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Policial

Pai de Santo e esposa são executados a tiros dentro de carro no município de Caaporã

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O caso está sendo investigado pela Polícia Civil da Paraíba. O crime teria sido cometido por uma dupla em uma moto.

O crime aconteceu a poucos metros do local onde as vítimas tinham um terreiro. (Foto: Reprodução – Ilustrativa)

Um Pai de Santo e sua esposa foram executados a tiros dentro do carro, na noite do domingo (14), no município de Caaporã, no Litoral Sul paraibano. A Polícia Civil investiga a motivação e a autoria do crime. No local, familiares e amigos informaram desconhecer que as vítimas sofriam ameaças.

De acordo com informações apuradas pelo ClickPB, a vítima conhecida por Pai Jhony e sua esposa, Aline Ribeiro, foram alvejados por uma dupla em uma moto com o veículo ainda em movimento, pois ao chegar no local os policiais constataram que o carro ainda estava ligado assim como o equipamento de som. Segundo a polícia, cada uma das vítimas recebeu um disparo de arma de fogo.

Nada foi levado das vítimas. O crime aconteceu a poucos metros do terreiro das vítimas. No local, a polícia informou que não havia justificavas do crime nem de ameaças. O caso será investigado.

clickpb

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Destaque

Operação policial prende 15 investigados por roubo e apreende armas na região de Guarabira

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A Operação Hefesto II deflagrada em ação conjunta das polícias Civil, Militar e o Corpo de Bombeiros prendeu 15 pessoas investigadas por vários roubos a residências e propriedades rurais nos municípios de Guarabira, Araçagi e Itapororoca, na Paraíba. Durante a operação foi apreendida uma espingarda calibre 12, duas pistolas e três revólveres, além de várias munições.

Dos 16 alvos procurados, apenas um não foi localizado ainda. Veículos e roupas camufladas utilizados nos crimes também foram apreendidos pelos policiais.

A investigação é da Polícia Civil, por intermédio do Núcleo Operacional de Repressão Qualificada da 4ª Superintendência de Polícia Civil (4ª SRPC), sediada em Guarabira, e apura a atuação de uma associação criminosa que atua naquela região. De acordo com os relatos, os assaltantes agem com muita violência contra os moradores, durante essas invasões.

“É uma organização que vinha causando muitos prejuízos financeiros às vítimas, além do impacto psicológico gerado pela forma violenta com que agiam. Mas as forças de segurança da Paraíba seguem firmes e unidas, no combate às organizações criminosas”, disse o superintende da Polícia Civil na região, delegado Luciano Soares.

A Operação empregou mais de 150 agentes de segurança, entre policiais civis, militares e bombeiros.

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Destaque

Corregedoria investiga pênis de borracha achado em academia da PM de São Paulo

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Alguém invadiu a sala do professor da academia Barro Branco, atirou água no computador dele e, ainda, deixou o objeto fálico em cima da mesa.

A academia do Barro Branco tem aproximadamente 660 cadetes, além de cerca de 140 funcionários. Não há câmeras no local onde o trote ocorreu. (Foto: Reprodução)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) — Equipes da Corregedoria da Polícia Militar de São Paulo foram acionadas no dia 12 de novembro para tentar resolver um mistério bastante incomum: quem foi o responsável por colocar um pênis de borracha na mesa de um dos professores da academia do Barro Branco, responsável por formar os principais quadros da corporação.

Ao chegarem na unidade, que fica na zona norte da capital paulista, os agentes da Corregedoria encontraram funcionários e alunos proibidos de deixar o local até que o caso fosse esclarecido.

Seus superiores exigiam saber quem tinha invadido a sala de um professor, atirado água no computador dele e, ainda, deixado o objeto fálico em cima da mesa.

Apesar das broncas e ameaças, o responsável pelo ato não foi descoberto naquele dia e a turma acabou liberada horas depois. O assunto, porém, segue sendo investigado.

Todos os materiais (incluindo o pênis) foram recolhidos pelos agentes da Corregedoria para abertura de uma apuração. Analistas da PM tentam agora encontrar as digitais no material e confrontá-las com as das pessoas que estavam na unidade e, assim, identificar o culpado.

A academia do Barro Branco tem aproximadamente 660 cadetes, além de cerca de 140 funcionários. Não há câmeras no local onde o trote ocorreu.

De acordo com policiais ouvidos pela reportagem, o assunto se tornou um dos mais comentados nos grupos de PMs nas redes sociais nos últimos dias, virou stickers (figurinhas usadas para ilustrar conversas no WhatsApp) e tema de debates sobre os motivos que levaram ao trote.

Policiais disseram que o oficial alvo do trote seria o responsável pelo setor que cuida das operações realizadas pela academia. Uma das principais funções da unidade é exatamente ensinar aos alunos as funções práticas da função, inclusive com a realização de ações nas ruas.

Segundo essas pessoas ouvidas pela reportagem, o professor em questão não era considerado odiado pelos alunos, o que aumenta ainda mais as dúvidas sobre o caso.

Embora nas redes o caso tenha sido tratado pela maioria como brincadeira, os responsáveis pelo trote podem pagar caro pela ação – se vierem a ser identificados, evidentemente.

Entre as punições previstas está o desligamento do curso de oficiais, por exemplo. Se o aluno já era policial antes de entrar na academia, ele pode ainda ser alvo de um processo para ser expulso da PM.

Oficiais ouvidos pela reportagem afirmaram não ter conhecimento de casos semelhantes na academia do Barro Branco, considerada uma instituição de excelência na formação de cadetes e com vestibulares tão concorridos quanto os dos principais cursos da USP (Universidade de São Paulo).

Um único momento lembrado por eles foi o que levou à punição de Olímpio Gomes –o senador Major Olímpio, morto em março em decorrência da Covid.

Em 1982, na véspera de sua formatura na academia, ele e outros colegas de classe entraram no pátio da unidade em veículos em alta velocidade e deram “cavalos de pau”, provocando uma enorme confusão.

Pela brincadeira, mesmo estando apenas como carona, ele ficou preso por 25 dias (um dos 17 alunos punidos) e foi rebaixado de primeiro para segundo lugar de sua turma –decisão que marcou a carreira do oficial para sempre e era uma de suas grandes mágoas, conforme desabafava em entrevistas.

Procurada, a Polícia Militar não quis se manifestar.

FOLHAPRESS

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Policial

Adolescente denuncia professor por assédio: “Passou pênis”

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Ao saber de situação, pai foi até escola para pedir providências e entrou em briga corporal com suspeito

iStock

Um pai, revoltado ao descobrir que filha, de 17 anos, vem sendo assediada por professor, de 56, de uma escola estadual em Jaciara (a 214 km de Cuiabá), foi até a unidade de ensino para cobrar providências e acabou em vias de fato como o suspeito.

O caso foi registrado na noite de quarta-feira (1º/12). após a menina relatar que vem sofrendo com as investidas há alguns dias. Segundo ela, o educador chegou a passar o pênis nas nádegas dela, enquanto falava que ela tinha os seios bonitos.

 Metrópoles.

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