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Paraíba regista 819 novos casos de Covid-19 neste domingo; total de óbitos chega a 3.980

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A Secretaria de Estado da Saúde (SES) registrou, neste domingo (24), 819 casos da Covid- 19. Entre os confirmados hoje, 13 (1,6%) são casos de pacientes hospitalizados e 806 (98,4%) são leves. Agora, a Paraíba totaliza 183.726 casos confirmados da doença, que estão distribuídos por todos os 223 municípios. Até o momento, 578.063 testes para diagnóstico da Covid-19 já foram realizados.

Também foram confirmados 12 novos óbitos desde a última atualização, sendo 11 deles nas últimas 24h. Os óbitos ocorreram entre os dias 22 e 24 de janeiro de 2021, todos em hospitais públicos. Com isso, o estado totaliza 3.980 mortes. O boletim registra ainda um total de 138.687 pacientes recuperados da doença.

Concentração de casos

Cinco municípios concentram 380 novos casos, o que corresponde a 46,3% dos casos registrados neste domingo. São eles: João Pessoa, com 197 novos casos, totalizando 47.052; Sousa, com 52 novos casos, totalizando 4.423; Campina Grande, com 46 novos casos, totalizando 16.803; Monteiro, com 43 novos casos, totalizando 1.857; Riacho dos Cavalos, com 42 novos casos, totalizando 216.

* Dados oficiais preliminares (fonte: e-sus VE, Sivep Gripe e SIM) extraídos às 10h do dia 24/01/2021, sujeitos a alteração por parte dos municípios.

Óbitos

Até este domingo, 197 cidades paraibanas registraram óbitos por Covid-19. Os 12 óbitos confirmados neste boletim ocorreram entre residentes dos municípios de João Pessoa (3), Campina Grande (2), Olho D’Água (2),  Esperança (1), Amparo (1), Picuí (1), e Queimadas (1). As vítimas são 06 homens e 06 mulheres, com idades entre 33 e 86 anos. Cardiopatia foi a comorbidade mais frequente e 02 deles não apresentavam comorbidades.

Ocupação de leitos Covid-19

A ocupação total de leitos de UTI (adulto, pediátrico e obstétrico) em todo o estado é de 51%. Fazendo um recorte apenas dos leitos de UTI para adultos na Região Metropolitana de João Pessoa, a taxa de ocupação chega a 52%. Em Campina Grande estão ocupados 57% dos leitos de UTI adulto e no sertão 68% dos leitos de UTI para adultos. De acordo com o Centro estadual de regulação hospitalar, 24 pacientes foram internados nas ultimas 24h.

Cobertura Vacinal

O sistema do Programa Nacional de Imunização entrou no ar na tarde desta sexta (22). Neste domingo não houve atualização dos dados e permanece a informação de 423 doses aplicadas no estado da Paraíba. Tal número diverge dos dados já divulgados pelas Secretarias Municipais de Saúde uma vez que o sistema está instável e é necessário um período para adequação desses registros.

Os dados epidemiológicos com informações sobre todos os municípios e ocupação de leitos estão disponíveis em: www.paraiba.pb.gov.br/coronavi…

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Davi Carrero é jornalista (DTR 3342-PB). Acadêmico de Direito, atua no Tribunal de Justiça da Paraíba - TJPB.

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Aneel mantém bandeira amarela em março; continua a taxa adicional

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A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou na noite desta sexta-feira (26/2) que vai manter a bandeira amarela acionada no mês de março. Com a medida, as contas de luz seguem com a cobrança de uma taxa adicional de R$ 1,343 para cada 100 quilowatts-hora consumidos (kWh).

É o terceiro mês consecutivo que o órgão regulador aciona bandeira neste patamar, ou seja, os consumidores pagaram este valor de taxa adicional em janeiro e fevereiro deste ano. Em dezembro, a agência chegou a aplicar bandeira vermelha 2, patamar mais alto de cobrança.

Em nota, a agência reguladora explicou que, apesar das chuvas registradas em fevereiro, os principais reservatórios das usinas hidrelétricas do sistema elétrico ainda apresentam níveis baixos para esta época do ano.

O estoque baixo de água deve-se ao volume de chuvas muito abaixo do padrão histórico registrado entre setembro e janeiro. No comunicado, a Aneel ressalta que março ainda é um mês típico de chuvas nas regiões dos reservatórios.

As bandeiras tarifárias foram criadas em 2015 para sinalizar ao consumidor o custo da geração de energia elétrica no país. Na prática, as cores e modalidades – verde, amarela ou vermelha – indicam se haverá ou não cobrança extra nas contas de luz.

No sistema atual, na cor verde, não há cobrança de taxa extra, indicando condições favoráveis de geração de energia no País. Na bandeira amarela, a taxa extra é de R$ 1,343 a cada 100 kWh consumidos.

