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‘Quero lembrar de quem eu sou’, diz Juliette sobre retorno à Paraíba após participação no BBB21

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Depois de 100 dias intensos dentro da casa do Big Brother Brasil 2021, a campeã Juliette Freire tem vivido um turbilhão de emoções desde que deixou o programa. Agora, seu desejo é voltar na sua cidade, Campina Grande, na Paraíba, e se reconectar consigo mesma. “Quero lembrar de quem eu sou, porque eu quase me perdi de mim e eu quero lembrar pra sempre”, destacou a paraibana durante trecho da entrevista exibido no JPB1 desta segunda-feira (10).
Foto Reprodução: Entrevista de Juliette à TV Cabo Branco exibidos no JPB1
Desde que saiu da casa mais vigiada do Brasil, Juliette tem tido uma agenda cheia de compromissos, com entrevistas em programas nacionais, sessão de fotos para capas de revistas e, entre uma programação e outra, uma grande quantidade de fãs querendo ver a ex-sister.

“Quero olhar para minha cidade e para casa da minha mãe. Não sei quando vou poder ir lá, porque é uma operação de guerra para andar no aeroporto. Mas quero visitar o abraço dos meus irmãos, da minha família”, desabafa.

 

Juliette viveu situações de preconceito dentro da casa do BBB21 — Foto: Foto: Globo

Juliette viveu situações de preconceito dentro da casa do BBB21 — Foto: Foto: Globo

 

‘Não ia voltar sem o que eu pretendia’

 

Ainda sem entender como tudo aconteceu e que rumo vai seguir a partir de agora, Juliette segue em êxtase com tudo que está vivendo: músicas com seu nome, milhões de seguidores, carinho por todos os lados, um fenômeno nacional. Mas não esquece que passou por situações muito tristes dentro da casa.

“Foi muito difícil, mas eu pensava muito na história que eu queria escrever ali, o que eu fui fazer ali. Eu não ia voltar sem o que eu pretendia buscar: a saúde da minha mãe, a segurança dos meus irmãos, a minha segurança”, declara Juliette.

E, assim que conseguiu, deu o abraço de alívio na mãe, dona Fátima. Dentro da casa do BBB, Juliette sempre pedia que a mãe ficasse em casa para se proteger da Covid-19 e não escondia a saudade que sentia. Além disso, no dia da final, quando a sua vitória foi anunciada, ela dedicou toda a sua trajetória dentro da casa para dona Fátima. Reencontrar a mãe não poderia trazer outro sentimento. “Eu só queria agradecer. Foi por ela. Foi um estado de alívio e gratidão por ela estar viva”, desabafou.

Juliette, vencedora do "BBB21" — Foto: Divulgação

Juliette, vencedora do “BBB21” — Foto: Divulgação

 

Juliette, campeã do BBB21, fala sobre a Paraíba e planos para vida pessoal e profissional no JPB2

Preconceito regional dentro do BBB

 

Juliette também foi alvo de muito preconceito dentro da casa do BBB. Criticavam o seu jeito de falar, o seu jeito de conversar com as pessoas, a forma como gesticulava. Tudo era motivo de crítica contra Juliette. Fora da casa, a torcida identificou como xenofobia.

A paraibana não usa essa palavra para se referir aos ataques que sofreu dentro da casa, mas deixa claro que o sue regionalismo nunca foi bem aceito. “Eu sempre passei por isso”, disse Juliette. “Quando começo a falar, quando começo a exaltar minha cultura, eu vejo uma piada, associando a burrice ou de ser menor, inferior”, conta Juliette em entrevista ao Fantástico, neste domingo (9).

No começo do programa, acreditava no que o que as pessoas estavam dizendo sobre ela, porque, confessa, estava frágil. “Mas quando eu comecei a conhecer as pessoas eu percebi que elas só estavam com medo. Algumas eu entendi, outras ainda não, mas estou tentando”, revela.

Foi em situações de preconceito, exclusão e críticas que Juliette colocou para fora a música “Deus me proteja”, de Chico César. Após cantar a canção, a música viralizou na internet e, agora, é a partir dela que Juliette quer escrever e descrever a sua história.

