 {"id":16059,"date":"2023-11-25T12:55:26","date_gmt":"2023-11-25T15:55:26","guid":{"rendered":"https:\/\/portalmidia.net\/?p=16059"},"modified":"2023-11-25T12:55:26","modified_gmt":"2023-11-25T15:55:26","slug":"numero-de-mulheres-vitimas-de-violencia-e-o-maior-dos-ultimos-5-anos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/portalmidia.net\/index.php\/2023\/11\/25\/numero-de-mulheres-vitimas-de-violencia-e-o-maior-dos-ultimos-5-anos\/","title":{"rendered":"N\u00famero de mulheres v\u00edtimas de viol\u00eancia \u00e9 o maior dos \u00faltimos 5 anos"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">\u201cAs minhas experi\u00eancias com relacionamentos abusivos s\u00e3o traum\u00e1ticas, profundas e fortes, das quais eu achei que n\u00e3o fosse sobreviver\u201d. \u00c9 o que conta a escritora Cleidimar Nascimento Sousa, 43 anos. \u201cMuitas marcas ficaram em mim. Marcas no meu emocional, no meu psicol\u00f3gico e na minha alma\u201d, acrescenta.<\/p>\n<div class=\"m-banner-wrap m-banner-rectangle m-publicity-content-middle\" style=\"text-align: justify;\"><\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\" data-gtm-vis-recent-on-screen104869357_94=\"184334\" data-gtm-vis-first-on-screen104869357_94=\"184334\" data-gtm-vis-total-visible-time104869357_94=\"100\" data-gtm-vis-has-fired104869357_94=\"1\">Neste s\u00e1bado (25\/11), \u00e9 celebrado o Dia Internacional para a Elimina\u00e7\u00e3o da\u00a0<a href=\"https:\/\/www.metropoles.com\/violencia-contra-a-mulher\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Viol\u00eancia Contra as Mulheres<\/a>. Em 2022, mais de 28,9% das brasileiras, ou seja, 18 milh\u00f5es de mulheres sofreram algum tipo de viol\u00eancia ou agress\u00e3o, segundo a pesquisa Vis\u00edvel e Invis\u00edvel: a vitimiza\u00e7\u00e3o de Mulheres no Brasil, do F\u00f3rum Brasileiro de Seguran\u00e7a P\u00fablica, em parceria com o Datafolha.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No total, 50,9 mil mulheres sofreram viol\u00eancia por dia no per\u00edodo.\u00a0Esse n\u00famero \u00e9 o equivalente a um est\u00e1dio de futebol lotado por dia durante um ano.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No primeiro semestre de 2023, 722 mulheres acabaram v\u00edtimas de\u00a0<a href=\"https:\/\/www.metropoles.com\/tag\/feminicidio\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">feminic\u00eddio<\/a>\u00a0no Brasil. O n\u00famero cresceu 2,6%. Se comparado com o mesmo per\u00edodo do ano anterior, \u00e9 o maior registrado desde 2019.<\/p>\n<div class=\"m-banner-teads\" style=\"text-align: justify;\"><\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cO feminic\u00eddio \u00e9 um conceito que qualifica o homic\u00eddio. Trata do assassinato de mulher (seja biologicamente nascida mulher ou mulher trans) em raz\u00e3o da sua condi\u00e7\u00e3o de ser mulher. Ou seja, \u00e9 o homic\u00eddio praticado contra uma mulher por desprezo, discrimina\u00e7\u00e3o e preconceito baseados no g\u00eanero\u201d, explica Hanna Gomes, advogada especialista em direito da mulher\u00a0<em>(leia entrevista abaixo)<\/em>.<\/p>\n<figure id=\"attachment_2899459\" class=\"wp-caption alignnone m-img-wrap\" style=\"text-align: justify;\" aria-describedby=\"caption-attachment-2899459\"><span class=\"m-credit\">Mia M | Metr\u00f3poles<\/span><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-2899459\" src=\"https:\/\/uploads.metropoles.com\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/24164857\/gra%CC%81fico-violencia-mulher-600x400.jpg\" sizes=\"(max-width: 600px) 100vw, 600px\" srcset=\"https:\/\/uploads.metropoles.com\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/24164857\/gra%CC%81fico-violencia-mulher-600x400.jpg 