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UFPB abre vagas de estágio remunerado com bolsa de mais de R$ 1 mil

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A Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas (Progep) da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) publicou um edital para preenchimento de oito vagas de estágio curricular não-obrigatório (bolsa-estágio).

Podem concorrer estudantes da instituição que estejam cursando a partir do 3º período (e que não sejam concluintes) dos cursos de Comunicação em Mídias Digitais, Relações Públicas, Administração, Secretariado Executivo Bilíngue, Arquivologia, Direito e Biblioteconomia.

Os interessados devem se inscrever no período de 6 a 10 de maio, exclusivamente pelo e-mail [email protected] (com o assunto do e-mail: Inscrição – Seleção Estágio Progep 2021), por meio do qual serão enviados os documentos listados no edital de seleção. O resultado final do processo seletivo será divulgado no dia 26 de maio.

O estágio não-obrigatório terá duração de seis meses (com possibilidade de prorrogação) e os estudantes selecionados terão direito a uma bolsa mensal de R$ 1.007,98, para uma carga horária de 20 horas semanais.

A ficha de inscrição e demais informações sobre a seleção estão disponíveis no edital publicado na página da Pró-reitoria de Gestão de Pessoas. Dúvidas podem ser esclarecidas pelo e-mail [email protected].

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Por Redação Portal T5

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Davi Carrero é jornalista (DTR 3342-PB). Acadêmico de Direito, atua no Tribunal de Justiça da Paraíba - TJPB.

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Bolsonaro ameaça baixar decreto contra isolamento e diz que não será contestado

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Crítico a medidas de isolamento social adotadas por governadores, o presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quarta-feira, 5, que avalia editar um decreto para garantir a “liberdade de culto, de poder trabalhar e o direito de ir e vir”. De acordo com o presidente, a medida “não poderá ser contestada por nenhum tribunal”. “Não podemos continuar com essa política de feche tudo, fique em casa”, disse o presidente.

“Nas ruas já se começa a pedir por parte do governo que se baixe um decreto. E se eu baixar um decreto, vai ser cumprido. Não vai ser contestado por nenhum tribunal, porque será cumprido. O que constaria no corpo desse decreto? Os incisos do artigo 5º da Constituição”, afirmou Bolsonaro durante evento no Palácio do Planalto sobre a Semana das Comunicações.

O artigo 5º, citado por Bolsonaro, diz que: “Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País, a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade”.

“O Congresso, a qual integrei, tenho a certeza que estará ao nosso lado. O povo, a qual nós, Executivo e parlamentares, devemos lealdade absoluta, também estará ao nosso lado. Quem poderá contestar o artigo 5 da Constituição?”, continuou o presidente.

O chefe do Poder Executivo também falou sobre os atos em favor dele realizados no último sábado, dia 1º, e comparou a lealdade do povo brasileiro à das Forças Armadas. “Os militares, quando se tornam praça, juram dar a vida pela pátria. Os que tiveram nas ruas nesse 1º de maio, bem como outros milhões que não puderam ir às ruas, darão sua vida por liberdade.”

Sobre a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid, Bolsonaro reclamou de uma requisição de informações sobre os lugares que visitou. Em muitos finais de semana, o presidente frequentou comunidades pobres em Brasília e provocou aglomerações.

“Recebo agora documentos da CPI para dizer onde eu estava nos meus últimos fins de semana. Não interessa onde eu estava. Respeito a CPI. Estive no meio do povo, tenho que dar exemplo. É fácil para mim ficar no Palácio do Alvorada, tem tudo lá. Não posso, sem ouvir o povo, tomar conhecimento do que eles sentem e do que eles querem. Vou continuar andando em comunidades em Brasília. Alguns acham que vou passear. Não, vou continuar a fazer tudo que aqueles que me criticam deveriam fazer”, disse.

O presidente voltou a fazer ataques à China e citou uma teoria da conspiração de que o vírus da covid-19 tenha sido criado em laboratório ou causado por ingestão de um animal. Bolsonaro chegou a classificar a pandemia como “guerra química”.

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Bolsonaro fala em ‘guerra química’ e faz insinuações sobre a pandemia

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Opresidente Jair Bolsonaro voltou a levantar dúvidas sobre a origem do vírus da covid-19. Ele mencionou teorias conspiratórias segundo as quais o vírus da covid-19 teria sido criado em laboratório, algo que cientistas já disseram ser improvável, ou que teria se espalhado a partir a ingestão de um “animal inadequado” – em referência a vídeos que mostrariam chineses tomando sopa de morcego, um hábito que não é comum no país asiático.

Sem citar a China, Bolsonaro insinuou que a pandemia seria um instrumento de guerra para garantir maior crescimento econômico. Também voltou a defender a prescrição de cloroquina como tratamento precoce contra a covid-19, embora estudos apontem que o uso do medicamento não apenas não tem eficácia comprovada contra a doença como também estaria associado a maior índice de mortalidade.

“É um vírus novo, ninguém sabe se nasceu em laboratório ou se nasceu por algum ser humano ingerir um animal inadequado. Mas está aí, os militares sabem que o que é guerra química, bacteriológica e radiológica. Será que não estamos enfrentando uma nova guerra? Qual o país que mais cresceu seu PIB? Não vou dizer para vocês. O que está acontecendo com o mundo todo, com sua gente e com o nosso Brasil?”, questionou.

Tratamento precoce

Bolsonaro desafiou senadores da CPI a convocarem médicos que defendam o uso da cloroquina para a covid-19. “Estamos sugerindo que sejam convocados ou convidados autoridades que venham falar do tratamento precoce. Canalha é aquele que é contra o tratamento precoce e não apresenta alternativa. Esse é um canalha”, disse. “O que eu tomei todo mundo sabe. Ouso dizer que milhões de pessoas fizeram esse tratamento. Por que ser contra?”, acrescentou.

