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Ex-prefeito de Bayeux, Expedito Pereira é assassinado na Capital

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O ex-prefeito de Bayeux Expedito Pereira foi assassinado a tiros na manhã desta quarta-feira (9), em João Pessoa. O crime aconteceu às 9h13, na Avenida Sapé, no bairro de Manaíra. Imagens de câmeras de segurança mostram quando um homem se aproxima do ex-prefeito e dispara os tiros. O suspeito fugiu logo após o crime. Equipes da Companhia Especializada em Apoio ao Turista (CEATur) realizam buscas na região.

Vídeo das Câmeras de segurança/Divulgação

Com PortalCorreio

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Destaque

Corregedoria investiga pênis de borracha achado em academia da PM de São Paulo

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Alguém invadiu a sala do professor da academia Barro Branco, atirou água no computador dele e, ainda, deixou o objeto fálico em cima da mesa.

A academia do Barro Branco tem aproximadamente 660 cadetes, além de cerca de 140 funcionários. Não há câmeras no local onde o trote ocorreu. (Foto: Reprodução)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) — Equipes da Corregedoria da Polícia Militar de São Paulo foram acionadas no dia 12 de novembro para tentar resolver um mistério bastante incomum: quem foi o responsável por colocar um pênis de borracha na mesa de um dos professores da academia do Barro Branco, responsável por formar os principais quadros da corporação.

Ao chegarem na unidade, que fica na zona norte da capital paulista, os agentes da Corregedoria encontraram funcionários e alunos proibidos de deixar o local até que o caso fosse esclarecido.

Seus superiores exigiam saber quem tinha invadido a sala de um professor, atirado água no computador dele e, ainda, deixado o objeto fálico em cima da mesa.

Apesar das broncas e ameaças, o responsável pelo ato não foi descoberto naquele dia e a turma acabou liberada horas depois. O assunto, porém, segue sendo investigado.

Todos os materiais (incluindo o pênis) foram recolhidos pelos agentes da Corregedoria para abertura de uma apuração. Analistas da PM tentam agora encontrar as digitais no material e confrontá-las com as das pessoas que estavam na unidade e, assim, identificar o culpado.

A academia do Barro Branco tem aproximadamente 660 cadetes, além de cerca de 140 funcionários. Não há câmeras no local onde o trote ocorreu.

De acordo com policiais ouvidos pela reportagem, o assunto se tornou um dos mais comentados nos grupos de PMs nas redes sociais nos últimos dias, virou stickers (figurinhas usadas para ilustrar conversas no WhatsApp) e tema de debates sobre os motivos que levaram ao trote.

Policiais disseram que o oficial alvo do trote seria o responsável pelo setor que cuida das operações realizadas pela academia. Uma das principais funções da unidade é exatamente ensinar aos alunos as funções práticas da função, inclusive com a realização de ações nas ruas.

Segundo essas pessoas ouvidas pela reportagem, o professor em questão não era considerado odiado pelos alunos, o que aumenta ainda mais as dúvidas sobre o caso.

Embora nas redes o caso tenha sido tratado pela maioria como brincadeira, os responsáveis pelo trote podem pagar caro pela ação – se vierem a ser identificados, evidentemente.

Entre as punições previstas está o desligamento do curso de oficiais, por exemplo. Se o aluno já era policial antes de entrar na academia, ele pode ainda ser alvo de um processo para ser expulso da PM.

Oficiais ouvidos pela reportagem afirmaram não ter conhecimento de casos semelhantes na academia do Barro Branco, considerada uma instituição de excelência na formação de cadetes e com vestibulares tão concorridos quanto os dos principais cursos da USP (Universidade de São Paulo).

Um único momento lembrado por eles foi o que levou à punição de Olímpio Gomes –o senador Major Olímpio, morto em março em decorrência da Covid.

Em 1982, na véspera de sua formatura na academia, ele e outros colegas de classe entraram no pátio da unidade em veículos em alta velocidade e deram “cavalos de pau”, provocando uma enorme confusão.

Pela brincadeira, mesmo estando apenas como carona, ele ficou preso por 25 dias (um dos 17 alunos punidos) e foi rebaixado de primeiro para segundo lugar de sua turma –decisão que marcou a carreira do oficial para sempre e era uma de suas grandes mágoas, conforme desabafava em entrevistas.

Procurada, a Polícia Militar não quis se manifestar.

