Apesar da alta, varejo ainda não recuperou prejuízo

O varejo brasileiro deve movimentar, até o final de 2022, cerca de R$ 371,8 bilhões, o que representa uma vantagem de 10,6% em relação ao ano passado, quando esse número foi de R$ 336,3 bilhões. É o que aponta a Pesquisa IPC Maps, especializada em potencial de consumo dos brasileiros há quase 30 anos, com base em dados oficiais.

Embora o cenário seja de otimismo, o estudo mostra que o setor não conseguirá ainda recuperar as perdas obtidas com a pandemia. Em 2019, por exemplo, o potencial de consumo em varejo foi superior a R$ 420 bilhões.

Nos cálculos acima, são levadas em conta despesas com artigos de limpeza; mobiliários e artigos do lar; eletroeletrônicos; vestuário confeccionado; calçados; e joias, bijuterias e armarinhos.

Na contramão desse consumo em recuperação, destaca-se a queda na quantidade de comércios varejistas e atacadistas no País. Segundo o IPC Maps, dos 5.932.149 estabelecimentos do segmento existentes em 2021, mais de 573 mil fecharam suas portas, totalizando atualmente 5.358.525 unidades instaladas no Brasil.

Sobre o IPC Maps

Publicado anualmente pela IPC Marketing Editora, empresa que utiliza metodologias exclusivas para cálculos de potencial de consumo nacional, o IPC Maps destaca-se como o único estudo que apresenta em números absolutos o detalhamento do potencial de consumo por categorias de produtos para cada um dos 5.570 municípios do País, com base em dados oficiais, através de versões em softwares de geoprocessamento. Este trabalho traz múltiplos indicativos dos 22 itens da economia, por classes sociais, focados em cada cidade, sua população, áreas urbana e rural, setores de produção e serviços etc., possibilitando inúmeros comparativos entre os municípios, seu entorno, Estado, regiões e áreas metropolitanas, inclusive em relação a períodos anteriores. Além disso, apresenta um detalhamento de setores específicos a partir de diferentes categorias.

Assessoria

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