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Paraíba confirma 681 novos casos de Covid-19 em e 09 óbitos

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Paraíba registrou, nesta quarta-feira (13), 681 casos da Covid- 19 e 09 óbitos, sendo 04 nas últimas 24h. De acordo com o boletim epidemiológico divulgado pela Secretaria de Estado da Saúde ao ClickPB desde a última atualização, 100 (14,68%) são casos de pacientes hospitalizados e 581 (85,32%) são leves. Agora, a Paraíba totaliza 174.199 casos confirmados da doença, que estão distribuídos por todos os 223 municípios. Até o momento, 554.406 testes para diagnóstico da Covid-19 já foram realizados.

Números Totais:

  • Casos Confirmados: 174.199
  • Óbitos Confirmados: 3.845
  • Casos Recuperados: 131.239
  • Testes Realizados: 554.406

Os óbitos ocorreram entre os dias 07 de novembro de 2020 e 12 de janeiro de 2021, sendo um em hospital privado e os demais em hospitais públicos. Com isso, o Estado totaliza 3.845 mortes. O boletim registra ainda um total de 131.239 pacientes recuperados da doença.

Concentração de casos

Cinco municípios concentram 265 novos casos, o que corresponde a 38,91% dos casos registrados nesta quarta. São eles:

  • João Pessoa, com 129 novos casos, totalizando 44.214;
  • Campina Grande, com 41 novos casos, totalizando 15.935;
  • São Bento, com 36 novos casos, totalizando 3.901;
  • Catolé do Rocha, com 30 novos casos, totalizando 1.360;
  • Santa Rita, com 29 novos casos, totalizando 4.263.

* Dados oficiais preliminares (fonte: e-sus VE, Sivep Gripe e SIM) extraídos às 10h do dia 13/01/2021, sujeitos a alteração por parte dos municípios.

Óbitos

Até esta quarta, 195 cidades paraibanas registraram óbitos por Covid-19. Os 09 óbitos confirmados neste boletim ocorreram entre residentes dos municípios de Arara (1), Campina Grande (3), Catolé do Rocha (1), Imaculada (1), Patos (1), Santa Rita (1) e Sousa (1). As vítimas são sete homens e duas mulheres, com idades entre 41 e 98 anos. Diabetes e cardiopatia foram as comorbidades mais frequentes e um deles não apresentava comorbidade.

Ocupação de leitos Covid-19

A ocupação total de leitos de UTI (adulto, pediátrico e obstétrico) em todo o estado é de 53%. Fazendo um recorte apenas dos leitos de UTI para adultos na Região Metropolitana de João Pessoa, a taxa de ocupação chega a 61%. Em Campina Grande estão ocupados 66% dos leitos de UTI adulto e no sertão 46% dos leitos de UTI para adultos. De acordo com o Centro estadual de regulação hospitalar, 29 pacientes foram internados nas últimas 24h.
Clickpb

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Davi Carrero é jornalista (DTR 3342-PB). Acadêmico de Direito e atua no Tribunal de Justiça da Paraíba lotado na 3• Vara Mista de Sapé.

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Quase 400 candidatos paraibanos que irão fazer Enem têm 60 anos ou mais​

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Apesar dos pedidos de adiamento do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) por conta da pandemia do coronavírus, as provas estão marcadas para acontecer neste domingo (17) e no próximo (24). Na Paraíba, 161.493 pessoas se inscreveram na edição de 2020. Dessas, 384 tem idade igual a 60 anos ou acima como o ClickPB apurou. Isso mostra que participar do Exame pode ocorrer em quaisquer gerações, assim como a inserção nas instituições de ensino superior.

Com esses dados, a Paraíba é o 10º no país com maior número de inscrições nessa faixa etária, ficando atrás dos Estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Bahia, Rio Grande do Sul, Pará, Pernambuco, Ceará e Paraná, respectivamente. Por conta da pandemia do coronavírus, entre as medidas implementadas estão a disponibilização de álcool em gel nas salas e a obrigatoriedade do uso de proteção facial durante a prova. De acordo com o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), o participante poderá levar mais de uma máscara para troca ao longo durante o dia. As máscaras serão verificadas pelos fiscais para evitar infrações.

O candidato deve utilizar para preencher o Cartão-Resposta a caneta esferográfica de tinta preta, fabricada com material transparente. Os portões dos locais de provas serão abertos mais cedo, às 11h30 (horário de Brasília). O fechamento dos portões será às 13h e as provas começam às 13h30. O término da aplicação regular deste domingo será às 19h. Aqueles participantes acometidos por Covid-19 ou por outras doenças infectocontagiosas podem solicitar a participação na reaplicação das provas, que será aplicada em 23 e 24 de fevereiro.

Clickpb

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Enem terá regras para evitar contágio pelo novo coronavírus

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Os participantes do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2020 devem estar atentos às regras para evitar o contágio pelo novo coronavírus. As medidas que devem ser adotadas tanto na aplicação do Enem impresso quanto do Enem digital estão previstas nos editais dos exames, e o descumprimento poderá levar inclusive à eliminação dos candidatos.

A máscara de proteção facial será item obrigatório nesta edição do Enem. Além de precisar apresentar um documento oficial original com foto e de ter uma caneta esferográfica de tinta preta, fabricada em material transparente, quem não estiver de máscara não poderá fazer a prova.