600w, https:\/\/uploads.metropoles.com\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/24164857\/gra%CC%81fico-violencia-mulher-960x640.jpg 960w, https:\/\/uploads.metropoles.com\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/24164857\/gra%CC%81fico-violencia-mulher-300x200.jpg 300w, https:\/\/uploads.metropoles.com\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/24164857\/gra%CC%81fico-violencia-mulher-450x300.jpg 450w, https:\/\/uploads.metropoles.com\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/24164857\/gra%CC%81fico-violencia-mulher-150x100.jpg 150w, https:\/\/uploads.metropoles.com\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/24164857\/gra%CC%81fico-violencia-mulher.jpg 1200w\" alt=\"\" width=\"600\" height=\"400\" data-description=\"Mia M | Metr\u00f3poles\" data-pin=\"pinIt\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-2899459\" class=\"wp-caption-text\">Dados de feminic\u00eddios ocorridos no primeiro semestre de cada ano<\/figcaption><\/figure>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os\u00a0<a href=\"https:\/\/www.metropoles.com\/tag\/estupro\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">estupros<\/a>\u00a0e\u00a0<a href=\"https:\/\/www.metropoles.com\/tag\/estupro-de-vulneravel\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">estupros de vulner\u00e1vel<\/a>, quando as v\u00edtimas t\u00eam menos de 14 anos ou \u00e9 incapaz de consentir (por enfermidade, defici\u00eancia mental ou qualquer outra causa que n\u00e3o pode oferecer resist\u00eancia), tamb\u00e9m tiveram crescimento no primeiro semestre de 2023.<\/p>\n<div class=\"m-banner-wrap m-banner-rectangle m-publicity-content-middle\" style=\"text-align: justify;\"><\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nesse per\u00edodo, o Brasil registrou 34 mil casos desse tipo de crime, um aumento de 14,9%. Esse \u00e9 o maior n\u00famero registrado desde 2019.<\/p>\n<p class=\"m-img-wrap\" style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" class=\"alignnone size-medium wp-image-2899462\" src=\"https:\/\/uploads.metropoles.com\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/24164940\/info2-violencia-mulheres-360x400.jpg\" sizes=\"(max-width: 360px) 100vw, 360px\" srcset=\"https:\/\/uploads.metropoles.com\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/24164940\/info2-violencia-mulheres-360x400.jpg 360w, https:\/\/uploads.metropoles.com\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/24164940\/info2-violencia-mulheres-576x640.jpg 576w, https:\/\/uploads.metropoles.com\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/24164940\/info2-violencia-mulheres-150x167.jpg 150w, https:\/\/uploads.metropoles.com\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/24164940\/info2-violencia-mulheres.jpg 900w\" alt=\"\" width=\"360\" height=\"400\" data-description=\"Mia M | Metr\u00f3poles\" data-pin=\"pinIt\" \/><\/p>\n<div class=\"\" style=\"text-align: justify;\">\n<div id=\"taboola-mid-article-reco-reel\" class=\"trc_related_container trc_spotlight_widget\">\n<div id=\"tbl_1700927429805\" class=\" trc_related_container trc_spotlight_widget trc_elastic trc_elastic_video-reel-sc \" data-placement-name=\"Video Reel Mid Article\">\n<div class=\"trc_rbox_container\">\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div id=\"taboola-vrl-wrap\">\n<div id=\"taboola-vrl-internal\">\n<div id=\"taboola-video-reel-title\">\n<p>Estima-se que, em m\u00e9dia, apenas 8,5 em cada 100 casos de estupros que ocorrem no pa\u00eds sejam registrados pelas pol\u00edcias do pa\u00eds, e apenas 4,2 em cada 100 pelos sistemas de informa\u00e7\u00e3o da sa\u00fade.<\/p>\n<p>\u201cN\u00f3s, mulheres, carregamos uma culpa muito grande, como se n\u00f3s fossemos erradas; por isso, muitas vezes, n\u00e3o denunciamos. A culpa n\u00e3o \u00e9 sua, mulher\u201d, diz a escritora Cleidimar Nascimento Sousa.