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Policial

Mãe de Marília Mendonça denuncia golpista que se passou por ela para pedir dinheiro

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A mãe da cantora alertou seguidores sobre o caso neste sábado, em uma rede social.

Marília Mendonça morreu no último dia 5 de novembro (Foto: Reprodução)

RIO — Em meio a tragédia da morte da filha, a cantora Marília Mendonça, Ruth Moreira foi vítima de um perfil falso que tem usado o nome dela para aplicar golpes. A mãe da cantora alertou seguidores sobre o caso neste sábado, em uma rede social.

Na postagem, Ruth mostrou que um perfil no Instagram foi criado com fotos e um nome de usuário muito parecido com o dela. Por meio de mensagens, a pessoa por trás da página tem pedido transferências de dinheiro via PIX. Foram fãs de Marília que perceberam o golpe e avisaram a mãe da cantora sobre o ocorrido.

Nesta semana, o sertanejo Murilo Huff, ex-namorado de Marília e pai do filho dela, Léo, também fez uma denúncia parecida. Huff afirmou que um golpista estava se passando por ele em um aplicativo de mensagens. Uma pessoa próxima foi contactada. O criminoso dizia que o cantor estava enfrentando um problema com uma conta bancária e precisava de ajuda financeira.

‘Deus me deu, Deus tirou’

Ruth usou as redes sociais para se pronunciar sobre a morte da filha pela primeira vez quase três dias após o acidente aéreo em Piedade de Caratinga (MG). Na ocasião, escolheu uma foto que mostrava as duas quase dando um selinho. Como legenda, duas frases. A primeira dizia: ‘Tudo é dele, por ele, para ele’. A segunda: ‘Deus me deu, tirou, bendito seja o nome do senhor’. Ela terá a guarda compartilhada do neto, Léo, com Murillo  Huff.

Investigação
O acidente aéreo que matou Marília completou oito dias neste sábado. As investigações sobre o que provocou a queda da aeronave ainda estão em andamento. Outras quatro pessoas também morreram na tragédia. São elas: o produtor Henrique Ribeiro, o tio e assessor da cantora, Abicieli Silveira Dias Filho, o piloto e copiloto do avião, Geraldo Martins de Medeiros e Tarciso Pessoa Viana, respectivamente.

Marília foi enterrada no último sábado, 6, em Goiânia. O velório da cantora ocorreu sob forte emoção de parentes, amigos e milhares de fãs que estiveram em um ginásio de esportes na capital goiana. Nessa mesma data, foi realizada perícia na área do acidente por agentes da Polícia Civil e do Centro de Investigação e Prevenção Acidentes Aeronáuticos (Cenipa). Os dois motores da aeronave também serão periciados.

Desde então, novas informações sobre o caso surgiram. O GLOBO revelou que o piloto do avião comunicou duas vezes sobre o procedimento de pouso. E além da Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig), testemunhas informaram que a aeronave colidiu com um cabo de energia e, segundos depois, caiu perto de um riacho.

O Globo

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Operação policial prende 15 investigados por roubo e apreende armas na região de Guarabira

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A Operação Hefesto II deflagrada em ação conjunta das polícias Civil, Militar e o Corpo de Bombeiros prendeu 15 pessoas investigadas por vários roubos a residências e propriedades rurais nos municípios de Guarabira, Araçagi e Itapororoca, na Paraíba. Durante a operação foi apreendida uma espingarda calibre 12, duas pistolas e três revólveres, além de várias munições.

Dos 16 alvos procurados, apenas um não foi localizado ainda. Veículos e roupas camufladas utilizados nos crimes também foram apreendidos pelos policiais.

A investigação é da Polícia Civil, por intermédio do Núcleo Operacional de Repressão Qualificada da 4ª Superintendência de Polícia Civil (4ª SRPC), sediada em Guarabira, e apura a atuação de uma associação criminosa que atua naquela região. De acordo com os relatos, os assaltantes agem com muita violência contra os moradores, durante essas invasões.

“É uma organização que vinha causando muitos prejuízos financeiros às vítimas, além do impacto psicológico gerado pela forma violenta com que agiam. Mas as forças de segurança da Paraíba seguem firmes e unidas, no combate às organizações criminosas”, disse o superintende da Polícia Civil na região, delegado Luciano Soares.

A Operação empregou mais de 150 agentes de segurança, entre policiais civis, militares e bombeiros.

