Por Calvin Santana | Portal Mídia
A recém anunciada tarifa de 50% sobre produtos brasileiros exportados aos Estados Unidos, prevista para vigorar em 1º de agosto, segue sendo alvo de incerteza, já que o presidente Donald Trump ainda pode mudar de ideia, segundo o colunista Ronilso Pacheco do UOL.
Contexto e impacto da tarifa
A medida estipula um imposto unilateral de 50% sobre todas as importações brasileiras nos EUA — o maior imposto de importação já anunciado para o Brasil. O governo do Brasil já afirmou estar aberto ao diálogo, mas reforçou que a soberania nacional é inegociável. Apesar das tentativas de negociações, autoridades brasileiras apontam que não há sinais de adiamento da medida
A imprevisibilidade que dá nome ao TACO
Donald Trump, apelidado de “TACO” — Trump Always Chickens Out (Trump Sempre Desiste) —, acumula um histórico de ameaçar tarifas e depois recuar diante da resistência de mercados ou parceiros comerciais. Isso alimenta a especulação de que ele pode simplesmente reconsiderar a medida.
“Trump é imprevisível o bastante para mudar de ideia conforme ele acorde no dia”, comentou Ronilso Pacheco
Repercussão interna e urgência brasileira
Analistas brasileiros alertam que a medida intensificou um sentimento antiamericano, que atualmente favorece o governo Lula, embora possa se dissipar até 2026. O governo brasileiro intensificou esforços de mediação, mas enfrenta resistência dos EUA — com o presidente Trump reafirmando que não haverá adiamento, e sem pressão suficiente para reverter o cenário atual
Reportagem: Calvin Santana
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2 Comentários
Militância de redação do regime brasileiro tratam opositores como baratas.
Leandro Ruschel
Militância de redação do regime socialista brasileiro tratam opositores como baratas
Leia nossa newsletter de hoje e fique por dentro dos Destaques de Segunda-Feira | 28.07.25
Um dos militantes de redação do regime postou uma charge que tem claro objetivo de desumanizar seus opositores.
Esse é um componente essencial da propaganda de qualquer regime totalitário. Para justificar a retirada dos direitos fundamentais dos opositores, especialmente os chamados “bolsonaristas” e submetê-los a um processo de censura, perseguição sistemática e prisão, ao arrepio da lei, é preciso retratá-los não só como uma ameaça, mas também com não humanos.
É uma tática antiga.
Por exemplo, os nazistas frequentemente comparavam os judeus a “baratas” (cockroaches, em inglês) em sua propaganda, como parte de uma estratégia sistemática de desumanização para justificar o Holocausto. Essa retórica equiparava os judeus a pragas ou vermes a serem exterminados, facilitando a aceitação de atrocidades.
A propaganda nazista incluía referências explícitas a judeus como ratos, piolhos, baratas, raposas e abutres, entre outros animais e insetos considerados indesejáveis.
Essa comparação não era apenas verbal: filmes como “O Judeu Eterno” (Der Ewige Jude) retratavam judeus como ratos espalhando doenças, reforçando a ideia de que eles eram uma ameaça parasitária à sociedade alemã. Essa desumanização contribuiu para o tratamento brutal, incluindo guetos, campos de concentração e o genocídio de seis milhões de judeus.
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