Já a bandeira vermelha pode ser acionada em dois níveis, dependendo da quantidade de termelétricas acionadas. No primeiro nível, o adicional é de R$ 4,169 a cada 100 kWh. No segundo nível, a cobrança extra é de R$ 6,243 a cada 100 kWh.

metropoles

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Governadores que “fecharem estado” devem pagar auxílio, diz Bolsonaro

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O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) defendeu nesta sexta-feira (26/2) que os governadores que “fecharem” os seus respectivos estados devem arcar com os custos do auxílio emergencial, benefício pago a trabalhadores informais afetados pela pandemia do coronavírus e que deve ser retomado no próximo mês (leia sobre o auxílio emergencial mais abaixo).

“O auxílio emergencial vem por mais alguns meses e, daqui pra frente, o governador que fechar o seu estado, o governador que destrói emprego, ele é que deve bancar o auxílio emergencial. Não pode continuar fazendo política e jogar para o colo do presidente da República essa responsabilidade”, afirmou durante evento no Ceará.

“A pandemia nos atrapalhou bastante, mas nós venceremos esse mal. Pode ter certeza. O que o povo mais pede, e eu tenho visto em especial no Ceará, é trabalhar. Essa politicagem do fica em casa e a economia a gente vê depois, não deu certo e não vai dar certo. Não podemos dissociar a questão do vírus e do desemprego. São dois problemas que devemos tratar de forma simultânea e com a mesma responsabilidade”, ressaltou.

As declarações do presidente são feitas no momento em que vários municípios do país, inclusive do Ceará, estão adotando lockdowns numa tentativa de diminuir as altas taxas de contágio.

O Brasil acumula mais de 250 mil óbitos e está com a média diária de mortes acima de 1 mil há mais de um mês.

O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), afirmou ao Metrópoles que a região adotará um lockdown total a partir desta sexta. Apenas serviços essenciais poderão funcionar. A medida estava prevista para ter início apenas na próxima segunda (1º/3), mas foi antecipada.

Volta do auxílio

Na noite de quinta-feira (25/2), o presidente afirmou que a nova rodada do auxílio emergencial deve ser feita em quatro parcelas mensais de R$ 250, a partir de março. Os detalhes da retomada do benefício ainda serão discutidos pelo Congresso Nacional.

Em 2020, o auxílio emergencial socorreu 68 milhões de cidadãos diretamente, totalizando um gasto público sem precedentes, que atingiu montante superior a R$ 300 bilhões em pagamentos. Os beneficiados receberam ao menos cinco parcelas de, no mínimo, R$ 600.

Em setembro, o governo decidiu prorrogar o auxílio até dezembro no valor de R$ 300, mas redefiniu as regras e só 56% dos aprovados fora do Bolsa Família tiveram direito a receber mais quatro parcelas extras.

A expectativa do governo é que o Congresso chancele o valor de R$ 250 do novo auxílio, que deve ser pago para até 40 milhões de pessoas entre março e junho de 2021. A equipe econômica espera gastar R$ 40 bilhões com a retomada do benefício.

metropoles

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Coronavac: 2,7 milhões de doses serão distribuídas no começo de março

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Até o próximo domingo (28), o Ministério da Saúde espera receber mais 2,7 milhões de doses da Coronavac, do Instituto Butantan, prevendo a remessa das vacinas contra a covid-19 aos estados e ao Distrito Federal na primeira semana de março.

Segundo informou hoje (26) o ministério, por meio de sua assessoria de imprensa, a partir da definição do quantitativo total de doses e da previsão de entrega, o Programa Nacional de Imunizações (PNI) iniciará o planejamento e a logística de distribuição de forma proporcional e igualitária às 27 unidades da Federação.

Além de mais doses do Instituto Butantan, novos lotes da vacina AstraZeneca/Oxford estarão disponíveis ao PNI em março. A expectativa é que sejam entregues ao Ministério da Saúde 12,9 milhões de doses produzidas na Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e 4 milhões importadas da Índia. Também para março, o Brasil negocia o recebimento da primeira leva de vacinas do consórcio Covax Facility, somando 2,6 milhões de doses da AstraZeneca.

O Ministério da Saúde assinou ainda contrato com o laboratório Precisa Medicamentos/Bharat Biotech para compra de 20 milhões de unidades, que serão entregues à pasta até maio.

Desde o início da campanha de vacinação, em 18 de janeiro passado, o Ministério da Saúde distribuiu aos estados e ao Distrito Federal cerca de 15 milhões de doses de vacinas contra a covid-19, dos quais 4 milhões de doses foram da vacina AstraZeneca/Fiocruz e 11 milhões de doses da vacina do laboratório Sinovac/Butantan.

Caso se confirmem os cronogramas de entrega das vacinas, o ministério estima que, até julho, seja feita a vacinação de até 50% dos grupos prioritários definidos pelo Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação Contra a Covid-19. Até o momento foram vacinadas mais de 6,5 milhões de pessoas de grupos prioritários. Os dados e o andamento da campanha de imunização podem ser consultados no LocalizaSUS.

Com informação: Agência Brasil

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