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Lei que garante acesso livre de personal trainer às academias muda realidade de profissionais de educação física

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“Para quem está entrando no mercado agora como eu, a Lei do Personal é extremamente importante. Ela mudou a realidade de muitos profissionais em todo o estado que agora podem trabalhar de forma tranquila, sem se preocupar com pagamento de taxas e ainda transformou em parceria a relação dos personal trainers com as academias”. O depoimento do personal Thiago Macedo reforça a transformação na vida dos profissionais de educação física proporcionada pela Lei 10.774/2016, de autoria da deputada estadual Camila Toscano (PSDB). A propositura garante aos profissionais de educação física acesso livre às academias para acompanhar seus clientes.

Para Thiago, a Lei do Personal beneficia principalmente os profissionais que estão iniciando já que os investimentos são altos. “O personal é autônomo, é a própria empresa e, por isso, temos todo um custo para manter o trabalho. Com essa taxa que se pagava antigamente, antes da Lei, ficava muito difícil começar já que a caminhada é difícil no início. Essa Lei está beneficiando muita gente, como está me beneficiando hoje”, disse.

Para o profissional, a Lei é boa tanto para as academias como para os profissionais de educação física. “Proporcional para ambos a formação de uma parceria interessante. Quanto mais aluno eu levar para determinado estabelecimento, melhor para a academia que não vai sentir falta daquela taxa de antes e bom também para os profissionais que não terão que pagar para orientar os alunos. Acho justo essa parceria do profissional com a empresa, inclusive que o personal pague a camisa da academia para usar dentro do estabelecimento durante as orientações”, observou.

Thiago lembra que quando a Lei foi sancionada, em 2016, ainda não trabalhada como personal e mesmo assim, a Lei o beneficiou. “Como aluno via muitos profissionais reclamarem por uma taxa cobrada que os prejudicava, principalmente, quem estava começando a trabalhar como personal. Você tinha que investir na sua profissão, captar alunos, aumentar as despesas com deslocamento e ainda ter que pagar taxa de academia. E aí, não tinha muito o que fazer porque pagava ou não trabalhava. Eu malhei um tempo sozinho e não via resultado. Depois que comecei treinar com um profissional de educação física tudo melhorou e não achava justo que ele tivesse que pagar, quando quem fazia uso dos equipamentos era eu que já pagava mensalidade a academia. E profissional só entrava para me orientar no treino”, disse.

Hoje, com a Lei, os usuários de academias de ginástica, devidamente matriculados, podem ingressar nestes estabelecimentos acompanhados por profissionais particulares de educação física, devidamente registrados no Conselho Regional de Educação Física, portando a cédula de identidade profissional.

A autora da Lei, a deputada Camila, explicou que o livre acesso dos profissionais de educação física é apenas para orientar e coordenar as atividades de seus clientes. “As academias de ginástica não poderão cobrar custos extras dos alunos nem dos profissionais de educação física para o desenvolvimento das atividades”, esclareceu.

Assessoria de Imprensa

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Prefeitura de Araçagi realiza dia D 12+ sem comorbidades de vacinação contra a COVID-19

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A Prefeitura Municipal de Araçagi através da Secretaria de Saúde, realizou na manhã desta quinta-feira (21), o dia D 12+ sem comorbidades de vacinação contra a COVID-19.
Ação aconteceu na escola Agripino Ribeiro Filho e contou com um grande número de jovens para receber a primeira dose da vacina.
O resultado positivo de todas as ações e planejamento do município já é visível, contudo não podemos relaxar os cuidados e muito menos parar com nossas ações, vamos seguir avançando cada dia mais.
Prefeitura Municipal de Araçagi

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Saúde distribui 217.170 doses de vacinas contra a covid-19 nesta sexta-feira

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A Secretaria de Estado da Saúde (SES) distribui, nesta sexta-feira (22), mais 217.170 doses de imunizantes contra a covid-19. A 59ª pauta de distribuição compreende 125.820 doses da vacina Pfizer/Comirnaty, sendo 111.666 doses de reforço (Dref), para idosos acima de 60 anos, e 14.154 doses dois (D2), para completar o esquema da população entre 18 e 59 anos. Fazem parte da pauta ainda 91.350 doses da Astrazeneca/Fiocruz que também são destinadas para segunda dose da população maior de 18 anos.

A dose de reforço deve ser administrada na população idosa acima de 60 anos 6 meses após a última dose do esquema vacinal (segunda dose ou dose única), independente do imunizante aplicado anteriormente no esquema vacinal. O secretário estadual de Saúde, Geraldo Medeiros, reforça que é importante que os municípios se atentem a este público, uma vez que é a população mais vulnerável ao vírus.

“É fundamental a imunização dos idosos e o complemento deste esquema vacinal com a dose de reforço, para que se tenha uma proteção ainda maior da população mais suscetível ao vírus. Orientamos os municípios que insistam nas buscas ativas, vacinem seus idosos e estejam atentos a vacinação em tempo oportuno, de acordo com os prazos estabelecidos”, ressalta o secretário.

Ele reforça ainda que o cidadão que faz parte de grupos já abertos e que não tenha ainda recebido o imunizante não poderá ficar sem acesso à vacinação. A campanha de vacinação é contínua e o acesso deve ser garantido pela gestão de cada município.

A Paraíba já distribuiu 5.562.946 doses de imunizantes até esta quinta-feira (21) e já conta com 41,48% da população total do estado vacinadas com duas doses ou dose única contra a covid-19.

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Assembleia aprova projeto que assegura igualdade de premiação entre atletas e paratletas

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Os deputados aprovaram durante a sessão desta nesta terça-feira (19) da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) o projeto de Lei 2.827/21, de autoria de Camila Toscano (PSDB), que assegura igualdade entre atletas e paratletas. A matéria estabelece que atleta com deficiência que participar de eventos e competições paradesportivas com emprego de recursos públicos estaduais, receba a mesma premiação e os mesmos benefícios assegurados ao atleta sem deficiência que compete em categoria igual ou similar.

“Esse é um projeto importante. É público e notório que existem diferenças nas premiações e incentivos dados aos atletas brasileiros, visto que normalmente a maior fatia fica para o futebol masculino. Quanto realizamos um recorte de gênero, mesmo no futebol, a desigualdade é gigante entre homens e mulheres. Mas, quando focamos nos paratletas, especialmente as mulheres, a desigualdade é estarrecedora. Então, propomos esse projeto para combater, no âmbito esportivo, mais uma forma de desigualdade entre pessoas com e sem deficiência”, destacou a deputada.

De acordo com o projeto, o direito assegurado ao atleta com deficiência não exclui a igualdade de premiações entre homens e mulheres que competirem em mesma categoria nas competições esportivas e paradesportivas.

O descumprimento do que é proposto no projeto pode acarretar as instituições públicas uma responsabilização administrativa de seus dirigentes, quanto pessoa física ou jurídica de direito privado como: advertência, quando da primeira autuação da infração e ainda multa, quando da segunda autuação, podendo chegar a R$ 5,5 mil.

Assessoria de Imprensa

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