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Pesquisa da Fiocruz em combate ao Aedes aegypti será realizada em João Pessoa

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A partir desta segunda-feira (25), 200 residências em todos os bairros de João Pessoa serão visitadas pela Secretaria Municipal de Saúde (SMS) para a realização de uma pesquisa da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). O objetivo do estudo é avaliar a resistência do mosquito Aedes aegypti na região para melhorar o direcionamento das ações de combate ao inseto na cidade.

Ao chegar às residências selecionadas, agentes ambientais se identificarão, explicarão como funciona a pesquisa e, caso aceite participar, o proprietário assinará um termo de consentimento. Ao todo, 50 profissionais estarão envolvidos. As equipes da Vigilância Ambiental vão instalar armadilhas, conhecidas como ovitrampas, em residências distribuídas pela cidade para coletar ovos do Aedes aegypti.

De acordo com o gerente de Vigilância Ambiental de João Pessoa, Nilton Guedes, as casas que participarão da pesquisa serão selecionadas de acordo com alguns critérios como possuir área externa com vegetação e uma parte coberta para que as armadilhas não sejam prejudicadas pela chuva ou pela exposição à luz do sol.

A pesquisa será dividida em quatro etapas: a primeira acontece de 25 até 29 de janeiro com a instalação das armadilhas nas casas; de 1º até 5 de fevereiro será realizada a primeira fase da coleta de ovos com a retirada das armadilhas, substituindo por outras; de 8 até 12 de fevereiro será a segunda fase da coleta de ovos com e retirada das armadilhas; e de 17 a 19 de fevereiro serão consolidados os dados.

Todas as informações coletadas serão enviadas à Fiocruz, que é o instituto responsável pela pesquisa. Os moradores que participarem da ação também receberão informações referentes às suas residências. Em caso de dúvidas sobre a pesquisa ou alguma intercorrência com as armadilhas instaladas, a população pode entrar em contato com o Disque Dengue, por meio do telefone: 3214-5718.

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Davi Carrero é jornalista (DTR 3342-PB). Acadêmico de Direito, atua no Tribunal de Justiça da Paraíba - TJPB.

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Aneel mantém bandeira amarela em março; continua a taxa adicional

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A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou na noite desta sexta-feira (26/2) que vai manter a bandeira amarela acionada no mês de março. Com a medida, as contas de luz seguem com a cobrança de uma taxa adicional de R$ 1,343 para cada 100 quilowatts-hora consumidos (kWh).

É o terceiro mês consecutivo que o órgão regulador aciona bandeira neste patamar, ou seja, os consumidores pagaram este valor de taxa adicional em janeiro e fevereiro deste ano. Em dezembro, a agência chegou a aplicar bandeira vermelha 2, patamar mais alto de cobrança.

Em nota, a agência reguladora explicou que, apesar das chuvas registradas em fevereiro, os principais reservatórios das usinas hidrelétricas do sistema elétrico ainda apresentam níveis baixos para esta época do ano.

O estoque baixo de água deve-se ao volume de chuvas muito abaixo do padrão histórico registrado entre setembro e janeiro. No comunicado, a Aneel ressalta que março ainda é um mês típico de chuvas nas regiões dos reservatórios.

As bandeiras tarifárias foram criadas em 2015 para sinalizar ao consumidor o custo da geração de energia elétrica no país. Na prática, as cores e modalidades – verde, amarela ou vermelha – indicam se haverá ou não cobrança extra nas contas de luz.

No sistema atual, na cor verde, não há cobrança de taxa extra, indicando condições favoráveis de geração de energia no País. Na bandeira amarela, a taxa extra é de R$ 1,343 a cada 100 kWh consumidos.

Já a bandeira vermelha pode ser acionada em dois níveis, dependendo da quantidade de termelétricas acionadas. No primeiro nível, o adicional é de R$ 4,169 a cada 100 kWh. No segundo nível, a cobrança extra é de R$ 6,243 a cada 100 kWh.

metropoles

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Governadores que “fecharem estado” devem pagar auxílio, diz Bolsonaro

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O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) defendeu nesta sexta-feira (26/2) que os governadores que “fecharem” os seus respectivos estados devem arcar com os custos do auxílio emergencial, benefício pago a trabalhadores informais afetados pela pandemia do coronavírus e que deve ser retomado no próximo mês (leia sobre o auxílio emergencial mais abaixo).