<\/p>\n<\/div>\n<div id=\"taboola-video-reel\" class=\"editor-tv-wrapper editor-tv-progress\" data-embed-name=\"taboola-metropolesdf-all\">\n<div class=\" editor-tv-component \">\n<h4><b>As cicatrizes da viol\u00eancia<\/b><\/h4>\n<p>Aos 43 anos\u00a0<a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/eucleidimarsousa\/\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow noopener\">Cleidimar Sousa<\/a>\u00a0conta que, por muito tempo, carregou o peso da vergonha e da falta de compreens\u00e3o. \u201cAs pessoas achavam que eu estava passando por tudo aquilo porque queria, para chamar a aten\u00e7\u00e3o. Acham que a gente aceita passar por isso porque gostamos da pessoa. At\u00e9 a gente mesma acha isso, mas, depois, descobre que n\u00e3o \u00e9 amor, \u00e9\u00a0<a href=\"https:\/\/www.metropoles.com\/celebridades\/lexa-publica-carta-aberta-e-desabafa-sobre-dependencia-emocional-veja\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">depend\u00eancia emocional<\/a>\u201d.<\/p>\n<p>Entre os anos 2000 e 2008 e, depois, entre 2012 e 2017, Cleidimar esteve em relacionamentos abusivos. Apesar de n\u00e3o se sentir confort\u00e1vel para detalhar as suas viv\u00eancias, ela conta que sofreu viol\u00eancia f\u00edsica, psicol\u00f3gica e moral. \u201cIndependentemente do nome dado \u00e0 viol\u00eancia, cada ato e a\u00e7\u00e3o praticado contra n\u00f3s, mulheres, \u00e9 doloroso, agressivo e pesado. N\u00e3o importa qual seja o tipo, os danos, e isso quando n\u00e3o leva ao feminic\u00eddio.\u201d<\/p>\n<div class=\"m-banner-wrap m-banner-rectangle m-publicity-content-middle\"><\/div>\n<p>Como meio de compartilhar a pr\u00f3pria hist\u00f3ria de sobreviv\u00eancia e o aprendizado, Cleidimar come\u00e7ou a escrever o livro \u201cVulner\u00e1vel: como sair de situa\u00e7\u00f5es de vulnerabilidade e retomar o controle de sua vida\u201d, em 2023. \u201cEu decidi me despir da minha vergonha para revestir de coragem todas as mulheres que precisam desse apoio, dessa mensagem\u201d.<\/p>\n<p>O livro tem como objetivo fazer com que as mulheres reconhe\u00e7am e superem viv\u00eancias de\u00a0<a href=\"https:\/\/www.metropoles.com\/sao-paulo\/violencia-contra-mulheres-feminicidio-e-estupro-voltam-a-subir-em-sp\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">viol\u00eancia e abuso<\/a>\u00a0e desenvolvam o autoconhecimento para a cura.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cEste livro nasceu, tamb\u00e9m, para falar com a sociedade sobre a quest\u00e3o de abuso sexual de menores. \u00c9 um assunto muito delicado, pouco exposto e que ocorre todos os dias. Isso transforma a nossa vida para sempre\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A escritora, por fim, traz uma reflex\u00e3o final. \u201c[A viol\u00eancia] acontece em todas as classes sociais, independentemente da cor da pele, do n\u00famero na conta banc\u00e1ria, do status social e profiss\u00e3o. O que tem atr\u00e1s dos muros de casas e pr\u00e9dios? Nem sempre a realidade \u00e9 o que vemos\u201d, finaliza Cleidimar.<\/p>\n<h4 style=\"text-align: justify;\"><b>Direito da mulher<\/b><\/h4>\n<p style=\"text-align: justify;\">O<b>\u00a0Metr\u00f3poles<\/b>\u00a0entrevistou Hanna Gomes, advogada especialista em\u00a0<a href=\"https:\/\/www.metropoles.com\/tag\/ministerio-da-mulher\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">direito da mulher<\/a>, que respondeu algumas quest\u00f5es sobre o assunto. Confira:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Quais s\u00e3o os meios legais que amparam as mulheres nos diversos tipos de viol\u00eancia?