FOLHAPRESS

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Adolescente denuncia professor por assédio: “Passou pênis”

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Ao saber de situação, pai foi até escola para pedir providências e entrou em briga corporal com suspeito

iStock

Um pai, revoltado ao descobrir que filha, de 17 anos, vem sendo assediada por professor, de 56, de uma escola estadual em Jaciara (a 214 km de Cuiabá), foi até a unidade de ensino para cobrar providências e acabou em vias de fato como o suspeito.

O caso foi registrado na noite de quarta-feira (1º/12). após a menina relatar que vem sofrendo com as investidas há alguns dias. Segundo ela, o educador chegou a passar o pênis nas nádegas dela, enquanto falava que ela tinha os seios bonitos.

 Metrópoles.

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Caseiro degolou e esfaqueou barriga de mulher grávida em Goiás

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Segundo o tio da vítima, Wanderson Mota Protácio desferiu diversos golpes na barriga de Raniere Aranha, grávida de 4 meses

Wanderson Mota Protácio é suspeito de matar a própria mulher grávida e a enteada em Goiás
Reprodução

Corumbá de Goiás – Foragido após matar a companheira, de 19 anos, e a enteada, de 2, Wanderson Mota Protácio teria cometido o assassinato com requintes de crueldade. Segundo familiares das vítimas, os quais reconheceram os corpos após o crime, o suspeito teria degolado e esfaqueado Raniere Aranha Figueiró e a filha dela, Geysa Aranha da Silva Rocha. A moça estava grávida de 4 meses e, mesmo assim, recebeu diversas facadas na barriga.

“Ele maltratou demais elas”, disse a tia de Raniere, Helena Aparecida Figueiró. Sem conseguir conter as lágrimas, a familiar relata o estado de Geysa. “Tinha um ferimento de faca embaixo do queixinho e outro abaixo do peito”, detalhou.

Segundo o tio das vítimas, Odair José Coelho, as mortes foram muito violentas. “Ele fez várias perfurações na barriga da Raniere. E ela, inclusive, estava grávida de 16 semanas de um filho dele. Muito frio e calculista, Wanderson cortou o pescoço dela”, contou. A moça tinha escoriações nos dedos. De acordo com a família, Wanderson vivia com a jovem e a enteada havia aproximadamente 5 meses.

Os familiares das vítimas pedem justiça. “A gente quer ver ele atrás das grades. Pedimos a Deus, à própria polícia e à população que nos ajudem a ver ele atrás das grades”, pontuou Odair. Raniere e a filha foram enterradas na manhã desta terça-feira (30/11), no cemitério da cidade de Corumbá de Goiás (GO).

Odair revela ainda que a família vive um momento de dor incomparável. Os parentes esperam, agora, que a Polícia Civil de Goiás (PCGO) capture o acusado, foragido desde o dia do crime. Aproximadamente 50 homens foram mobilizados na força-tarefa que atua na região de Abadiânia, à procura de Wanderson.

Depois das buscas que mobilizaram as forças de segurança de Goiás e do DF por Lázaro Barbosa, em junho deste ano, na mesma região, esta é a primeira vez que a polícia goiana reúne forças de várias cidades para encontrar um foragido.

O assassino

Vindo do Maranhão para trabalhar no cultivo de tomate no município goiano, Wanderson se relacionava com Raniere havia cinco meses. A moça estava grávida de 16 semanas.

Amigos das vítimas acompanhavam o velório, nesta terça-feira (30/11), estarrecidos. Segundo eles, não havia registro de briga entre o casal, e Wanderson tratava a enteada muito bem. O crime chocou os moradores do município – que tem, atualmente, cerca de 11 mil habitantes.

Após assassinar a esposa e a criança, Wanderson invadiu duas fazendas. Na primeira, roubou um revólver. Na segunda, matou um fazendeiro, identificado como Roberto Clemente de Matos, e tentou estuprar a esposa dele. O criminoso acertou o ombro da mulher com um tiro e levou o carro do casal.

Homem preso

A Polícia Civil de Goiás prendeu, ainda na tarde de segunda-feira (29/11), em Alexânia, um homem que teria comprado um celular de Wanderson. De acordo com a investigação, o aparelho pertencia a Cristina Nascimento Silva, esposa do fazendeiro morto com tiro na cabeça.

“Ele vendeu esse celular para juntar dinheiro. A polícia conseguiu identificar esse comprador, que foi preso por receptação”, disse o delegado Tibério Martins, responsável pela caçada ao fugitivo. Tibério disse que o Wanderson está “desesperado por dinheiro” para fugir de Goiás.

metropoles

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