais de meia hora cada uma. A ação orquestrada veio depois de um acerto entre militares descontentes com o presidente, que ameaçou demitir o autor da proposta de expropriar propriedades rurais e urbanas daqueles que tenham cometido crimes ambientais.
A proposta está sendo discutida no âmbito do Conselho da Amazônia, que é comandado pelo vice-presidente, Hamilton Mourão. Bolsonaro disse a pessoa do governo que defende isso só não seria demitida se “fosse indemissível”. Mourão tem mandato.
Nos últimos tempos, o descontentamento dos militares com os surtos de Bolsonaro tem aumentado muito. A fim de montarem uma estratégia para conter os arroubo presidenciais, os fardados têm se aconselhado com o general Villas Bôas.

Estado de MINAS

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Politica

Prefeito da Paraíba aumenta o próprio salário de R$ 14 mil para R$ 16,8 mil

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O prefeito de Zabelê (PB), Dalyson Neves (PSDB), publicou decreto no dia 1º deste mês aumentando o próprio salário e o da vice-prefeita Jorsâmara Bezerra (PSDB), conhecida como Jorsamara de Zé Inaldo. A cidade tem pouco mais de 2.750 habitantes, segundo o IBGE. As informações são da jornalista da Rede Correio Sat, Sony Lacerda, em seu blog.
De acordo com o decreto assinado por Dalyson, reeleito em 2020, os subsídios foram atualizados. O prefeito sai de um salário de R$ 14 mil para R$ 16,8 mil, e a vice-prefeita, de R$ 7 mil para R$ 8,4 mil.
Para ser ter uma ideia, o município de Monteiro, que é o maior da região do Cariri, a prefeita Anna Lorena Nóbrega recebe R$ 14 mil. Já o vice, Celecileno Alves, ganha R$ 7 mil. A cidade tem 33.433 habitantes.
Fonte: Portal Correio

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Roberto Paulino é nomeado, por João Azevêdo, para o cargo de secretário Chefe do Governo

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Nas eleições de 2020, Roberto Paulino recebeu o apoio do governador da Paraíba na disputa para a prefeitura do município de Guarabira.

Roberto Paulino é nomeado secretário no Governo de João Azevêdo. (Foto: Walla Santos)

O ex-governador da Paraíba, Roberto Paulino (MDB), foi nomeado pelo governador João Azevêdo (Cidadania) para  cargo de secretário Chefe do Governo. A informação foi publicada na edição, desta quarta-feira (21), no Diário Oficial do Estado (DOE).

Nas eleições de 2020, Roberto Paulino recebeu o apoio do governador da Paraíba na disputa para a prefeitura do município de Guarabira. A aliança teve início com o recebimento do apoio do ex-líder da Oposição na Assembleia Legislativa da Paraíba, Raniery Paulino.

Roberto Paulino foi vice-governador da Paraíba entre os anos de 1999 e 2002, durante o segundo governo de José Maranhão. No ano de 2002, José Maranhão saiu para disputar o Senado, com isso assumiu o governo do estado.

clickpb

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Congresso aprova LDO para 2022; texto vai à sanção ou veto presidencial

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A LDO determina as metas e prioridades para os gastos do governo para 2022, como o aumento dos recursos destinados ao financiamento da campanha eleitoral

O Congresso Nacional aprovou, nesta quinta-feira (15), o projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para 2022. No Plenário da Câmara dos Deputado, o texto foi aprovado por 278 votos a 145,  já o placar no Senado Federal foi de 40 a 33. A matéria segue agora para sanção presidencial.

A LDO determina as metas e prioridades para os gastos do governo para o ano que vem. Entre os principais pontos do texto aprovado, está o aumento dos recursos destinados ao financiamento da campanha eleitoral do próximo ano.

Segundo cálculos dos técnicos da Comissão Mista de Orçamento (CMO), o valor para financiamento público de campanha passará a ser exatamente de R$ 5,73 bilhões, no entanto, esse montante não aparece no relatório final. Em 2020, foram R$ 2 bilhões, quando foram eleitos prefeitos e vereadores.

“Da mesma forma, a fonte desse fundo, como foi em 2020, ficou os recursos das emendas de bancada impositiva. Alteramos apenas a vinculação. Antes, ele tratava de um percentual dessas emendas para chegar a seu valor. Agora, o valor do fundo vai chegar baseado no percentual do que será o orçamento da Justiça Eleitoral”, disse o deputado Juscelino Filho (DEM-MA), relator da LDO.

Entre outras previsões da LDO, está a realização do Censo Demográfico, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Este, inclusive, terá suas dotações poupadas de contingenciamento em 2022, após ter sido excluído do Orçamento de 2021 por falta de recursos.

Também não poderão ser contingenciadas despesas com segurança pública; relacionadas à Politica de Fomento à Implementação de Escolas de Ensino em Tempo Integral; despesas com universalização do acesso à internet com apoio a iniciativas e projetos de inclusão digital; e ações de “Pesquisa e Desenvolvimento de Tecnologias para a Agropecuária” e de “Transferência de Tecnologias para a Inovação para a Agropecuária”, no âmbito da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).

O texto prevê ainda a emenda de relator, alvo de críticas do governo e de parlamentares pela “falta de transparência”. O mecanismo condiciona a liberação de verbas do governo a um aval prévio do deputado ou senador que relatar a LDO.

Como prioridades da administração pública, LDO coloca os orçamentos do Programa Nacional de Imunização (PNI), da agenda para a primeira infância e do Programa Casa Verde e Amarela voltadas a municípios de até 50 mil habitantes. Também entra como prioridade, a ampliação da infraestrutura da rede de atendimento oncológico.

Fonte: cnnbrasil

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