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Corregedoria investiga pênis de borracha achado em academia da PM de São Paulo

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Alguém invadiu a sala do professor da academia Barro Branco, atirou água no computador dele e, ainda, deixou o objeto fálico em cima da mesa.

A academia do Barro Branco tem aproximadamente 660 cadetes, além de cerca de 140 funcionários. Não há câmeras no local onde o trote ocorreu. (Foto: Reprodução)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) — Equipes da Corregedoria da Polícia Militar de São Paulo foram acionadas no dia 12 de novembro para tentar resolver um mistério bastante incomum: quem foi o responsável por colocar um pênis de borracha na mesa de um dos professores da academia do Barro Branco, responsável por formar os principais quadros da corporação.

Ao chegarem na unidade, que fica na zona norte da capital paulista, os agentes da Corregedoria encontraram funcionários e alunos proibidos de deixar o local até que o caso fosse esclarecido.

Seus superiores exigiam saber quem tinha invadido a sala de um professor, atirado água no computador dele e, ainda, deixado o objeto fálico em cima da mesa.

Apesar das broncas e ameaças, o responsável pelo ato não foi descoberto naquele dia e a turma acabou liberada horas depois. O assunto, porém, segue sendo investigado.

Todos os materiais (incluindo o pênis) foram recolhidos pelos agentes da Corregedoria para abertura de uma apuração. Analistas da PM tentam agora encontrar as digitais no material e confrontá-las com as das pessoas que estavam na unidade e, assim, identificar o culpado.

A academia do Barro Branco tem aproximadamente 660 cadetes, além de cerca de 140 funcionários. Não há câmeras no local onde o trote ocorreu.

De acordo com policiais ouvidos pela reportagem, o assunto se tornou um dos mais comentados nos grupos de PMs nas redes sociais nos últimos dias, virou stickers (figurinhas usadas para ilustrar conversas no WhatsApp) e tema de debates sobre os motivos que levaram ao trote.

Policiais disseram que o oficial alvo do trote seria o responsável pelo setor que cuida das operações realizadas pela academia. Uma das principais funções da unidade é exatamente ensinar aos alunos as funções práticas da função, inclusive com a realização de ações nas ruas.

Segundo essas pessoas ouvidas pela reportagem, o professor em questão não era considerado odiado pelos alunos, o que aumenta ainda mais as dúvidas sobre o caso.

Embora nas redes o caso tenha sido tratado pela maioria como brincadeira, os responsáveis pelo trote podem pagar caro pela ação – se vierem a ser identificados, evidentemente.

Entre as punições previstas está o desligamento do curso de oficiais, por exemplo. Se o aluno já era policial antes de entrar na academia, ele pode ainda ser alvo de um processo para ser expulso da PM.

Oficiais ouvidos pela reportagem afirmaram não ter conhecimento de casos semelhantes na academia do Barro Branco, considerada uma instituição de excelência na formação de cadetes e com vestibulares tão concorridos quanto os dos principais cursos da USP (Universidade de São Paulo).

Um único momento lembrado por eles foi o que levou à punição de Olímpio Gomes –o senador Major Olímpio, morto em março em decorrência da Covid.

Em 1982, na véspera de sua formatura na academia, ele e outros colegas de classe entraram no pátio da unidade em veículos em alta velocidade e deram “cavalos de pau”, provocando uma enorme confusão.

Pela brincadeira, mesmo estando apenas como carona, ele ficou preso por 25 dias (um dos 17 alunos punidos) e foi rebaixado de primeiro para segundo lugar de sua turma –decisão que marcou a carreira do oficial para sempre e era uma de suas grandes mágoas, conforme desabafava em entrevistas.

Procurada, a Polícia Militar não quis se manifestar.

FOLHAPRESS

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Policial

Adolescente denuncia professor por assédio: “Passou pênis”

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Ao saber de situação, pai foi até escola para pedir providências e entrou em briga corporal com suspeito

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Um pai, revoltado ao descobrir que filha, de 17 anos, vem sendo assediada por professor, de 56, de uma escola estadual em Jaciara (a 214 km de Cuiabá), foi até a unidade de ensino para cobrar providências e acabou em vias de fato como o suspeito.

O caso foi registrado na noite de quarta-feira (1º/12). após a menina relatar que vem sofrendo com as investidas há alguns dias. Segundo ela, o educador chegou a passar o pênis nas nádegas dela, enquanto falava que ela tinha os seios bonitos.

 Metrópoles.

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