<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Al\u00e9m da Lei Maria da Penha, temos outras leis que protegem as mulheres. A Lei Carolina Dieckmann, por exemplo, criminaliza a invas\u00e3o em dispositivos eletr\u00f4nicos para acessar dados particulares. A Lei do Minuto Seguinte assegura o atendimento medico priorizado em casos de viol\u00eancia sexual. Tamb\u00e9m temos disposi\u00e7\u00f5es estaduais que definem pol\u00edticas p\u00fablicas espec\u00edficas, como a implementa\u00e7\u00e3o de casas de abrigo e acolhimento, a indeniza\u00e7\u00e3o para casos de agress\u00e3o e os servi\u00e7os de atendimento multidisciplinar.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Caso uma mulher sofra viol\u00eancia psicol\u00f3gica, patrimonial e\/ou moral, ela pode ser assegurada pela lei? De que maneira?<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A Lei Maria da Penha define que a viol\u00eancia vai muito al\u00e9m da agress\u00e3o f\u00edsica. A viol\u00eancia patrimonial, moral e psicol\u00f3gica s\u00e3o criminalizadas pelo c\u00f3digo penal e pass\u00edveis tamb\u00e9m de indeniza\u00e7\u00e3o na esfera civil. A lei prev\u00ea penas variadas que dependem da conduta praticada, variando entre multas e penas de pris\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>\u00c9 preciso ter provas legais da viol\u00eancia\/abuso para que seja feita a den\u00fancia? Como as mulheres podem se proteger e resguardar caso sofram algo do tipo?<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Embora esses crimes ocorram, em sua maioria, sem testemunhas e apenas entre agressor e v\u00edtima, a palavra da mulher tem um especial valor como elemento prova. Por\u00e9m, para firmar uma condena\u00e7\u00e3o, \u00e9 preciso apresentar provas das viol\u00eancias. Mas \u00e9 importante saber que, mesmo diante de ind\u00edcios, ou seja, de circunst\u00e2ncias que levam a v\u00edtima a ter medo ou se sentir insegura, j\u00e1 \u00e9 poss\u00edvel pedir medidas protetivas.<\/p>\n<h4 style=\"text-align: justify;\"><b>Canais de atendimento<\/b><\/h4>\n<p style=\"text-align: justify;\">A Central de Atendimento \u00e0 Mulher \u2013 Ligue 180 presta uma escuta acolhida qualificada \u00e0s mulheres em situa\u00e7\u00e3o de viol\u00eancia. O servi\u00e7o registra e encaminha den\u00fancias de viol\u00eancia contra a mulher aos \u00f3rg\u00e3o competentes, bem como reclama\u00e7\u00f5es, sugest\u00f5es ou elogios sobre o funcionamento dos servi\u00e7os de atendimento.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O servi\u00e7o tamb\u00e9m fornece informa\u00e7\u00f5es sobre os direitos da mulher, como os locais de atendimento mais pr\u00f3ximos e apropriados para cada caso: Casa da Mulher Brasileira, Centros de Refer\u00eancias, Delegacias de Atendimento \u00e0 Mulher (Deam), Defensorias P\u00fablicas, N\u00facleos Integrados de Atendimento \u00e0s Mulheres, entre outros.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A liga\u00e7\u00e3o \u00e9 gratuita, e o servi\u00e7o funciona 24h, todos os dias da semana. S\u00e3o atendidas todas as pessoas que ligam relatando eventos de viol\u00eancia contra a mulher.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O Ligue 180 atende todo o territ\u00f3rio nacional e tamb\u00e9m pode ser acessado em outros pa\u00edses.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\">metropoles<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u201cAs minhas experi\u00eancias com relacionamentos abusivos s\u00e3o traum\u00e1ticas, profundas e fortes, das quais eu achei que n\u00e3o fosse sobreviver\u201d. \u00c9 o que conta a escritora Cleidimar Nascimento Sousa, 43 anos. \u201cMuitas marcas ficaram em mim. Marcas no meu emocional, no meu psicol\u00f3gico e na minha alma\u201d, acrescenta. 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