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”Devemos centralizar aquisições de vacinas no Governo Federal”, diz secretário de Saúde sobre polêmica da fila dupla

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O secretário explicou que como ainda não há vacinas suficientes para todo a população mundial, a criação de outra fila pode ser prejudicial.

Secretário de Saúde acredita que apenas o Governo Federal deve adquirir vacinas (Foto: Walla Santos/ClickPB)

A aquisição de vacinas contra a covid-19 por empresas privadas é um assunto quem gerado controvérsias nos últimos dias. A Câmara dos Deputados aprovou na última terça-feira (6), projeto de lei que pode autorizar a aquisição de vacinas pela iniciativa privada. O secretário de Saúde da Paraíba, Geraldo Medeiros, afirmou ser contra a proposta.

”Em função da escassez de vacinas no mundo todo, devemos centralizar as aquisições no Governo Federal”, disse. O secretário explicou que como ainda não há vacinas suficientes para todo a população mundial, a criação de outra fila pode ser prejudicial.

”Se começar a desvirtuar e pulverizar vai faltar vacinas para o Governo Federal. A iniciativa privada tem mais agilidade na compra, por estar menos presa à burocracia, se ela passar na frente, podem faltar vacinas para o Governo Federal”, avaliou o secretário.

Embora a maior parte dos fabricantes de vacinas tenha se comprometido a negociar apenas com os governos de cada país, o secretário acredita que pode haver algum laboratório que aceite realizar vendas para a iniciativa privada.

A Justiça Federal chegou a autorizar, na última terça-feira (6), a faculdade paraibana Unifacisa a importar 15 mil doses de vacinas para a imunização gratuita de colaboradores, professores e alunos da instituição. A decisão, no entanto, foi derrubada pouco depois no Tribunal Regional Federal da 1ª Região, a pedido da Advocacia-Geral da União (AGU).

“Subverter o critério de priorização indicado no PNO (Plano Nacional de Operacionalização contra a covid-19), permitindo que um determinado segmento da sociedade se imunize antes das pessoas que integram os grupos mais vulneráveis, representa um privilégio que desconsidera os principais valores que orientam o Sistema Único de Saúde, notadamente a equidade e a universalidade”, frisou a AGU.

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CONFIRA VÍDEO: Câmera escondida flagra momento em que delegada e escrivão recebem dinheiro de extorsão na Paraíba

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“Você vai mostrar que a delegada apontou pelo arquivamento. E já está tudo pronto para ser arquivado. Agora é com você”, orientou delegada ao receber R$ 2,5 mil para ajudar denunciado.

Uma câmera escondida flagrou o momento em que a delegada Maria Solidade e um escrivão receberam R$ 2.500 de extorsão para amenizar a situação de um policial rodoviário federal em um inquérito da Polícia Civil da Paraíba. A delegada e o escrivão foram presos, por força de mandado de prisão, nesta quinta-feira (22), em ação conjunta do Núcleo de Controle Externo da Atividade Policial (NCAP) e Gaeco (Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado), ambos do Ministério Público da Paraíba.

Em um dos vídeos a delegada orienta o policial sobre como vai proceder com o parecer que ela deu em troca do dinheiro. “Você vai mostrar que a delegada apontou pelo arquivamento. Entendeu? E já está tudo pronto para ser arquivado. Agora é com você.”

O policial responde: “Nessas agonias eu já…”, ao dizer que já providenciou o dinheiro. “Aí é com Alexandre”, completa a delegada, orientando o homem a entregar o dinheiro ao escrivão. O profissional foi abordado pela equipe da operação que desmascarou o fato e contou o dinheiro em sua presença.

A delegada e o escrivão da Polícia Civil da Paraíba são acusados da prática do crime de concussão, que consiste na exigência de vantagens indevidas pelo agente público. Conforme informações a delegada alvo do mandado de prisão foi Maria Solidade de Sousa. Segundo a investigação, a delegada estava tentando extorquir um agente da Polícia Rodoviária Federal.

No ano de 2016, a mesma delegada já havia sido alvo de investigações. Naquela época, Maria Solidade de Sousa foi acusada de desviar valores provenientes do pagamento de fianças.

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