G1

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Menina de 8 anos é esmagada por placa de concreto de muro do metrô do Recife

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Placa de muro do metrô cai e atinge menina de 8 anos no Recife

Placa de muro do metrô cai e atinge menina de 8 anos no Recife

Uma placa de concreto que compõe o muro do metrô caiu e esmagou uma criança de 8 anos na comunidade do Papelão, no bairro do Coque, na região central do Recife. O acidente ocorreu quando a menina participava de uma festa promovida por uma ONG, em comemoração ao Dia das Crianças (veja vídeo acima).

A garota, que está intubada, foi internada em estado grave na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) pediátrica do Hospital da Restauração, no bairro do Derby. De acordo com testemunhas, Kemilly Kethelyn Lino da Silva foi atingida pelo muro por volta das 13h do sábado (16).

A festa, realizada na Avenida Central e a menina estava em pé, na calçada, quando a estrutura desabou. Por pouco, outras crianças também não foram atingidas.

Kemilly Kethelyn foi esmagada por uma placa de concreto do muro do metrô, no Recife — Foto: Reprodução/WhatsApp

Kemilly Kethelyn foi esmagada por uma placa de concreto do muro do metrô, no Recife — Foto: Reprodução/WhatsApp

De acordo com a dona de casa Caroline Pereira da Silva, mãe de Kemilly, a garota passou por uma cirurgia na madrugada deste domingo (17).

“Ela saiu da cirurgia e está na sala de recuperação. A operação foi na bacia dela, que teve uma fratura. Ela estava tão feliz. Eu não fui, porque estava ajeitando as coisas em casa. Ela tomou banho, se arrumou toda e eu amarrei o cabelo dela. Estavam tias, pessoas da família. A festa foi bem perto de casa. Eu quero minha filha de volta”, disse a mãe de Kemilly.

O enfermeiro Jonata Bruno, que faz parte da ONG que promoveu a festa, estava no local e ajudou no socorro de Kemilly. Segundo ele, o muro estava bastante danificado e, em alguns trechos, já tinha desabado.

Ele disse, também, que na região não há espaço de lazer para as crianças, e que, por isso, a extensão do muro do metrô é o único lugar em que os pequenos podem brincar. A Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU) é a responsável pela estrutura.

Placa de concreto do muro do metrô caiu por cima de menina de 8 anos, no Recife — Foto: Reprodução/WhatsApp

Placa de concreto do muro do metrô caiu por cima de menina de 8 anos, no Recife — Foto: Reprodução/WhatsApp

“A barra de concreto ficou totalmente por cima dela. Ela teve múltiplas fraturas, no crânio, na coluna, nos pés e na bacia, onde fizeram uma cirurgia para colocar um fixador. A gente tirou a placa de cima dela e eu vi que ela estava sangrando muito. Decidimos nós mesmos levar para o hospital, porque o Samu [Serviço de Atendimento Móvel de Urgência] iria demorar muito”, declarou Jonata.

Kemilly foi levada para o Instituto de Medicina Integral Fernando Figueira (Imip), no bairro dos Coelhos, unidade de saúde mais próxima do bairro do Coque. Lá, foram feitos os primeiros socorros e a menina foi transferida para o Hospital da Restauração. De acordo com a unidade, ela sofreu politraumatismo.

g1 entrou em contato com a CBTU para saber como é feita a manutenção do muro que acompanha toda a extensão dos trilhos do metrô, mas não obteve resposta até a última atualização desta reportagem.

Na manhã deste domingo, a Globo foi até o local e presenciou uma vistoria feita por funcionários da CBTU e de uma empresa terceirizada. Uma placa de madeira foi colocada no lugar onde estava a estrutura que esmagou a garota.

Muro do metrô do Recife foi fechado com tábua após placa de concreto esmagar menina de 8 anos — Foto: Danielle Fonseca/TV Globo

Muro do metrô do Recife foi fechado com tábua após placa de concreto esmagar menina de 8 anos — Foto: Danielle

g1

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Vídeo: motociclista é atropelada após taxista invadir via sem respeitar sinalização em avenida de João Pessoa

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Imagens de câmera de segurança mostra o momento do acidente.

