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Casal membro de organização criminosa é preso, em Aroeiras, na PB

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Material ilícito é apreendido com casal que faz parte de organização criminosa, em Aroeiras, Agreste da PB — Foto: Polícia Civil/Divulgação

Uma mulher de 23 anos foi presa e um adolescente de 17 anos foi apreendido nesta quarta-feira (24), suspeitos de integrarem uma organização criminosa que determina homicídios em Aroeiras, Agreste da Paraíba.

Com eles foram encontrados mais de 100 embrulhos de maconha e crack, além de um tablete de maconha prensada e dois papelotes de cocaína. O material estava escondido no capô dentro de um veículo, numa casa abandonada. Os policiais investigavam se essa casa servia de local de desmanche de carros e motos roubados.

Segundo o delegado seccional de Queimadas, Ilamilto Simplício, ao consultarem a propriedade do carro, descobriram que pertencia a uma mulher cujo irmão era quem dava ordens de homicídios na região de Aroeiras. Ele foi preso há alguns dias e está detido em Campina Grande.

Ainda de acordo com o delegado, as investigações também indicam que o irmão dessa mulher é quem comanda o tráfico em Aroeiras. A Polícia Civil prendeu a mulher e apreendeu o adolescente de 17 anos, que é companheiro dela e assumiu a propriedade das drogas encontradas. O carro também foi apreendido.

G1

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CONFIRA VÍDEO: Câmera escondida flagra momento em que delegada e escrivão recebem dinheiro de extorsão na Paraíba

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“Você vai mostrar que a delegada apontou pelo arquivamento. E já está tudo pronto para ser arquivado. Agora é com você”, orientou delegada ao receber R$ 2,5 mil para ajudar denunciado.

Uma câmera escondida flagrou o momento em que a delegada Maria Solidade e um escrivão receberam R$ 2.500 de extorsão para amenizar a situação de um policial rodoviário federal em um inquérito da Polícia Civil da Paraíba. A delegada e o escrivão foram presos, por força de mandado de prisão, nesta quinta-feira (22), em ação conjunta do Núcleo de Controle Externo da Atividade Policial (NCAP) e Gaeco (Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado), ambos do Ministério Público da Paraíba.

Em um dos vídeos a delegada orienta o policial sobre como vai proceder com o parecer que ela deu em troca do dinheiro. “Você vai mostrar que a delegada apontou pelo arquivamento. Entendeu? E já está tudo pronto para ser arquivado. Agora é com você.”

O policial responde: “Nessas agonias eu já…”, ao dizer que já providenciou o dinheiro. “Aí é com Alexandre”, completa a delegada, orientando o homem a entregar o dinheiro ao escrivão. O profissional foi abordado pela equipe da operação que desmascarou o fato e contou o dinheiro em sua presença.

A delegada e o escrivão da Polícia Civil da Paraíba são acusados da prática do crime de concussão, que consiste na exigência de vantagens indevidas pelo agente público. Conforme informações a delegada alvo do mandado de prisão foi Maria Solidade de Sousa. Segundo a investigação, a delegada estava tentando extorquir um agente da Polícia Rodoviária Federal.

No ano de 2016, a mesma delegada já havia sido alvo de investigações. Naquela época, Maria Solidade de Sousa foi acusada de desviar valores provenientes do pagamento de fianças.

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Polícia e Gaeco prendem delegada e escrivão da Paraíba acusados de extorquir policial federal

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A Operação Cara de Pau foi deflagrada pelo Núcleo de controle da atividade policial ( NCAP), em conjunção de esforços com o GAECO, do Ministério Público da Paraíba.

Foi apreendida uma quantia em dinheiro, que ainda não teve o valor total divulgado (Foto: Reprodução)

Uma delegada e um escrivão da Polícia Civil da Paraíba foram presos nesta quinta-feira (22) acusados da prática do crime de concussão, que consiste na exigência de vantagens indevidas pelo agente público. Conforme informações exclusivas obtidas pelo ClickPB e pelo jornalista Clilson Júnior, no programa Arapuan Verdade, da rádio Arapuan FM, a delegada alvo do mandado de prisão foi Maria Solidade de Sousa. Segundo a investigação, a delegada estava tentando extorquir um agente da Polícia Rodoviária Federal.

Maria Solidade foi alvo de um mandado de prisão preventiva.

Durante a deflagração da operação, também foi apreendida uma quantia em dinheiro, que ainda não teve o valor total divulgado. De acordo com informações recebidas pelo ClickPB, foram determinados dois mandados de prisão e três de busca e apreensão.

A Operação Cara de Pau foi deflagrada pelo Núcleo de controle da atividade policial ( NCAP), em conjunção de esforços com o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO), do Ministério Público da Paraíba.

No ano de 2016, a mesma delegada já havia sido alvo de investigações. Naquela época, Maria Solidade de Sousa foi acusada de desviar valores provenientes do pagamento de fianças.

Confira nota expedida pelos agentes de investigação:

NOTA 

O Núcleo de controle da atividade policial ( NCAP), em conjunção de esforços com  Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado – GAECO -, do Ministério Público da Paraíba, desencadeou no dia de hoje a operação Cara de Pau, com a finalidade de cumprir dois mandados de prisão e três de busca e apreensão, em face de uma delegada de polícia civil do Estado da Paraíba e seu escrivão, pela prática de concussão.

clickpb

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Preso há dois anos, cantor é solto depois de provar inocência

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Acusado em 2019 por invadir granjas no litoral sul da Paraíba, Heverton Felipe ficou detido por dois anos no presídio do Róger, em João Pessoa.

Preso há dois anos, cantor é solto depois de provar inocência

(Imagem: Reprodução / TV Tambaú)

O cantor Heverton Felipe, conhecido como Felupe, de 26 anos, foi solto na manhã desta quarta-feira (21) após passar dois anos preso na Penitenciária Desembargador Flósculo da Nóbrega, no bairro do Róger, em João Pessoa.

O artista foi preso preventivamente em 2019 por ser acusado de associação criminosa e invasão de granjas no litoral sul da Paraíba. Nesta quarta, os advogados do cantor conseguiram provar a inocência.

“Não tem justiça. A justiça foi feita por Deus e não pelo homem. É uma sensação de injustiça porque enquanto eu estava preso uma pessoa que cometeu o crime ficou solta e eu perdi dois anos da minha vida longe do meu filho, da minha família. Agora é reconstruir a minha vida e sair daqui de cabeça erguida”, lamentou.

O advogado Roberto Nascimento provou à Justiça que o artista estava em outro local no momento do crime. “Ele estava em uma festa de aniversário com alguns colegas enquanto o crime estava ocorrendo. O nosso escritório e a equipe jurídica conseguiram demonstrar isso no processo e agora o juiz reconhecidamente acertou a decisão e declarou a inocência do acusado Heverton”, disse.

Além do cantor, outras três pessoas acusadas no processo foram absolvidas.

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