Dentro de sala, os estudantes deverão permanecer com a máscara durante toda a realização do exame. O edital prevê que a máscara deve ser usada da maneira correta, cobrindo o nariz e a boca. Caso isso não seja feito, o participante será eliminado. Os candidatos poderão levar máscaras para trocar durante a aplicação, seguindo a recomendação de especialistas da área de saúde.

O equipamento de proteção poderá ser retirado apenas para a identificação dos participantes, para comer e beber. Toda vez que retirarem a máscara, os participantes não devem tocar na parte frontal dela, e devem, em seguida, higienizar as mãos com álcool em gel próprio ou fornecido pelo aplicador. As mãos devem ser higienizadas também quando os participantes forem ao banheiro e no decorrer do exame.

Outra regra é o distanciamento social. As salas, de acordo com o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), estarão dispostas de forma a assegurar a distância entre os participantes.

Quem for diagnosticado com Covid-19 ou apresentar sintomas da doença, ou de outra infectocontagiosa até a realização do exame deve comunicar o Inep pela Página do Participante e pelo telefone 0800 616161. Esses candidatos terão direito de participar da reaplicação do Enem nos dias 23 e 24 de fevereiro.

Pandemia

A realização das provas em um momento de aumento de dos casos e das mortes por Covid-19 em todo o país preocupa professores, estudantes, autoridades e especialistas. “É um risco grande mobilizar milhões de pessoas em um momento desses”, diz o professor titular de epidemiologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro, Roberto Medronho. Em todo o país, cerca de 5,8 milhões de estudantes estão inscritos para fazer o Enem, de acordo com o Inep.

Segundo Medronho, as medidas anunciadas ajudam a controlar a transmissão, mas não há um cenário completamente seguro. “Garantia não há. O ideal é suspender o exame. Mas, posso dizer que vai minimizar de forma razoável o risco”, diz.

De acordo com Medronho, os participantes podem também se proteger evitando aglomerações nos portões do local exame, mantendo um distanciamento de pelo menos 1,5 metro das pessoas ao redor, mesmo antes de entrar na prova. Devem também, mesmo que não seja obrigatório, levar máscaras para trocar ao longo do exame. “Recomendo que levem duas máscaras e que na metade da prova troque pela máscara nova. Com isso, estarão protegendo a si mesmos e protegendo os colegas”, orienta.

Pedidos de adiamento

Com o agravamento da pandemia, surgiu nas redes sociais um novo movimento pedindo o adiamento do Enem. O Brasil bateu a marca de 200 mil pessoas mortas pela Covid-19. O número diário de óbitos ultrapassou a marca de 1 mil por dia.

Na sexta-feira (8), a Defensoria Pública da União apresentou novo pedido de tutela de urgência para o adiamento das provas do Enem. As provas, de acordo com o pedido, devem ser adiadas “até que possa ser feito de maneira segura, ou ao menos enquanto a situação não esteja tão periclitante quanto agora”.

Mais de 40 entidades científicas, entre elas a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação (Anped) e Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco), assinaram nota conjunta pedindo também o adiamento das provas.

“É necessário adiar o Enem e é urgente que secretarias estaduais de Educação coordenem planejamentos para garantir as condições pedagógicas e sanitárias para que todos os estudantes participem do Enem. Esse exame existe para incidir na redução das desigualdades do acesso ao ensino superior e não pode servir para ampliar desigualdades ou, o que é inaceitável, se tornar espaço vetor de uma pandemia”, diz a nota.

Inep

O Inep decidiu manter o exame, para garantir que os estudantes tenham acesso ao ensino superior e possam continuar a formação. O presidente do Inep, Alexandre Lopes, afirmou que a autarquia preparou-se para fazer o exame em um contexto de pandemia. “Temos a segurança [de] que a prova deve ser feita e que as condições de aplicação são adequadas, são as que precisam ser tomadas”. O Enem 2020 será aplicado na versão impressa nos dias 17 e 24 de janeiro e, na versão digital, nos dias 31 de janeiro e 7 de fevereiro.

Fonte — Agência Brasil

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Impeachment de Bolsonaro será debatido de forma inevitável no futuro, diz Maia

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O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse nesta sexta-feira, 15, que o afastamento do presidente da República, Jair Bolsonaro, do cargo, “de forma inevitável, será debatido pelo Congresso no futuro”. Bolsonaro sofre críticas pela condução da pandemia do novo coronavírus, em especial sobre a situação de Manaus, onde se esgotou o oxigênio usado para o tratamento de pacientes graves da covid-19.

Em entrevista coletiva no Palácio dos Bandeirantes, sede do governo paulista, Maia disse, entretanto, que um assunto mais urgente é discutir a situação do País no combate à pandemia do novo coronavírus.

O presidente da Câmara esteve acompanhado do governador João Doria (PSDB) e do candidato à sucessão da Casa, Baleia Rossi (MDB-SP).

Rossi voltou a defender que sua candidatura à Presidência da Câmara não é uma candidatura de “oposição ao governo, mas de independência da Câmara”.

“Uma candidatura não pode ter como bandeira, o impedimento do presidente”, disse o parlamentar.

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