Uma motociclista ficou ferida na manhã deste domingo (17), após ser atropelada na Rua Ranieri Mazilli, no bairro do Cristo, em João Pessoa. Imagens de câmera de segurança mostra o momento do acidente.

O condutor do táxi sai da CEASA e entra na contramão para seguir na rua principal do bairro. A condutora da moto que seguia na via é atropelada quando o condutor tenta mudar de faixa.

Com o impacto da batida, a mulher é arremessada ao solo. O taxista acionou o Samu até o local.

A mulher foi encaminhada para o Hospital de Trauma de João Pessoa. O estado de saúde não foi divulgado.

clickpb

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MPF investiga irregularidades em compra de 4 mil testes rápidos para covid-19 pela Prefeitura de Cuité de Mamanguape

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O inquérito civil foi aberto para apurar compra da prefeitura com a empresa Everton Barbosa Falcão no ano de 2020.

Sede do Ministério Público Federal na Paraíba (MPF-PB). (Foto: Walla Santos)

O Ministério Público Federal (MPF) abriu nesta sexta-feira (15) um inquérito civil para investigar irregularidades na compra de 4 mil testes rápidos para detecção de Covid-19 por parte da Prefeitura de Cuité de Mamanguape com a empresa Everton Barbosa Falcão, segundo apurou o ClickPB. A portaria foi publicada pelo procurador da Républica Sérgio Rodrigo Pimentel de Castro Pinto.

O órgão já havia deflagrado no dia 9 de setembro a Operação Select que tinha o município como um dos alvos da investigação sobre o “direcionamento da contratação e montagem do próprio processo de dispensa de licitação, além de superfaturamento e sobrepreço nas aquisições de testes rápidos para a detecção da Covid-19”.

Na ocasião, foram constatadas que sete prefeituras da Paraíba, incluindo Cuité de Mamanguape, compraram kits de detecção de covid-19 que custavam R$ 25 por R$ 115, representando 89% a mais do valor do produto praticado no mercado.

De acordo com uma ação civil pública do MPF, a empresa investigada também havia vendido para a Prefeitura de Monteiro 5 mil testes rápidos e 40 mil máscaras descartáveis no valor de R$ 420 mil, com dispensa de licitação.

Segundo o Tribunal de Contas da Paraíba (TCE-PB), há indícios de sobrepreço no valor de R$ 268,5 mil nas aquisições. Já a Controladoria-Geral da União (CGU) apontou que supostamente a empresa contratada não forneceu os materiais adquiridos em sua integralidade, de maneira a potencializar o dano ao erário causado.

“Isso porque há um evidente descompasso entre a aquisição dos produtos, aferida a partir de notas fiscais de entrada e saída do estoque da empresa Everton Barbosa Falcão, e a venda aos entes públicos que com ela firmaram avença”, destaca a Justiça na decisão de primeira instância.

De acordo com as investigações da Operação Select, o prejuízo ao erário público chega a ser de R$ 2,8 milhões de recursos destinados ao combate da pandemia no estado.

“Alguns municípios estavam adquirindo testes rápidos por meio de dispensa de licitação. Há indícios de fraude e montagem de propostas de valores que resultava em direcionamento para determinada empresa fornecer por preços muito além do praticado no mercado. Os kits, em si, deveriam ter custado em relação a esses municípios investigados em torno de R$ 700 a R$ 800 mil e custaram R$ 3,4 milhões”, disse Queiroz.

Foram cumpridos 28 mandados de busca e apreensão em empresas e órgãos públicos nas cidades de João Pessoa, Santa Rita, Caldas Brandão, Mamanguape, Cuité de Mamanguape, Alhandra, Lagoa de Dentro, Serra da Raiz e Lagoa.

Os mandados foram expedidos pela 16ª Vara Federal em João Pessoa, 12ª Vara Federal em Guarabira e 8ª Vara Federal em Sousa, com pareceres favoráveis do Ministério Público Federal.

Crimes investigados – Os investigados responderão pelos crimes previstos nos artigos 89, 90 e 96 da Lei nº 8.666/93 (visto que cometidos antes do advento da lei 14.133/21), artigos 317 e 333 do Código Penal Brasileiro, além de outros que venham a ser descobertos no bojo da investigação

clickpb

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