Durante a fala de Bolsonaro, no Planalto, o ex-ministro da Saúde Nelson Teich afirmava, na CPI da Covid, que deixou o cargo por discordar da pressão do presidente para que o medicamento fosse imposto como método de tratamento contra o novo coronavírus.

Apesar do colapso no sistema de saúde de Manaus em janeiro, Bolsonaro sustentou que o medicamento evitou mortes no Amazonas. “E espero que a experiência de Manaus com doses cavalares de hidroxicloroquina seja completamente desnudada pelos senadores. Por que não se investe em remédio, por que é barato demais? É lucrativo para empresas farmacêuticas e laboratórios investir no que é caro?”, disse.

O presidente cobrou também investigação sobre o uso dos recursos federais por Estados e municípios. “Essa CPI tenho certeza que vai ser excepcional no final da linha, vai mostrar sim o que alguns fizeram erradamente com os bilhões entregues pelo governo para seus respectivos Estados e municípios.”

Por fim, justificou a demora na compra de vacinas da Pfizer na existência de cláusulas contratuais que exigiam que o governo se responsabilizasse pela aplicação e elogiou o projeto de lei de autoria do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), que deu conforto ao governo para assinar a aquisição.

“Graças a lei de iniciativa dele (Pacheco), sancionada em março, pudemos então comprar as vacinas da Pfizer, mas já vinham sendo contratadas por nós lá atrás, Faltava olharmos o contrato, quem não leu critica, quem leu fica conosco”, disse.

Economia

Sobre a economia, Bolsonaro disse que o que mais quer é que o País se livre do vírus e volte à normalidade. Disse que as medidas de isolamento são elogiadas pela esquerda porque “o desemprego e a miséria são terreno fértil para ditaduras”. “O Brasil foi um dos países que menos decresceu em razão da pandemia”, afirmou. “Tivemos mais empregos com carteira assinada no fim de 2020 do que no fim de 2019. Começamos bem 2021, não podemos continuar com essa política do fecha tudo e fique em casa.”

Ao falar de estatais, o presidente disse que a Caixa deve registrar um lucro elevado neste ano e elogiou o BNDES. Citou nominalmente o atual presidente da Petrobras, general Joaquim Silva e Luna, que, à frente de Itaipu, realizou investimentos em aeroportos e pontes no Paraná. “Estamos conduzindo estatais com seriedade”, afirmou.

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Foguete chinês cairá na Terra no próximo sábado em local ‘desconhecido’

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Um foguete usado pela China para lançar em órbita o módulo principal da primeira estação espacial permanente do país deve voltar à Terra no próximo sábado, dia 8, em um local desconhecido. A informação é de um comunicado do porta-voz do Departamento de Defesa dos Estados Unidos, Mike Howard.

A agência espacial da China ainda não disse se a parte central do enorme foguete Long March 5B está sob controle ou fará uma descida descontrolada. Detalhes básicos sobre o foguete e sua trajetória são desconhecidos porque o governo chinês ainda não comentou publicamente sobre a reentrada.

O comando espacial americano está rastreando a trajetória do foguete. O 18º Esquadrão de Controle Espacial dos EUA fornecerá atualizações diárias sobre sua localização por meio do site Space Track.

A maior parte dos detritos espaciais são queimados na atmosfera. No entanto, o tamanho do foguete, de 22 toneladas, aumentou a preocupação de que alguns de seus pedaços maiores podem retornar à atmosfera e causar danos se atingirem áreas habitadas.

Jonathan McDowell, especialista do Centro de Astrofísica da Universidade de Harvard, esclareceu ao canal CNN que a situação “não é o fim dos dias”. “Não acho que as pessoas devam tomar precauções. O risco de alguém bater ou se machucar é muito pequeno. Não é desprezível, pode acontecer, mas o risco de bater em você é incrivelmente pequeno”, disse à emissora.

McDowell explica que apontar para onde os destroços podem se dirigir é quase impossível neste ponto devido à velocidade com que o foguete está viajando. Ainda assim, ele falou que o oceano continua a ser a aposta mais segura sobre onde os destroços irão pousar porque ocupa a maior parte da superfície da Terra.

“Se você quer apostar onde algo vai pousar na Terra, aposte no Pacífico, porque o Pacífico é a maior parte da Terra. É simples assim”, disse McDowell.

A organização sem fins lucrativos Aerospace Corp. acredita que os destroços vão atingir o Pacífico perto do Equador depois de passar por cidades do leste dos EUA. Sua órbita cobre uma faixa do planeta que vai da Nova Zelândia a Terra Nova (Canadá).

O foguete Long March 5B carregou o módulo principal de Tianhe, ou Harmonia Celestial, em órbita desde 29 de abril. A China planeja mais 10 lançamentos para transportar partes adicionais da estação espacial.

Destroços descontrolados

Um foguete chinês de 18 toneladas que caiu em maio do ano passado foi o entulho mais pesado a cair sem controle na Terra desde a antiga estação espacial soviética Salyut 7, em 1991.

A primeira estação espacial da China, Tiangong-1, caiu no Oceano Pacífico em 2016 depois que Pequim confirmou que havia perdido o controle dela. Em 2019, a agência espacial controlou a demolição de sua segunda estação, Tiangong-2, na atmosfera.

Em março, destroços de um foguete Falcon 9 lançado pela empresa de aeronáutica norte-americana SpaceX caíram na Terra em Washington e na costa do Oregon, nos EUA. (Com agências internacionais).

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