“O auxílio emergencial vem por mais alguns meses e, daqui pra frente, o governador que fechar o seu estado, o governador que destrói emprego, ele é que deve bancar o auxílio emergencial. Não pode continuar fazendo política e jogar para o colo do presidente da República essa responsabilidade”, afirmou durante evento no Ceará.

“A pandemia nos atrapalhou bastante, mas nós venceremos esse mal. Pode ter certeza. O que o povo mais pede, e eu tenho visto em especial no Ceará, é trabalhar. Essa politicagem do fica em casa e a economia a gente vê depois, não deu certo e não vai dar certo. Não podemos dissociar a questão do vírus e do desemprego. São dois problemas que devemos tratar de forma simultânea e com a mesma responsabilidade”, ressaltou.

As declarações do presidente são feitas no momento em que vários municípios do país, inclusive do Ceará, estão adotando lockdowns numa tentativa de diminuir as altas taxas de contágio.

O Brasil acumula mais de 250 mil óbitos e está com a média diária de mortes acima de 1 mil há mais de um mês.

O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), afirmou ao Metrópoles que a região adotará um lockdown total a partir desta sexta. Apenas serviços essenciais poderão funcionar. A medida estava prevista para ter início apenas na próxima segunda (1º/3), mas foi antecipada.

Volta do auxílio

Na noite de quinta-feira (25/2), o presidente afirmou que a nova rodada do auxílio emergencial deve ser feita em quatro parcelas mensais de R$ 250, a partir de março. Os detalhes da retomada do benefício ainda serão discutidos pelo Congresso Nacional.

Em 2020, o auxílio emergencial socorreu 68 milhões de cidadãos diretamente, totalizando um gasto público sem precedentes, que atingiu montante superior a R$ 300 bilhões em pagamentos. Os beneficiados receberam ao menos cinco parcelas de, no mínimo, R$ 600.

Em setembro, o governo decidiu prorrogar o auxílio até dezembro no valor de R$ 300, mas redefiniu as regras e só 56% dos aprovados fora do Bolsa Família tiveram direito a receber mais quatro parcelas extras.

A expectativa do governo é que o Congresso chancele o valor de R$ 250 do novo auxílio, que deve ser pago para até 40 milhões de pessoas entre março e junho de 2021. A equipe econômica espera gastar R$ 40 bilhões com a retomada do benefício.

metropoles

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Coronavac: 2,7 milhões de doses serão distribuídas no começo de março

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Até o próximo domingo (28), o Ministério da Saúde espera receber mais 2,7 milhões de doses da Coronavac, do Instituto Butantan, prevendo a remessa das vacinas contra a covid-19 aos estados e ao Distrito Federal na primeira semana de março.

Segundo informou hoje (26) o ministério, por meio de sua assessoria de imprensa, a partir da definição do quantitativo total de doses e da previsão de entrega, o Programa Nacional de Imunizações (PNI) iniciará o planejamento e a logística de distribuição de forma proporcional e igualitária às 27 unidades da Federação.

Além de mais doses do Instituto Butantan, novos lotes da vacina AstraZeneca/Oxford estarão disponíveis ao PNI em março. A expectativa é que sejam entregues ao Ministério da Saúde 12,9 milhões de doses produzidas na Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e 4 milhões importadas da Índia. Também para março, o Brasil negocia o recebimento da primeira leva de vacinas do consórcio Covax Facility, somando 2,6 milhões de doses da AstraZeneca.

O Ministério da Saúde assinou ainda contrato com o laboratório Precisa Medicamentos/Bharat Biotech para compra de 20 milhões de unidades, que serão entregues à pasta até maio.

Desde o início da campanha de vacinação, em 18 de janeiro passado, o Ministério da Saúde distribuiu aos estados e ao Distrito Federal cerca de 15 milhões de doses de vacinas contra a covid-19, dos quais 4 milhões de doses foram da vacina AstraZeneca/Fiocruz e 11 milhões de doses da vacina do laboratório Sinovac/Butantan.

Caso se confirmem os cronogramas de entrega das vacinas, o ministério estima que, até julho, seja feita a vacinação de até 50% dos grupos prioritários definidos pelo Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação Contra a Covid-19. Até o momento foram vacinadas mais de 6,5 milhões de pessoas de grupos prioritários. Os dados e o andamento da campanha de imunização podem ser consultados no LocalizaSUS.

Com informação: Agência Brasil

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