Homem acusado de matar esposa em Campina Grande disse desconfiar de relação da vítima com colega de trabalho, mas polícia descarta ter havido traição

Segundo amigos e familiares, a vítima era uma boa pessoa, tinha três filhos e cuidava de mais três crianças.

O homem que foi preso em campina Grande, suspeito de matar a esposa e limpar a arma do crime em uma bíblia, Paulo Neto Gonçalves Duarte, de 34 anos, relatou a polícia que achava que estava sendo traído “Ele colocou na cabeça que estava sendo traído e criou detalhes com base em achismos. A vítima era uma profissional comprometida, muito religiosa. A questão da traição, entendemos mais como criação do acusado”, afirmou a delegada Elizabeth Beckman.

Ainda segunda a delegada, Paulo Neto Gonçalves Duarte, de 34 anos, que confessou o crime, contou que percebia que a mulher estava usando roupas íntimas novas que não eram usadas entre o casal e desconfiava que ela o traia com um colega de trabalho. “A versão dele foi de estar sendo traído por ela, que ela teria mudado comportamento com ele há sete meses, disse que ela estava frequentando algumas pousadas na cidade, mas nada se confirma pelas ‘provas’ que ele diz ter”, detalhou

Segundo amigos e familiares, a vítima era uma boa pessoa, tinha três filhos e cuidava de mais três crianças, que inclusive, são sobrinhos do acusado.

Não há relato de episódios de violência física entre o casal anteriormente, mas a polícia acredita que em razão da ideia de família e da religiosidade dos envolvidos, a vítima não percebeu que sofria violência psicológica por parte do marido. “Ele passou a buscá-la no trabalho para vigiar, enviar lanches durante o expediente, e perguntar de forma insistente se ela ainda o amava”, relatou.

clickpb

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