O secretário de Saúde da Paraíba, Ari Reis, ressaltou nesta terça-feira (20) que, se pessoas chegarem ao Sistema Único de Saúde (SUS)buscando atendimento para bebês reborn, serão encaminhadas ao Hospital Juliano Moreira, referência em saúde mental no estado.
“Todos pacientes que apresentam comportamentos dessa natureza são orientados sim a procurar atendimentos psiquiátricos e psicológicos e nossa referência principal no estado é o Hospital Juliano Moreira”, afirmou o médico.
Com a polêmica em torno da humanização dos bonecos hiper-realistas, projetos de lei foram protocolados para criar restrições aos bebês reborn. A ideia é proibir o atendimento em unidades de saúde públicas privadas, filas preferenciais, entre outros benefícios.
O deputado Zacharias Calil (União Brasil-GO)propõe que simular a presença de um bebê de colo (com bonecos ou outros artifícios) para obter benefícios ou prioridades seja considerado uma infração administrativa. A multa variaria de cinco a 20 salários mínimos, podendo dobrar em caso de reincidência, e os recursos seriam destinados a fundos da primeira infância.
Proibição de atendimento em saúde: o deputado Paulo Bilynsky (PL-SP) quer proibir que profissionais de saúde e servidores públicos atendam esses bonecos em unidades de saúde públicas e privadas. Ele argumenta que o uso de recursos do Sistema Único de Saúde (SUS) para objetos inanimados fere os princípios da eficiência, moralidade e finalidade pública.





