Lucy Alves defende namoro aberto para evitar traição: ‘Tudo é válido’

“Conheço casal que está junto desde a adolescência e não permite uma terceira pessoa. Assim como tem casais com anos e anos de casamento que resolvem abrir a relação. Cada caso é um caso, literalmente”, conta a atriz.

Em “Travessia”, o sexto sentido de Brisa (Lucy Alves) não falhou: ela percebeu o noivo Ari (Chay Suede) estranho, enquanto o rapaz começou a se envolver com Chiara (Jade Picon) no Rio de Janeiro e decidiu atrasar seu retorno ao Maranhão.

Assim como sua personagem, a atriz conta ter um sexto sentido aguçado:

— Às vezes, a gente tenta ignorar aquela voz por dentro. Mas eu sou intuitiva, sim. Hoje, cada vez mais, eu me escuto. Tenho a sensibilidade, a intuição aguçada. E a Brisa muito mais!

Lucy entende que Brisa ficou muito sensível por seu histórico de vida:

— Uma mulher que teve que se virar sozinha, sem ter família, precisa ficar alerta o tempo todo. Ela sente que Ari está precisando dela, larga tudo e vai. Vai no intuito de ajudá-lo mesmo. De início, ela não pensa em traição nem nada, acha que o noivo está passando por um sufoco.

Para a paraibana de 36 anos, que em entrevista ao EXTRA já revelou já ter traído e sido traída, o relacionamento aberto pode ser uma boa alternativa para evitar infidelidade.

— Vai da vibe de cada pessoa. Conheço casal que está junto desde a adolescência e não permite uma terceira pessoa. Assim como tem casais com anos e anos de casamento que resolvem abrir a relação. Cada caso é um caso, literalmente. Tudo é válido, e não dá para a gente julgar com olhos preconceituosos. Eu já vivi algumas coisas e fui aprendendo que não existe certo e errado. É jogar limpo com o que se sente, combinar.

Por Extra Globo

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