Setor de eventos se dispõe a fazer alterações em shows e procuradora pede conscientização da população com Covid-19: ‘responsabilidade de todos’

Dados da Vigilância Sanitária apresentados na reunião demonstraram que grande parte da população tem negligenciado os cuidados e modos de prevenção à Covid-19.​

O setor de eventos e shows na Paraíba se colocou à disposição para fazer alterações nas formatações dos shows, em reunião com a procuradora da República Janaína Andrade, do Ministério Público Federal na Paraíba (MPF-PB) realizada na manhã deste sábado (29). Após a reunião, a procuradora chama a atenção da população para os cuidados essenciais de prevenção, alerta que o setor de eventos não é o único responsável e que somente a suspensão de eventos não é suficiente para diminuir o número de casos de Covid-19.

De acordo com a procuradora, o setor de eventos poderá fazer alteração na formatação dos eventos que ocorreram no mês de janeiro. “Após ouvir em reunião o segmento de realização de shows e eventos e também os órgãos sanitários e toda a exposição do cenário epidemiológico da Covid na Paraíba, o Ministério Público Federal irá lavrar uma ata e encaminhar ao Governo do Estado para que faça suas avaliações juntamente com sua equipe técnica.”, explicou a procuradora.

Dados da Vigilância Sanitária apresentados na reunião demonstraram que grande parte da população tem negligenciado os cuidados e modos de prevenção à Covid-19. “A contaminação pela Covid-19 ocorre em qualquer atividade, por isso que é importante o compromisso social de todos, a responsabilidade de todos com a vacinação, com uso de máscara, distanciamento social e higienização das mãos. Não adianta imputar ou buscar responsabilização de um setor quando a doença é de responsabilidade coletiva”, explicou a procuradora.

“Na avaliação da reunião, é necessário ter uma reformulação da forma da realização e execução de shows e eventos de massa no Estado. A Vigilância Sanitária detectou que os participantes de eventos não cumprem os protocolos sanitários ainda que haja a orientação do organizador do evento”, explicou a procuradora.




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